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26.10.21

Infraestrutura quer estimular produção de trilhos no Brasil

O Ministério da Infraestrutura tem feito estudos com o objetivo de incentivar a retomada da produção de trilhos no Brasil, praticamente extinta desde os anos 80. Uma das ideias sobre a mesa seria usar parte dos recursos arrecadados com as próprias concessões ferroviárias para financiar a instalação de uma fábrica do equipamento no país. Trata-se de um projeto complexo, a começar pela atração de um player internacional do setor. No governo, há quem defenda o resgate do velho modelo tripartite, ou seja, dividir o controle do negócio entre o capital privado nacional, um investidor estrangeiro e o Estado.

Nesse cenário, muito possivelmente o traçado desse projeto passaria pelo BNDES. Procurado, o Ministério da Infraestrutura não se manifestou. Ainda que Alemanha e Estados Unidos também tenham um grande parque fabril para a produção de equipamentos ferroviários, o mais provável é que esse projeto mire em um grupo chinês. Hoje, a maior parte dos trilhos usados no Brasil vêm do país asiático. Além disso, a chegada de um fabricante local poderia estar vinculada à eventual entrada da China Railway Corporation no país. Maior operador ferroviário da China, o grupo é apontado como candidato às próximas concessões do setor.

A falta de trilhos no mercado interno e os altos custos de importação são vistos no governo como um desestímulo a investimentos privados em ferrovias. É hora de afagar esse capital reticente. O que não falta é ativo para leiloar. Além dos projetos incluídos no PPI – como a Ferrogrão e a relicitação da Malha Oeste -, o Ministério da Infraestrutura lançou recentemente o Pró-Trilhos (Programa de Autorizações Ferroviárias). O programa prevê a licitação de dez novos trechos de ferrovias que somam um investimento de R$ 53 bilhões. O setor ferroviário é quase que 100% dependente da aquisição de peças no exterior.

O próprio governo é um dos principais atingidos. Hoje, a estatal Valec é a responsável pela construção de quatro grandes ferrovia – Norte-Sul, os trechos II e III da Ferrovia de Integração Oeste-Leste, Ferrovia Transcontinental e a ligação da Norte-Sul com a Transnordestina. No ano passado, o governo chegou a criar um Comitê Técnico de Desenvolvimento da Transformação Mineral, cuja uma das funções seria a “realização de estudos para agregar valor aos produtos metalúrgicos de alta qualidade, o que inclui a produção de trilhos para expansão da infraestrutura ferroviária nacional”. De lá para cá, no entanto, nada aconteceu.

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26.10.21

Águas de Alagoas

O que se diz no BNDES é que a Aegea pretende entrar pesado no leilão do Bloco B da concessão de saneamento de Alagoas, previsto para o início de 2022. Consultada, a companhia diz que “está sempre atenta às novas oportunidades”.

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08.10.21

Cosan a caminho do Espírito Santo

O RR apurou que a Cosan pretende disputar a privatização da ES Gás, prevista para o início de 2022. A empresa de Rubens Ometto já
teria, inclusive, consultado informalmente autoridades capixabas e o BNDES, responsável pela modelagem da operação. Ressalte-se que a Cosan é dona da Comgás e recentemente comprou a Gaspetro, herdando participações em 19 distribuidoras de gás.

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Em tom de blague, FHC soltou uma boutade, mais ou menos assim: “Lula permanece calado e agradece em silêncio se Paulo Guedes anunciar também a privatização do BNDES, do Banco Central e até o Palácio do Alvorada”.

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23.09.21

Turbulência nos céus do Rio

A Changi Airports International, de Cingapura, estaria em busca de um sócio para a RioGaleão, concessionária do Aeroporto Internacional do Rio. Os asiáticos, donos de 51% do capital, sofrem os duros efeitos da pandemia associada à perda de voos para o Santos Dumont. Nos últimos dois anos, a movimentação no Galeão caiu aproximadamente 70%. No ano passado, diante da crise, a concessionária se viu obrigada a negociar com o BNDES a suspensão temporária do pagamento do empréstimo contraído para o pagamento da outorga.

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22.09.21

GS Inima rumo à Cedae

A sul-coreana GS Inima estuda participar do leilão do bloco 3 da Cedae, marcado para dezembro. Segundo o RR apurou, a empresa vem mantendo conversações com o BNDES, responsável pela modelagem da venda da estatal. O valor mínimo de outorga deverá ser fixado em R$ 2,6 bilhões. Trata-se do único bloco da Cedae que não foi vendido no leilão de abril. Procuradas, GS Inima e BNDES não quiseram se pronunciar.

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02.09.21

Irrigação

A Aegea Saneamento estaria mantendo tratativas para obter um empréstimo substancial do BNDES. Só com a outorga dos dois blocos da Cedae arrematados em abril, a empresa terá de desembolsar R$ 15,4 bilhões. Consultados, Aegea e BNDES não quiseram comentar o assunto.

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19.07.21

Divórcio elétrico

O BNDES planeja vender sua participação de 9,9% na AES Brasil. Tomando-se como base o valor em bolsa, a fatia do banco está estimada em torno de R$ 500 milhões.

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12.07.21

As águas vão rolar

A ordem no BNDES é acelerar o passo: o governo da Paraíba pretende licitar a concessão de saneamento em 93 cidades do estado até o primeiro trimestre de 2022.

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08.07.21

Uma história cada vez mais enrolada

A enroscada saga da Usina São Fernando – ver RR de 25 de junho – teve um novo capítulo. Funcionários da sucroalcooleira vêm fazendo gestões junto ao BNDES e ao Banco do Brasil, os dois maiores credores da empresa, na tentativa de aprovar a venda do controle à Millenium Holdings. Esta última teria se comprometido a contratar parte dos 1,2 mil trabalhadores demitidos da usina. Ocorre que a Millenium venceu o leilão judicial, mas não levou. Foi desclassificada pela Justiça, que aceitou a oferta da segunda colocada, a Energética Santa Helena – pelo que se diz nos bastidores, com o apoio do BNDES e do BB.

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