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22.10.20

A obsessão de Esteves

O RR já cantou a bola: o BTG quer ser o maior banco do Brasil. As palavras foram ditas pelo próprio André Esteves, que, muito modesto, desmentiu o RR. Agora, mais recentemente, a profecia foi feita novamente, em uma reunião do Conselho. Esteves disse que a mudança do paradigma bancário decorrente das oportunidades do universo digital favorece o banco, que será o maior do Brasil. Buona fortuna, signore Esteves!

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11.02.20

Enrosco bancário

O BTG acha que pode fazer um rolo com a XP, envolvendo o Itaú, que já tem 49,9% da corretora. O banco dos Setúbal está impedido de elevar sua participação. O BTG acredita que pode transformar a XP em um negócio muito maior. Vira daqui, entra ali, capitaliza acolá. Procurado, o BTG nega qualquer negociação. Está feito o registro. Itaú e XP não se pronunciaram.

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02.08.19

BTG faz um arrastão de shoppings

A iminente compra de sete shopping centers da BR Malls é só o hors d´óeuvres. O RR apurou que, entre negociações já engatilhadas e ativos sob monitoramento, os executivos do banco estão debruçados sobre 25 shoppings, mais da metade na Região Sudeste. Parte da munição financeira poderá vir de dois dos principais fundos imobiliários do BTG – XP Malls e LOB Malls. Ambos somam quase R$ 2 bilhões em recursos.

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26.07.18

State Grid é o yakisoba da BTG

A State Grid está experimentando o gosto amargo de ter o BTG Pactual no colar de acionistas minoritários da CPFL renováveis. O banco, através de práticas heterodoxas, estaria atiçando a discórdia e tentando manipular o preço da OPA da CPFL Renováveis. No mais recente capítulo dessa novela, os “acionistas minoritários” da CPFL Renováveis solicitaram à State Grid que usasse o valor médio ponderado da ação para determinar o preço da OPA da companhia, pedido que já tinha sido recusado pela diretoria da CVM.

No processo apresentado, anteriormente, pela State Grid à CVM na discussão anterior, o grupo chinês enfatizava sua discordância em considerar o preço da ação porque a participação da CPFL Renováveis é extremamente ilíquida, alegando que um acionista dominou 99% do volume total de negociação da CPFL Renováveis, através da negociação de ações entre diferentes entidades controladas por esse acionista. Os ditos “acionistas que controlam 99% do volume de negócios” têm, de fato, um único nome: BTG Pactual. O banco é o acionista minoritário esmagadoramente hegemônico na luta contra a State Grid. O expressivo volume identificado pelos chineses de negociações se deveu principalmente à transação entre dois fundos controlados pelo BTG, em 12 de maio de 2016.

Essa negociação foi feita a um valor em torno de R$ 12,98 por ação, aproximadamente 10% acima do preço de mercado vigente à época e 19% acima do preço de fechamento de R$ 10,90 por ação. A operação foi realizada no momento em que a State Grid anunciou a aquisição do controle da CPFL Energia, em 2 de julho de 2016. Segundo a fonte do RR, a State Grid está considerando entrar com uma investigação legal contra a manipulação de mercado por parte do BTG, se a alegação dos acionistas minoritários de considerar o preço de mercado for apoiada pela CVM. Se for esse o próximo capítulo, o drama do preço da OPA da CPFL Renováveis aumentará ainda mais.

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09.07.18

Nem a Eletrobras contribui para a privatização da Eletrobras

Como se não bastassem todas as incertezas de ordem política e jurídica que cercam a operação, a própria Eletrobras tem tratado de aumentar a insegurança dos investidores e tornar a sua privatização cada vez menos provável. O RR apurou que a companhia está devendo cerca de R$ 800 milhões a fornecedores e prestadores de serviços. Em alguns casos, a inadimplência já se arrasta há sete meses.

O risco potencial é grande: a tendência é que esse ovo da serpente ecloda sob a forma de uma sucessão de cobranças judiciais, por ora ainda não provisionadas em balanço. O plano de desmobilização de ativos que, a princípio, precederia o leilão de privatização é outro ponto cego na Eletrobras. A operação é considerada fundamental para abater o alto endividamento e, em tese, entregar ao investidor privado uma empresa menos carregada – o passivo de curto prazo gira em torno dos R$ 18 bilhões. No entanto, de acordo com informações filtradas da própria companhia, até o momento não há sequer um laudo de avaliação patrimonial das participações em 77 Sociedades de Propósito Específico (SPEs) a serem alienadas – entre parques eólicos e linhas de transmissão.

O que existe, por ora, é apenas uma estimativa para o valor contábil (de R$ 4,6 bilhões). A estatal chegou a contratar o BTG para levantar o valuation dos ativos, mas os estudos não seguiram adiante. Ressalte-se que o TCU já questionou algumas dessas operações e encaminhou à Eletrobras, na segunda semana de junho, um relatório com 18 recomendações. Até o momento, ao que consta, a estatal não atendeu às solicitações.

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22.05.18

Crônica de um banqueiro entre cumes e vales

Desde que deixou o Banco Pactual, Luiz Cezar Fernandes habituou-se a lidar com intempéries de diversas naturezas. Instalado em seu monumental refúgio, a Fazenda Marambaia, na Região Serrana do Rio, atravessou uma selva inóspita de infortúnios, negócios que não deram certo e grandes dissensos, alguns no nível da belicosidade. Agora, tudo indica que o ex-banqueiro, enfim, tem conseguido aplainar os torturantes caminhos da vida.

