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04.10.17
ED. 5718

Tropa de choque

A Embraer dá como certo que o ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes Ferreira, comparecerá pessoalmente à OMC, ainda neste ano, para defendê-la no processo contra o governo do Canadá, acusado de repassar cerca de US$ 3 bilhões em subsídios à Bombardier. No mínimo, será uma boa viagem.

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14.02.17
ED. 5560

O longo e cansativo voo da Embraer na OMC

Nos cálculos mais otimistas da Embraer, a queixa contra a Bombardier formalizada pelo governo brasileiro na OMC, por conta de subsídios do governo canadense de US$ 4 bilhões, é caso para mais de uma década. Segundo o RR apurou, a empresa toma como base ação similar movida pela Boeing contra a Airbus, que começou em 2004 e só foi julgada em setembro de 2016. Consultada, a Embraer limitou-se a dizer que apoia a iniciativa do governo brasileiro. Estranho seria se falasse o contrário.

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04.02.15
ED. 5055

Synergy e Líder duelam pela Bombardier

A Bombardier virou o centro de uma disputa que opõe duas figuras históricas do mercado aeronáutico brasileiro. De um lado, José Afonso Assumpção, dono da Líder Aviação; do outro, German Efromovich, maior acionista do grupo Synergy, que promete revidar a perda histórica da parceria com a companhia canadense, da qual era representante exclusivo até 2013. Assumpção ganhou o contrato com manobras dignas de um piloto da esquadrilha da fumaça. Mas o acordo com a Bombardier tem mostrado algumas rachaduras. A Líder Aviação ainda não conseguiu convencer os canadenses de que tem estrutura suficiente para assumir a manutenção de toda a frota da Bombardier no país. O serviço continua sendo feito pela Synergy em um centro de manutenção em São José dos Campos (SP). Além disso, as vendas de aeronaves não decolaram. Oficialmente, a Líder afirma que “não tem enfrentado problemas para manter o acordo de comercialização de aeronaves Bombardier”. A aposta de Efromovich é que o desgaste entre a Líder Aviação e a Bombardier aumentará exponencialmente em 2015. Como se trata do terceiro ano do contrato, não há mais carência para que os resultados comerciais apareçam. A Synergy já fez contatos prévios com a Bombardier para tentar acertar novamente os ponteiros e reaver a parceria, que durou dez anos. Na avaliação de Efromovich, o distrato com a Synergy foi motivado muito mais por excesso de expectativas da Bombardier do que por algum problema real de queda nas vendas das aeronaves da fabricante. Por ora, Assumpção ainda tem em mãos o acordo, mas é bom que se movimente rapidamente para não ter surpresas ao longo do ano.

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