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planos
16.09.16
ED. 5456

Washington

 O Itamaraty ainda não perdeu as esperanças de costurar um encontro entre Michel Temer e Barack Obama até janeiro, quando o presidente norte-americano deixará a Casa Branca. Recentemente, durante a reunião de cúpula do G20 na China, a Pasta de Relações Exteriores fez de tudo para que ambos tivessem ao menos uma rápida conversa tête-à-tête. Ficou na vontade.

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16.12.15
ED. 5270

Carta de aniversário

 Anedota que corria no Planalto na noite da última segunda-feira após a aniversariante Dilma Rousseff ter citado no Twitter o telefonema que recebeu de Barack Obama: Michel Temer vai enviar uma carta à Dilma queixando-se de que deu os parabéns oito horas antes de Obama e, ainda assim, não foi agraciado sequer com uma linha nas redes sociais

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28.08.15
ED. 5195

Caixa forte

Ecos da visita de Dilma Rousseff a Barack Obama: o Exim-Bank dos EUA está liberando US$ 1,5 bilhão para projetos de infraestrutura no Brasil. Mas cadê os projetos?

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05.05.15
ED. 5113

“Yes, we can” é o mote da nova política externa brasileira

 No governo, há uma fortíssima expectativa em torno da visita oficial de Dilma Rousseff aos Estados Unidos no dia 30 de junho. O assunto tem sido tratado com extremo sigilo nos gabinetes de Brasília. Chegou, inclusive, a ser um dos temas do encontro entre Dilma e o ex-presidente Lula no último dia 26, em Brasília. Centenas de técnicos das mais diversas áreas destacados pelos dois governos estão debruçados na elaboração das medidas que serão discutidas e dos acordos que Dilma e Barack Obama vão assinar. Do lado brasileiro, o objetivo é transformar o encontro com o presidente norte- americano num ato político de primeiríssima grandeza. O evento deverá marcar uma guinada na política externa do Brasil, que passaria a dar prioridade a s relações bilaterais com os Estados Unidos, na mão contrária da agenda diplomática nacional nos últimos 12 anos.  O Brasil detém hoje um volume de importações dos Estados Unidos que lhe permite uma boa dose de poder de barganha e suporta diversas concessões por parte dos norte-americanos. A rigor, ressalte-se, as negociações se darão no campo comercial. Mas o governo Dilma entende que o retorno dos Estados Unidos a uma posição de protagonismo no mapa das relações comerciais brasileiras abre caminho para outras contrapartidas, como, por exemplo, o financiamento das agências multilaterais a projetos de infraestrutura. Ou seja: Dilma vai buscar dinheiro de fora para cobrir a estiagem na poupança interna e tocar as obras no país. Essa efeméride Brasil-Estados Unidos é um dos poucos trunfos políticos que a presidente tem no atual cenário: trazer da América o pão nosso de cada dia para alimentar a economia nacional.  A reaproximação com os Estados Unidos terá sérias consequências políticas e diplomáticas. Uma delas, já notada pelos especialistas, é a mudança de posicionamento relação ao Mercosul. Nos bastidores do governo, o bloco econômico já é visto muito mais como um trambolho diplomático e comercial do que como uma solução. Aliás, é por essas e outras que Marco Aurélio Garcia simplesmente sequer é visto nas rodas de poder do Palácio do Planalto.

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