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27.10.17
ED. 5734

Quem paga o frete?

A bancada ruralista tem feito forte pressão sobre o Cade para brecar a venda da Monsanto para a Bayer. Depois, provavelmente, vai se oferecer para tirar o bode da sala.

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04.04.17
ED. 5592

Nova semente

Blairo Maggi tem se empenhado pessoalmente para que o Congresso aprove até junho o projeto que cria a Embrapatec. Bayer, Syngenta e outros grupos que pretendem se associar ao futuro braço comercial da Embrapa agradecem.

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24.11.16
ED. 5502

Capítulos finais

Enquanto a fusão entre Bayer e Monsanto não é aprovada pelos órgãos antitruste internacionais, as duas companhias protagonizam o último capítulo de uma renhida concorrência no agronegócio brasileiro. Os alemães apostam suas fichas no lançamento da soja transgênica Liberty Link. A meta da Bayer é alcançar um quinto do mercado na próxima safra, tirando participação, sobretudo, da semente Roundup, comercializada pela Monsanto. No fim das contas, ficará tudo na mesma casa. Procurada, a Bayer confirmou a meta de venda da Liberty Link e reforçou que, até o fechamento do negócio, seguirá operando de forma independente da Monsanto.

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24.08.16
ED. 5440

Syngenta prepara o defensivo para se manter na pole position

 A Syngenta vai dobrar para R$ 200 milhões a média anual dos investimentos no período de 2016 a 2020. A estratégia foi anunciada diretamente pelo novo CEO mundial do grupo, Erik Fyrwald, ao alto comando da filial brasileira, em visita ao país. A operação brasileira será uma das primeiras a passar por mudanças após a alteração do controle da companhia, que foi comprada pela China National Chemical (ChemChina). O objetivo do plano é evitar a perda da histórica liderança da Syngenta no maior mercado da companhia e responsável por 15% da receita mundial. A empresa está no topo do ranking brasileiro desde 2005. A mudança de status ocorrerá com a fusão entre a Bayer e a Monsanto . Juntos, alemães e norte-americanos terão 22% de market share contra 20% da Syngenta. A receita de vendas será de US$ 2 bilhões, bem acima do US$ 1,6 bilhão da atual líder. Para completar, a Bayer e a Monsanto reunirão quase mil pontos de venda, com cobertura nacional e poder de barganha para negociarem preferências ou até exclusividades com lojas em função do portfólio com mais de 120 tipos de produtos.  O aporte total da Syngenta nos próximos cinco anos equivale a 10% de tudo o que o mercado de defensivos agrícolas vende ao ano no Brasil. Os recursos serão exclusivamente destinados ao greenfield. A companhia vai ampliar o parque fabril de Paulínia (SP), distribuir nos seis estados em que ainda não opera e assim completar a cobertura nacional da rede de revenda. O total de pontos de venda dobrará para mil unidades até 2017, número próximo do que têm juntas a Bayer e a Monsanto.  Não é para menos a preocupação da Syngenta com o gigante Bayer/Monsanto. O Brasil é o maior mercado global de agrotóxicos. Movimenta mais de um milhão de toneladas anualmente e cresce 10% ao ano, mesmo em período de crise econômica. Além disso, o Brasil caminha para fechar o ano com receita equivalente a 20% do que fatura a Syngenta no mundo. Quase três quartos das vendas no país saem da comercialização de defensivos agrícolas. A escalada do mega-player Bayer/Monsanto no mercado trará consequências negativas, tanto no relacionamento com pontos de venda quanto na comercialização dos produtos devido à perda no poder de barganha. A ironia do destino é que a Syngenta tomou a liderança justamente da Bayer há 11 anos oferecendo todo tipo de vantagem aos revendedores, inclusive ações da companhia na Bolsa de Zurique. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Syngenta .

