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02.08.17
ED. 5674

Pague mais

O empresário cearense Deusmar Queirós, que domina o varejo farmacêutico no Nordeste, pena agora em avançar para o “Sul Maravilha”. Terceira maior rede de drogarias do país, com vendas de quase R$ 6 bilhões, a Pague Menos estaria em busca de ativos no Rio e em São Paulo. Consta que o grupo chegou a analisar os números da BR Pharma, mas recuou por conta das dívidas do antigo braço farmacêutico do BTG.

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24.04.17
ED. 5604

BR Pharma busca um remédio para a dívida

Fechar a compra da BR Pharma e de suas 822 drogarias foi a parte mais simples da história. A Lyon Capital, gestora do ex-CEO da WTorre Paulo Remy, já começou a peregrinação por bancos e fornecedores para renegociar as dívidas de curto prazo da rede de drogarias, na casa dos R$ 600 milhões. Entre os maiores credores estão Itaú, Santander e Banco do Brasil. Na tentativa de mostrar que “as coisas mudaram na BR Pharma”, a Lyon Capital vai apresentar um plano para a redução dos prejuízos da empresa, incluindo o aperto dos custos operacionais e o fechamento de drogarias deficitárias. É o que não falta: no ano passado, a BR Pharma teve um prejuízo de R$ 630 milhões. Por essas e por outras é que o BTG Pactual praticamente pagou para se desfazer da rede. O banco transferiu a BR Pharma para a Lyon por um valor simbólico e ainda se comprometeu a financiar a varejista com a compra de até R$ 400 milhões em debêntures nos próximos 30 anos.

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30.01.17
ED. 5549

Entra e sai

A maior parte dos R$ 370 milhões que a BR Pharma pretende capar por meio de uma emissão de debêntures não vai sequer esquentar no caixa. Será usada para aliviar as dívidas de curto prazo, na casa dos R$ 500 milhões.

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12.01.17
ED. 5537

Ansiolítico

A BR Pharma, leia-se BTG, teria oferecido o controle da rede de drogarias Big Ben para a norte-americana CVS. Com mais de 260 farmácias, a bandeira esteve perto de ser vendida para o Grupo Ultra. No entanto, as negociações foram suspensas no fim do ano passado por falta de acordo em relação ao preço.

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11.11.16
ED. 5494

Questão de saúde

• Abilio Diniz só pensa em saúde, mais precisamente nas redes de drogarias da BR Pharma/BTG. • Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Península Participações e BR Pharma.

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14.10.16
ED. 5475

BTG esvazia sua prateleira de remédios

 O BTG está prestes a fechar duas operações que praticamente significarão o desmonte da BR Pharma , seu braço no varejo farmacêutico criado em 2009. Trata-se da venda das bandeiras Big Ben e Farmais, respectivamente para a Extrafarma, leia-se Grupo Ultra, e a Raia Drogasil. Segundo informações filtradas junto ao BTG, a dupla negociação deverá render algo em torno de R$ 1,5 bilhão. As duas bandeiras são as joias da coroa da BR Pharma. Reúnem aproximadamente 600 lojas e, juntas, deverão faturar neste ano cerca de R$ 2,8 bilhões, ou mais de 70% de toda a receita da holding.  No fim de setembro, o BTG já havia fechado a venda de outra bandeira, a Drogaria Rosário, para a Profarma por R$ 173 milhões. Ao consumar a negociação da Big Ben e da Farmais, faltarão apenas dois ativos de menor porte para o encerramento definitivo da BR Pharma: a baiana Sant´Ana e a pernambucana Guararapes. O BTG ainda tentou negociar todas as suas drogarias de uma só vez, mas faltou candidato disposto a assumir o frankenstein farmacêutico criado pelo banco, que reuniu na mesma empresa ativos com taxas de retorno tão díspares. As partes parecem ser melhores do que o todo, que tem exigido sucessivos aportes financeiros do BTG – a mais recente capitalização, em janeiro, consumiu R$ 400 milhões. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto:  BTG, Ultra e Raia Drogasil.

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 O Ultra renovou o acordo de exclusividade para negociar a compra da rede de drogarias Big Ben, controlada pela BR Pharma, leia-se BTG. O novo dead line é o fim de outubro. Com aproximadamente 260 farmácias, a Big Ben faturou no ano passado cerca de R$ 1,6 bilhão. A cifra é superior à receita da própria Extrafarma, o braço do Grupo Ultra no varejo farmacêutico (R$ 1,4 bilhão).

