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03.11.17
ED. 5738

Cheque na mão

Segundo o RR apurou, o laboratório farmacêutico Biotoscana está com o dedo no gatilho para fechar uma grande aquisição no setor. Além de contar com a escolta do Advent, seu maior acionista, a empresa ganhou ainda mais saúde financeira com o IPO realizado em julho, que movimentou R$ 1,3 bilhão.

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06.07.17
ED. 5655

Biotônico

Nem tudo está perdido. A Biotoscana, laboratório farmacêutico controlado pelo fundo norte-americano Advent, já teria tomador para até R$ 1,4 bilhão em ações. O valor é 40% superior ao total de papéis que a empresa deverá lançar no seu IPO, considerando-se apenas o lote principal.

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06.03.17
ED. 5571

A caminho da bolsa

O laboratório farmacêutico Biotoscana, controlado pelo fundo norte-americano Advent, vai seguir a bula do mercado de capitais: prepara seu IPO para o segundo semestre.

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22.07.16
ED. 5417

Advent quer se internar no Oswaldo Cruz

 Mais um grande grupo hospitalar nacional poderá ser fisgado pelo capital estrangeiro. O fundo norte-americano Advent estaria em negociações para a compra do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, um dos maiores centros de medicina de alta complexidade do país. Com quatro unidades na capital paulista e mais de três mil médicos cadastrados, a rede faturou no ano passado quase R$ 600 milhões. Segundo uma fonte ligada à gestora norte-americana, o Oswaldo Cruz está avaliado em aproximadamente R$ 800 milhões, ou dez vezes o seu Ebitda. Consultado, o hospital confirma que tem recebido “com frequência a consulta de fundos internacionais”, mas garante que não está avaliando qualquer proposta. Já o Advent não se pronunciou. A aquisição do Oswaldo Cruz seria uma peça importante nos planos do Advent de montar uma grande operação integrada em saúde no Brasil. Nenhum outro setor no país tem recebido tanta transfusão de recursos dos norte-americanos. No ano passado, o fundo desembolsou cerca de R$ 400 milhões na compra de 13% da rede de laboratórios Fleury. É controlador também da Biotoscana, uma holding que enfeixa três empresas farmacêuticas: a colombiana de mesmo nome, a argentina LKM e a brasileira UnitedMedical, responsável por mais de 40% do faturamento total do grupo, na casa dos US$ 300 milhões.

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