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20.07.16
ED. 5415

Blairo Maggi veste o figurino de vendedor da Embrapatec

 Entre os “produtos” agropecuários brasileiros que o ministro Blairo Maggi pretende vender em seu tour pelo exterior, previsto para os meses de julho e agosto, há um em especial: a Embrapatec, a futura subsidiária da Embrapa voltada à comercialização de biotecnologias desenvolvidas pela estatal. A missão de Maggi é atrair grandes grupos internacionais da área de agrociência para se associar à nova empresa. Na mira, grupos como Bayer, Basf e a suíça Syngenta. O governo ainda estuda o melhor modelo para o acasalamento entre a Embrapatec e o capital privado, mas, a princípio, a intenção é oferecer ao mercado uma participação superior a 51%. Até porque esta é uma das premissas para a criação da subsidiária: permitir a “privatização” da Embrapa, por meio do seu braço comercial, sem que seja necessária a privatização da Embrapa.  O ministro Blairo Maggi tem se empenhado pessoalmente para acelerar a votação do projeto de lei que autoriza a criação da Embrapatec, encaminhado ao Congresso no último mês de maio, ainda no governo de Dilma Rousseff. Maggi articula com os líderes da bancada ruralista, em especial o deputado gaúcho Luiz Carlos Heinze, a tramitação da proposta em caráter de urgência urgentíssima. Para o governo, o grande ganho não virá da privatização em si da Embrapatec, mas, sim, da expectativa de que a própria Embrapa dependa cada vez menos do orçamento federal. Estima-se que a abertura da subsidiária e a montagem de uma estrutura comercial no exterior sejam capazes, já no primeiro ano, de triplicar o faturamento da estatal com a venda de tecnologias. Hoje, a Embrapa tem uma receita própria de apenas R$ 120 milhões por ano, que não cobre sequer 5% do seu orçamento, em torno de R$ 3 bilhões.

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27.05.16
ED. 5377

Estiagem

 A crise bateu na operação brasileira da Bayer CropScience, historicamente uma das mais rentáveis do grupo. No primeiro trimestre deste ano, a receita da subsidiária caiu 10% em relação ao mesmo período em 2015. Trata-se do pior desempenho nos últimos seis trimestres.

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02.03.16
ED. 5318

Bicho de pé

 A crise começa a respingar no agronegócio. Segundo fontes próximas à Bayer CropScience, o grupo alemão cogita cortes na produção de sementes e defensivos no Brasil por conta da retração da oferta de crédito agrícola. Procurada, a companhia nega a medida.  Na Syngenta, a preocupação é ainda maior. A companhia está adotando uma política comercial mais agressiva, com cortes expressivos nos preços dos defensivos. O temor dos suíços é que a queda da receita da subsidiária brasileira, maior operação fora da Europa, contamine as negociações para a venda do controle do grupo à ChemChina. Procurada pelo RR, a Syngenta não comentou o assunto.

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15.12.15
ED. 5269

Terra fértil

 A operação de agribusiness descolou de vez dos demais negócios da Bayer no Brasil, incluindo a tradicional área farmacêutica. A divisão de CropScience vai fechar o ano com um crescimento de 20% em relação a 2014, rompendo, pela primeira vez, a marca dos R$ 7 bilhões. Em cinco anos, a participação do agronegócio na receita do grupo saltou de 50% para 65%. A Bayer não nos retornou.

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01.10.15
ED. 5218

Efeito cambial I

A Bayer do Brasil caminhava para fechar o ano com o quarto maior faturamento em dólar do grupo em todo o mundo. Caminhava. Com esse câmbio, o sonho do G-4 vai ficar para a próxima temporada.

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10.09.15
ED. 5203

“Banco Bayer”

A redução da oferta de crédito agrícola tem obrigado a Bayer a se travestir de banco. A empresa está financiando uma parcela cada vez maior das vendas de sementes e defensivos. O escambo também disparou: o pagamento de produtos com a entrega de grãos deverá crescer 400% em relação à safra passada.

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22.07.15
ED. 5168

Boa safra

Enquanto a Bayer corta, o grupo norte-americano Platform Specialty Products segue na direção contrária no setor agroquímico. Com a placa da controlada Arysta, fez uma oferta de compra de um dos galpões industriais da concorrente alemã em Belford Roxo (RJ).

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21.05.15
ED. 5125

Ociosidade

 A Bayer estuda vender parte do terreno em Belford Roxo (RJ), onde funciona o maior dos seus complexos industriais no Brasil. Nos últimos anos, os alemães vêm desativando diversas linhas no local a mais recente, de polímeros de alta performance. Procurada, a Bayer confirmou o encerramento das atividades na divisão de Material Science, mas não se pronunciou sobre a possível venda das instalações.