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 Além das negociações para a venda da Big Ben ao Grupo Ultra, a BR Pharma, leia-se BTG, também procura um comprador para a rede Farmais. A empresa, que reúne 400 drogarias no país, foi oferecida à norte-americana CVS . • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: BR Pharma e CVS.

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08.03.16
ED. 5322

Ultra escolhe os melhores frascos na farmácia do BTG

 O BTG está sendo apresentado ao jeito Ultra de negociar. O modus operandi inclui baixíssima flexibilidade, imposição de rígidas exigências contratuais e, sobretudo, uma enorme disposição para achatar mais e mais o preço do ativo, até comprá-lo na bacia das almas. Este é o arsenal que o Grupo Ultra tem utilizado nas tratativas para a aquisição da Big Ben, uma das redes de drogarias que compõem a BR Pharma, braço farmacêutico do banco. Uma a uma, as principais premissas que o BTG imaginou para a operação têm sido derrubadas na mesa de negociações. Sua intenção era vender integralmente a BR Pharma, empurrando para o outro lado do balcão o que há de melhor e de pior nesse frasco – leia-se todas as cinco bandeiras penduradas na holding. O Ultra, no entanto, rejeitou este modelo, condicionando o acordo ao fatiamento da empresa e à compra apenas da Big Ben, a mais rentável das subsidiárias.  No capítulo preço, mais uma derrota à vista para o BTG. Segundo uma fonte familiarizada com a negociação, o banco havia fixado o preço da rede de farmácias em R$ 400 milhões. Nesse patamar, é grande a chance de que os comprimidos da Big Ben encalhem na prateleira. O mesmo informante garante que o Ultra quer impor um deságio de pelo menos 25% sobre esse valor, na certeza de que o BTG não conseguirá uma oferta mais alta do que essa.  É por essas e outras que, historicamente, analistas consideram os bonds do Ultra entre os mais seguros do mercado. O grupo tem uma longa tradição em gerir seu caixa com austeridade e comprar ativos lá no chão, nem que para isso tenha de deixar algumas oportunidades passarem – em certos casos, nem tão oportunidades assim, vide o exemplo do Comperj. No caso da Big Ben, o Ultra tem todas as circunstâncias a seu favor. A expectativa de resultados cadentes joga o preço do ativo ainda mais para baixo. Procurada pelo RR, a BTG não comentou o assunto.

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23.02.16
ED. 5312

Farmacêutico

 Claudio Galeazzi – sócio e, desde dezembro, integrante do comitê de auditoria do BTG – teria sido destacado para uma nova missão no banco: comandar a reestruturação e a venda da BR Pharma . Procurado, o BTG nega.

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01.02.16
ED. 5299

BTG atola no capital da Mitsubishi

  Vai ser preciso muita tração nas quatro rodas para o BTG desatolar do capital da Mitsubishi Motors do Brasil (MMC). Guardadas as devidas proporções, os próprios acionistas do banco tratam a participação de 15% na montadora como um ativo tão difícil de ser passado adiante quanto as deficitárias Leader Magazine e BR Pharma – a incomparável Sete Brasil, claro, nem entra nesta conta. O BTG já ofereceu as ações ao sócio controlador da MMC, Eduardo de Souza Ramos, mas o empresário e amigo de longa data de André Esteves se recusa a recomprar a participação, mesmo com um expressivo deságio. O Plano B, a transferência para a própria Mitsubishi do Japão, também já foi descartado.  Sem uma solução caseira, o BTG partiu em busca de um comprador no mercado. Consultado, o banco nega a venda das ações. Mas, segundo fonte próxima à empresa, o problema é que uma série de circunstâncias joga contra o negócio, a começar pela performance da Mitsubishi do Brasil. Desde que desembarcou na empresa, em 2010, o banco já teria acumulado um prejuízo de quase US$ 150 milhões com o investimento. Além disso, se associar à montadora neste momento significa cair de paraquedas na Operação Zelotes. A MMC é uma das empresas suspeitas de participar do esquema de pagamento de propina a conselheiros do Carf.