E esse processo de assentamento passa justamente pela propriedade no distrito de Corrêas. A saída da Marambaia pode ser a luz de um novo tempo. Luiz Cezar está alinhavando um acordo com o ex-desafeto André Esteves. Da parceria, nascerá um grande projeto de , com o loteamento da fazenda e a posterior construção de empreendimentos residenciais. Luiz Cezar terá 30% do negócio.

O restante ficará nas mãos de fundos ligados ao BTG. O acordo surge como o capítulo da pacificação, um epílogo ou talvez um recomeço na crônica que serpenteia como um réptil invertebrado em sites, jornais e revistas já há alguns meses. Por um tempo, Luiz Cezar Fernandes manteve um relacionamento quase afetivo com o ex-algoz André Esteves, que o afastou do Pactual, do qual foi fundador e controlador. Luiz Cezar esteve perto de ser obrigado a deixar a residência, devido a complicações em uma operação de empréstimo bancário.

A reaproximação com Esteves passa pelo equacionamento do passivo e consequente acerto para que o ex-sócio permanecesse morando lá. Nos últimos meses, espocaram no noticiário informações de que o BTG, associado a uma construtora, estaria utilizando expedientes pouco ortodoxos para inviabilizar as condições de moradia do ex-banqueiro, como poluir a nascente do rio que abastece a propriedade. O objetivo seria forçá-lo a deixar a Marambaia, abrindo caminho para a exploração comercial da área. O próprio Esteves tratou de colocar panos quentes sobre o imbróglio.

Foi à mídia com um discurso conciliador, dizendo que, por ele, Luiz Cezar poderia morar na fazenda o tempo que quisesse. Consultado, o BTG negou qualquer ação ou ato no sentido de tirar seu fundador da Marambaia. A cortesia de Esteves, ressalte-se, não será exercida. Luiz Cezar confirmou ao RR que está deixando a propriedade, onde em breve brotará o novo empreendimento imobiliário. Já procura, inclusive, um apartamento para comprar no Rio de Janeiro.

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20.02.18

CVS tem o remédio para a BR Pharma

A norte-americana CVS está disposta a ficar com parte do antigo espólio farmacêutico do BTG Pactual, leia-se a BR Pharma. Gigante mundial do setor, com vendas de US$ 170  bilhões, o grupo tem interesse na compra da Big Ben. Trata-se de uma das três bandeiras que compõem a BR Pharma, em recuperação judicial com mais de R$ 1 bilhão em dívidas. A Big Ben é um exemplo do esfarelamento do conglomerado montado pelo BTG e vendido ao investidor Paulo Remy em abril de 2017. Hoje, estaria avaliada em aproximadamente R$ 250 milhões, quase a metade dos R$ 480 milhões que custou há seis anos. A CVS enxerga na aquisição o passaporte para o Norte e o Nordeste, onde estão as mais de 130 lojas da Big Ben. Hoje, a presença dos norte -americanos no mercado brasileiro, por meio da Drogaria Onofre, está restrita a São Paulo, Rio e Minas Gerais.

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03.01.18

Mistérios do BTG Pactual

Dentro do próprio BTG Pactual, circulam informações desencontradas sobre a iminente saída dos sócios Marcelo Kalim, Carlos Fonseca e Leandro Torres. Uma das versões dá conta que os dois primeiros estariam prestes a deixar o banco por conta de desentendimentos com os demais sócios, especialmente no caso de Fonseca. Ex-todo-poderoso da área de private equity, o executivo teria caído em desgraça após os pífi os resultados de investimentos como BR Pharma e Leader Magazine. Há quem diga, no entanto, que o trio manterá um cordão umbilical com o BTG: a nova empresa na área digital que seria montada por  , Fonseca e Torres funcionaria como um apêndice do banco. Isso explicaria, por exemplo, a eventual inexistência de um acordo de não-competição, tão comum nestes casos. Procurado, o BTG nega atritos entre os acionistas. Afirma ainda que Marcelo Kalim “segue como presidente do Conselho de Administração, membro do Grupo de Controle e acionista relevante”. Em relação a Carlos Fonseca e Leandro Torres, nenhuma palavra.

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22.12.17

Há vagas no capital da Estapar

Os acionistas da Estapar, à frente o BTG Pactual, discutem o possível IPO da empresa em 2018. A operação seria uma janela para o próprio banco de André Esteves eventualmente reduzir sua participação ou até mesmo desembarcar do capital da maior rede de estacionamentos do país. No ano passado, a Estapar recebeu um aporte de R$ 400 milhões do Equity International, do investidor norte-americano Sam Zell, que se tornou um dos principais acionistas da companhia.

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01.12.17

Petrobras e BTG querem distância total

Petrobras e BTG teriam aberto conversações com a Total para a venda do controle da Petrobras Oil&Gas, a malfadada joint venture entre ambos na África, com participação em três campos em águas profundas na Nigéria. O grupo francês é operador de dois deles – Akpo, já em produção, e Egina, ainda em fase de desenvolvimento. Segundo o RR apurou, a Petrobras Oil&Gas também teria sido oferecida à Chevron, responsável pela operação do campo de Agbami. Os norte-americanos, no entanto, parecem estar na mão contrária em relação à África. Recentemente venderam um pacote de ativos em exploração e produção na África do Sul para a Glencore. A joint venture entre a Petrobras e o BTG, não custa lembrar, remete a um passado que tanto a estatal quanto o banco querem enterrar. O negócio chegou a ser investigado pela Lava Jato devido a suspeitas de pagamento de propina a autoridades locais.

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