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12.02.15
ED. 5061

Katia Abreu não teme pecha de “Mrs. Agrotóxico”

 A ministra Katia Abreu vai mexer num vespeiro, ou melhor, numa imensa nuvem de gafanhotos. Katia promete mover montanhas para reduzir os prazos de análise dos pedidos para a produção de agrotóxicos no Brasil. Em média, a liberação de uma licença no país demora sete anos. Na Europa, o tempo de espera não chega a três anos; nos Estados Unidos, é ainda menor: dois anos. O problema é que a ministra da Agricultura terá de tirar leite de uma pedra que sequer lhe pertence. Qualquer ação neste sentido dependerá de uma intrincada negociação política com a Anvisa, responsável pelos estudos técnicos e pela concessão das licenças. Katia Abreu terá ainda de enfrentar a reação dos ambientalistas e a acusação, líquida e certa, de que está agindo para atender ao lobby de Bayer, Basf, Syngenta, entre outros grandes grupos internacionais do setor. A ministra da Agricultura, que um dia recebeu o nada honroso título de “Motosserra de ouro”, não teme o epíteto de “Mrs. Agrotóxico”. Ela já tem um pragmático contra-argumento na ponta da língua: a importância econômica de um setor que movimenta cerca de US$ 9 bilhões, cresceu mais de 200% em uma década e fez do Brasil o maior consumidor mundial de defensivos agrícolas, a  frente dos Estados Unidos. Para Katia Abreu, tais fatos mais do que justificam a inclusão do tema em sua lista de prioridades. E quem não gostar que saia da frente do trator.

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20.01.15
ED. 5044

Terra mexida

 A nomeação de Ricardo Miranda para a diretoria de desenvolvimento da Bayer CropScience no país é apenas a ponta do iceberg da reestruturação na companhia. Os alemães estudam a extinção da Diretoria de Negócios para a Região Cerrados, que engloba o Centro-Oeste. Oficialmente, a Bayer CropScience nega a mudança.

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13.10.14
ED. 4977

Os planos da Bayer Crop

 Os planos da Bayer Crop- Science de disputar a dianteira no mercado brasileiro de sementes transgênicas estão perdendo fôlego. O lançamento da primeira variedade de soja geneticamente modificada do grupo no país, previsto para 2016, poderá ser postergado para o ano seguinte – oficialmente, a empresa nega o adiamento. Uma das maiores dificuldades é a obtenção de todas as licenças por parte do governo da China, maior importador de soja do Brasil. Monsanto e Syngenta, líderes do setor, agradecem.

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16.07.14
ED. 4914

“B” de Brasil

 Segundo fontes ligadas a  própria Bayer, a companhia estuda transferir para o Brasil o QG de toda a divisão de agronegócios na América Latina e na africa, hoje instalado na cidade norte-americana de Research Triangle Park, na Carolina do Norte. Neste caso, a honraria caberia ao município de Belford Roxo, na Baixada Fluminense, onde está a direção da Bayer Cropscience no Brasil. Oficialmente, a empresa nega a mudança.