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13.11.15
ED. 5247

Uma estrela que cai na constelação do BTG Pactual

O Google exibe uma única foto de André Esteves e Carlos Fonseca juntos. Talvez nunca mais exista outra. Responsável por algumas das mais engenhosas operações financeiras feitas pelo BTG nos últimos anos – a ponto de ser incensado pela mídia e tratado por muitos como uma espécie de “André Esteves” do André Esteves –, Fonseca sofreu um downgrade em sua reputação. O outrora todo-poderoso comandante da área de private equity, onde chegou a ter sob seus condões quase R$ 40 bilhões aplicados em mais de três dezenas de empresas, tem perdido influência sobre esse e outros setores da instituição financeira. Aos poucos, suas funções estariam sendo absorvidas por outros sócios, notadamente Marcello Hallack, seu par na chamada divisão de Merchant Banking. Das tantas atribuições que tinha, estaria se dedicando basicamente à ingrata missão de administrar uma série de ativos problemáticos do BTG, entre eles um fundo de real estate que só dá dor de cabeça e, sobretudo, as participações deficitárias do banco, a começar pela Leader Magazine e pela BR Pharma. Boa parte dessas operações foi engendrada pelo próprio Fonseca. Procurado pelo RR, o BTG nega que o executivo tenha sido afastado de suas funções na área de Merchant Banking. Pode ser que tudo não passe de uma condição temporária e, dependendo dos resultados da faxina na carteira de participações do BTG, Carlos Fonseca saia do seu purgatório particular; pode ser que sua travessia pela barca de Caronte seja um caminho sem volta. O fato é que ele não está sozinho nessa viagem. Sua delicada posição dentro do BTG neste momento é reflexo da estratégia demasiadamente agressiva e, muitas vezes, desmedida adotada pelo banco para crescer na área de private equity. No afã de avançar rapidamente, a instituição imprimiu um ritmo frenético. Entre 2008 e 2012, houve períodos em que Fonseca chegou a fechar uma nova aquisição a cada trimestre. Já diz o adágio popular que a pressa e a perfeição não convivem em harmonia. Até hoje, algumas dessas operações são alvo de críticas dentro do próprio banco. Um dos casos mais emblemáticos é a compra de 70% da Leader Magazine, conduzida por Fonseca. Um negócio razoavelmente complexo teria sido fechado com uma ligeireza incomum. Entre as primeiras tratativas com os controladores da rede varejista e a assinatura do cheque, não teria se passado sequer um mês. Consta que o BTG dispensou a due diligence e aceitou pagar algo em torno de R$ 1 bilhão – três meses antes, a GP Investimentos havia oferecido R$ 700 milhões pela mesma participação. Hoje, a Leader dá seguidos prejuízos e precisa de uma capitalização emergencial, da ordem de R$ 300 milhões. É um caso similar ao da BR Pharma, que terá de receber um aporte de R$ 600 milhões para cobrir os prejuízos e reduzir seu endividamento. Aliás, a venda da bandeira Mais Econômica, anunciada nesta semana, é um exemplo bem acabado de como o BTG tem perdido dinheiro com seus negócios em private equity. Segundo o valor divulgado, a rede de farmácias gaúcha foi vendida à Verti Capital por apenas R$ 44 milhões, ou aproximadamente US$ 12 milhões. Estima-se que, em fevereiro de 2011, o banco não pagou menos de US$ 120 milhões pela empresa.

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 O BTG vai vender mais 5% da Rede D’Or, o que poderá gerar cerca de R$ 1 bilhão. Um alívio para a contabilidade da área de private equity, que tem batráquios como BR Pharma e Sete Brasil? Nada disso. O dinheiro vai quase todo para o bolso dos sócios, responsáveis pelo aporte para a compra da fatia da rede hospitalar. A empresa não se pronunciou.

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09.11.15
ED. 5243

BR Pharma

 O fantasma de um novo rebaixamento do rating pela Moody´s, ainda neste ano, paira sobre a BR Pharma .Em setembro, a agência reduziu a nota do braço de varejo farmacêutico do BTG. A empresa tem em caixa apenas R$ 50 milhões, o que não paga nem 8% da dívida líquida.

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15.10.15
ED. 5227

Pacote fechado

O BTG está tentando empurrar a BR Pharma para a norte-americana CVS. A operação de André Esteves no varejo farmacêutico, que reúne mais de mil drogarias, só dá prejuízo – R$ 168 milhões apenas no primeiro semestre desse ano.

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