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planos
31.10.16
ED. 5486

Usucapião

 João Doria vai continuar como o “dono” dos horários dos programas que apresenta na Band, o “Show Business” e o “Face a Face”. Com novos apresentadores, as atrações seguirão sob a tutela do Grupo Doria , responsável pela venda da publicidade. Consultado, o grupo confirmou que os dois programas “continuam sendo uma coprodu-ção com a Bandeirantes”.

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19.08.16
ED. 5437

Fora do ar

 Silvio Santos e Johnny Saad tentam persuadir o presidente Michel Temer a mudar a lei que restringe a 30% o capital estrangeiro nas emissoras de TV abertas. De antemão, é possível dizer que o pleito dos donos do SBT e da Band terá traço de audiência no Planalto.

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16.12.15
ED. 5270

Silvio Santos e Edir Macedo entram em sintonia na Rede TV

Enquanto o polêmico projeto de regulação da mídia segue trancado no fundo da gaveta de Eduardo Cunha, está no ar um redesenho do mercado de TV aberta no Brasil. Além do notório interesse da norte-americana Turner em adquirir até 30% da Band, Silvio Santos e Edir Macedo estariam negociando a compra em conjunto da Rede TV. O controle seria igualmente repartido entre os dois empresários. Ressalte-se que as três emissoras anunciaram recentemente uma joint venture para a venda de sua programação a concessionárias de TV a cabo – ao que tudo indica, uma antessala para uma operação bem maior. Procurado, o SBT disse “não confirmar a negociação”. Record e Rede TV não se pronunciaram.  Em termos de disputa direta pela audiência, a venda da Rede TV ao SBT e à Record não teria maior impacto sobre o setor – até porque, na prática, as três permaneceriam como emissoras independentes. Não obstante o susto que andou levando recentemente, com seguidas perdas de share para a novela Dez Mandamentos, da Record, a Globo seguirá no Olimpo da TV aberta. Segundo o Ibope, de janeiro para cá, a emissora foi líder de audiência em 95% do tempo. Significa dizer que, na média, nos 1.440 minutos de um dia, a Globo fica na frente durante 1.368 minutos. SBT, Band, Rede TV e Record se engalfinham por apenas 72 minutos na dianteira.  O grande ganho de Silvio Santos e Edir Macedo com a compra da Rede TV viria da possibilidade de tirar um concorrente do caminho, automaticamente herdar seu pedacinho no bolo da receita publicitária do setor (R$ 67 bilhões no total, a números de 2014) e ter maior poder de barganha na negociação com os anunciantes. Haveria ainda algumas vantagens periféricas. A aquisição permitiria a Silvio Santos ter um balcão televisivo a mais no momento em que acaba de relançar o baú da felicidade – há quem diga que o próprio Edir Macedo seria um sócio discreto da empreitada. Macedo, por sua vez, teria o tão sonhado segundo canal de TV aberta para rechear a programação com cultos da Igreja Universal, sem sacrificar em demasia a grade e a estratégia comercial da Record.  Nos últimos anos, SBT, Record, Band e Rede TV têm se unido na tentativa de reagir ao poderio da Globo. A medida de maior impacto foi a formação do consórcio que trouxe para o Brasil a alemã GfK, um dos maiores institutos de opinião da Europa. Desta maneira, o quarteto conseguiu quebrar a hegemonia do Ibope na medição da audiência no Brasil. Mas este pool não é um monolito. Se, fora dele, exista um oponente em comum, dentro todos continuam brigando contra todos. Neste caso, SBT e Record são os predadores e a Rede TV aparece como a presa mais frágil. Faz algum tempo que a emissora de Amilcare Dallevo e Marcelo de Carvalho convive com insistentes rumores sobre sua venda. Há pouco mais de um ano, por exemplo, o apresentador Ratinho chegou a abrir conversações para a compra da empresa, mas teria desistido por conta do passivo trabalhista.

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A operação brasileira do YouTube não teria atingido as metas de receita estipuladas pelo Google, seu controlador. Ao mesmo tempo, está perdendo a disputa por parcerias com emissoras abertas. Até o momento, fechou apenas com a Record. Já seu maior rival, a Netflix, selou acordos com Band e SBT. É por essas e outras que Alvaro Paes e Barros, nº1 do YouTube no Brasil, corre o risco de perder o cargo em 2016. A empresa nega a saída do executivo.

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