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23.05.14
ED. 4877

Sucessão na Bayer reforça o foco no agronegócio

 Na Bayer, só se fala em sucessão presidencial. Não exatamente a de Dilma Rousseff, mas a do nº 1 do grupo no Brasil, Theo van der Loo. O clima eleitoral eclodiu com a recente indicação de Eduardo Estrada Whipple para o comando da Bayer CropScience no país. A nomeação foi interpretada na companhia como um forte indício de que o destino de van der Loo já está selado e sacramentado, assim como o de Whipple. A presidência da divisão de agronegócio seria apenas um rito de passagem para o posto mais alto do grupo no Brasil, mudança que deverá se consumar no início de 2015. Oficialmente, a Bayer nega a troca de comando no Brasil. Estranho seria o contrário. É importante ressaltar que, se permanecer no cargo ao menos até janeiro, Theo van der Loo terá cumprido quatro anos de mandato – coincidência ou não, praticamente o mesmo período que coube aos últimos presidentes da Bayer no Brasil, Horstfried Laepple e, anteriormente, Armin Burmeister. No entanto, a percepção na empresa é que este não é um processo sucessório qualquer. A dança das cadeiras deverá levar a importantes mudanças na própria estratégia de negócios do grupo no Brasil. A provável escolha de Eduardo Whipple é vista como uma sinalização de que os alemães vão aumentar sua aposta no segmento de agribusiness, em detrimento de outras áreas de atuação no país, algumas extremamente tradicionais, como a divisão de saúde. Whipple parece ser o nome talhado para comandar uma empresa cada vez mais voltada ao agronegócio. O executivo construiu boa parte de sua trajetória dentro da Bayer na divisão CropScience. Passou por operações da subsidiária nos Estados Unidos, na Colômbia e na América Central. Até o início do ano, era o diretor de marketing da unidade no Brasil. Pragmáticos, os alemães apenas dançam conforme a música. Os acordes em questão são os números de sua operação no Brasil. Na última década, a unidade de agrociência disparou como o principal negócio do grupo no país. No início dos anos 2000, a Bayer CropScience respondia por pouco mais da metade do faturamento do conglomerado. Ao fim de 2014, deverá contribuir com mais de 70% da receita da Bayer no país, estimada em R$ 7,5 bilhões. No ranking interno, quem mais tem perdido espaço é a divisão HealthCare. No intervalo de dois anos, o braço de saúde perdeu cinco pontos percentuais de participação no faturamento total da Bayer no Brasil. Coincidentemente – ou não -, a área de HealthCare é comandada diretamente pelo próprio Theo van der Loo, que acumula o cargo com a direção geral do grupo.

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31.01.14
ED. 4829

Chineses invadem as terras da Bayer no Brasil

 Há uma nuvem de gafanhotos chineses sobrevoando as lavouras da Bayer no Brasil. Os asiáticos têm se revelado uma praga para os planos de expansão do grupo no mercado brasileiro de defensivos agrícolas. A Chongqing Huapont Pharm atravessou o caminho da Bayer e está perto de fechar a compra da Biagro, fabricante de inoculantes líquidos para uso em lavouras. Os alemães vinham mantendo negociações com a empresa desde meados do ano passado. No entanto, a Chongqing teria entrado em cena com uma oferta arrasa-quarteirão. Caso a operação se confirme, será a segunda vez em um curto espaço de tempo que a Bayer perderá um ativo no Brasil para um concorrente asiático. No início deste ano, as também chinesas Langfeng e Tide Group, acompanhadas da italiana Agroventure, fecharam a aquisição da Prentiss, fabricante de defensivos sediada no Paraná. O enredo foi similar: os alemães correram, correram, mas, nos últimos metros, acabaram superados. A iminente perda da Biagro para a Chongqing Huapont vai doer fundo na Bayer. Neste caso, o que está em jogo não é apenas a operação em si, mas o que ela representa na disputa por cada hectare do mercado brasileiro de defensivos agrícolas – setor que movimenta mais de US$ 10 bilhões e cresce, na média, 14% por ano. A investida sobre a Biagro é apenas a ponta do iceberg de um projeto maior. A Chongqing promete deslanchar uma agressiva estratégia de aquisições no Brasil. Embora dominado por grandes players internacionais, como Basf, Dupont Syngenta e a própria Bayer, o setor é povoado de fabricantes de médio porte com razoável presença regional. Ressalte-se que os chineses já têm sua raiz fincada no Brasil. São sócios da Nutrichem e da CCAB Agro, neste caso em parceria com a francesa Louis Dreyfus e com um consórcio de produtores agrícolas do Centro-Oeste, de Minas Gerais e da Bahia.

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10.12.13
ED. 4795

Em mais uma tentativa de reduzir

Em mais uma tentativa de reduzir a ociosidade do complexo industrial de Belford Roxo (RJ), a Bayer pretende ceder parte da área para a construção de um shopping. Consultada, a empresa nega o projeto. Mas, segundo uma fonte ligada a  Prefeitura de Belford Roxo, a companhia já teria levado o projeto a s autoridades municipais.

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13.05.13
ED. 4646

Bayer CropScience

 A Bayer CropScience vai intensificar sua blitzkrieg no mercado brasileiro de sementes. O grupo reservou aproximadamente US$ 200 milhões para novas aquisições – nos últimos três anos, os alemães compraram quatro fabricantes do setor. Os planos incluem também a expansão da capacidade instalada e pesados investimentos em pesquisa, notadamente para a produção de sementes transgênicas de trigo e soja.

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25.04.13
ED. 4635

Apartheid

 A Bayer deverá investir, ao longo deste ano, cerca de R$ 400 milhões para a ampliação de seu parque industrial no Brasil. Porém, nada melhora para o complexo de Belford Roxo, na Baixada Fluminense.

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18.09.12
ED. 4489

Fios de algodão

 A Bayer CropScience está revendo os investimentos para a produção de sementes de algodão no Brasil. A forte queda das cotações da commodity e a queda da área plantada na próxima safra falaram mais alto. Procurada, a Bayer não se pronunciou.

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22.06.12
ED. 4428

Classificados

 A Bayer procura compradores para uma boa parte do seu tradicional complexo industrial em Belford Roxo, na Baixada Fluminense. Os alemães decidiram que não vão mais aproveitar alguns terrenos no local. Consultada, a Bayer não se manifestou até o encerramento da edição.

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25.01.12
ED. 4337

Enxadada

A guilhotina está armada na subsidiária da Bayer CropScience. Insatisfeitos com a perda da liderança do mercado brasileiro de agroquímicos para a suíça Syngenta e a queda da rentabilidade, os alemães preparam mudanças na gestão da empresa.

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01.12.11
ED. 4298

Embrapa

 O líder do governo no Congresso, o senador José Pimentel, recebeu a missão de ressuscitar o projeto de lei que altera os estatutos da Embrapa. A medida permitiria a  estatal formar joint ventures com grupos privados, reduzindo sua dependência de recursos públicos. A Bayer já está na fila.

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05.05.11
ED. 4153

Terra fértil

 A Bayer CropScience, braço de biotecnologia do grupo alemão, vai arar um novo pacote de investimentos no Brasil. Promete lançar 20 novos tipos de sementes no país nos próximos dois anos.

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04.03.11
ED. 4114

Embrapa vira aríete contra sementes das multinacionais

 O governo trabalha em um projeto que pega pela raiz as grandes multinacionais da área de agrociência presentes no país, a começar por Monsanto, Bayer e Syngenta. Em jogo, a criação de uma empresa 100% nacional voltada ao desenvolvimento e a  produção de sementes, convencionais e transgênicas. O objetivo é criar uma alternativa ao oligopólio que as empresas internacionais estabeleceram no país. A companhia ficaria pendurada na Embrapa. Estão debruçados sobre o projeto o ministro da Agricultura, Wagner Rossi, e da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante. A proposta tem o apoio da bancada ruralista e de políticos ligados ao setor. Um dos principais interlocutores do governo tem sido o senador Blairo Maggi. O exgovernador do Mato Grosso se compromete a retomar no Congresso a antiga proposta do senador Delcídio do Amaral para a abertura de capital da Embrapa. A entrada de novos sócios, preferencialmente fundos de pensão e outros grandes investidores de capital nacional ? financiaria a criação da nova subsidiária.  Este é um daqueles projetos nos quais o governo só enxerga benefícios para todos os envolvidos. O principal objetivo é criar uma empresa capaz de concorrer e minar a primazia das multinacionais no desenvolvimento e venda de sementes, notadamente transgênicas. Hoje mais de 70% dos pedidos de patentes apreciadas pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) são enviados por empresas internacionais. O maior beneficiado seriam os agricultores, que passariam a ter uma nova opção para a compra de sementes. Hoje, estão praticamente na mão de três ou quatro companhias estrangeiras que estabelecem os preços do insumo e impõem draconianos reajustes anuais. O caso mais emblemático é o da Monsanto, que vive a s turras com os agricultores, principalmente nos períodos de aumento dos royalties das sementes de soja geneticamente modificadas. Entidades representativas do setor, como a Aprosoja, regularmente acionam o Ministério da Agricultura por conta da truculência com que a Monsanto conduz as negociações.  A expectativa do governo é que a nova empresa passe a arbitrar os preços das sementes transgênicas, forçando as multinacionais do setor a rever o valor dos seus royalties. Além disso, o projeto daria um novo status a  própria Embrapa, que ganharia um braço de trader com musculatura suficiente para desenvolver e comercializar sementes em outros países da América do Sul

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