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16.01.17
ED. 5539

Epidemia digital

A epidemia avança: o Votorantim também foi picado pela mosca azul dos bancos digitais.

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13.01.17
ED. 5538

Usina da Renuka encalha sobre o balcão

Os credores da Renuka do Brasil – encabeçados pelo Banco Votorantim e pelo Itaú – já discutem alternativas para a Usina Madhu, localizada em Promissão (SP). Uma das hipóteses é assumir o empreendimento, reestruturá-lo e vendê-lo mais à frente. Colocar para dentro de seus balanços uma moedora de cana-de-açúcar está longe de ser a solução ideal para os bancos. O problema é que, por ora, ainda não surgiu qualquer candidato no leilão da unidade sucroalcooleira, que foi prorrogado até o dia 23 de janeiro. Na primeira tentativa, no último dia 20 de dezembro, também não houve lances pela usina, avaliada em R$ 700 milhões. A negociação é fundamental para o abatimento da dívida com os bancos. Em recuperação judicial, a Renuka, de origem indiana, tem um passivo total superior a R$ 2 bilhões. Procurada, a companhia confirmou que, até agora, não “apareceram interessados”. Como desta vez não haverá preço mínimo, a Renuka espera que a venda da usina “seja concluída no leilão”.

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21.12.16
ED. 5521

Votorantim Corretora é uma interrogação no mercado

A forte concorrência no mercado financeiro, mais precisamente na corretagem de valores, não poupa sequer a dobradinha dos Ermírio de Moraes com o Banco do Brasil. A Votorantim Corretora, braço do Banco Votorantim, teria desativado sua área de research, com a dispensa de todos os analistas. Segundo o RR apurou, desde o início da semana os profissionais que trabalhavam na unidade vêm comunicando informalmente aos clientes sua saída da empresa. Ressalte-se que, em fevereiro deste ano, a corretora do Banco Votorantim já havia fechado seu home broker, o “Sagaz”, encerrando o atendimento a clientes pessoa física. Não por acaso, esta sequência de fatos tem alimentado especulações sobre o próprio futuro da instituição.

No mercado, é voz corrente que os Ermírio de Moraes e o BB estariam preparando o terreno para o fechamento em definitivo da Votorantim Corretora. Procurado, o Banco Votorantim garantiu que seu braço de corretagem “segue operando normalmente”. Questionado especificamente sobre o fechamento da área de research, não se pronunciou. Hoje, praticamente todas as principais instituições em volume financeiro estão ligadas a grandes bancos, casos de Bradesco, Itaú, BTG e JP Morgan.

A exceção fica por conta das corretoras independentes que operam com agressivas estratégias comerciais e estruturas enxutíssimas, como a XP Investimentos. Para completar há a concorrência do mercado eletrônico, no qual o investidor opera diretamente, sem a necessidade de corretagem. O próprio BB migrou suas operações com títulos públicos para o ambiente eletrônico. Os números da Votorantim Corretora comprovam o quanto este mercado ficou difícil. No primeiro semestre deste ano, ela teve uma receita com intermediação financeira de apenas R$ 20 milhões. Em 2013, o faturamento total chegou a R$ 170 milhões.

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21.11.16
ED. 5499

Uma missão para Elcio Jorge dos Santos

„• O Banco Votorantim alardeou, e com toda a razão, ter chegado ao 12º seguido trimestre seguido no azul, intervalo no qual amealhou um lucro de R$ 1,4 bilhão. Significa dizer que agora falta “apenas” R$ 1,9 bilhão para igualar os R$ 3,3 bilhões de prejuízos acumulados entre os terceiros trimestres de 2011 e 2013. Ou seja: mantida a média de lucro dos últimos 12 demonstrativos (R$ 116 milhões), daqui a 16 trimestres o Votorantim, enfim, conseguirá devolver aos Ermírio de Moraes e ao BB, seus acionistas, as perdas sofridas entre 2011 e 2013. É uma missão para Elcio Jorge dos Santos, novo presidente do banco.

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 A exemplo do Banco Votorantim, o Itaú também planeja se desfazer da sua participação acionária na Lupatech – em torno de 8% das ordinárias. A dupla saída pode ser interpretada como um voto de desconfiança em relação ao novo plano de recuperação judicial da fornecedora de produtos e serviços para a indústria de petróleo e gás, apresentado no mês passado. Talvez o maior acionista da empresa, o JP Morgan, quisesse fazer o mesmo, mas a porta de saída é estreita demais para um sócio com 44% das ordinárias. A Lupatech carrega uma dívida de aproximadamente R$ 780 milhões. • Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Lupatech e Itaú.

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03.10.16
ED. 5467

Novos tempos

 Com os seguidos lucros trimestrais do Banco Votorantim, os Ermírio de Moraes já acham que não precisam tanto do Banco do Brasil por perto.

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04.04.16
ED. 5340

Lupatech inicia sua operação desmonte

 A Lupatech – uma das tantas empresas do setor de óleo e gás pisoteadas pela Lava Jato e órfãs dos investimentos da Petrobras – está se desmanchando. Em recuperação judicial, a companhia decidiu fechar uma fábrica na Bahia, lançando mais 350 nomes nas estatísticas de desemprego do “petrolão”. A medida é um reflexo direto da drástica redução de encomendas da Petrobras, que nos áureos tempos, chegou a responder por quase 90% do faturamento da Lupatech. A unidade de Rio das Ostras, no Norte fluminense, deverá ter o mesmo destino e ser desativada. A empresa também vai se desfazer de ativos. O plano de desmobilização deverá ser encabeçado pela Lupatech Oil Field Services, seu braço de prestação de serviços para petroleiras criado a partir da associação com outra empresa do segmento, a Penta OFS.  Por mais paradoxal que possa parecer, a operação de desmonte é a única boa notícia que a Lupatech tem a oferecer neste momento. O imediato enxugamento do grupo é visto pelos acionistas – entre eles Itaú, Banco Votorantim, JP Morgan e BNDES – e pelos credores como a única possibilidade de saída da recuperação judicial e até mesmo de sobrevivência do negócio. A capitalização de R$ 1 bilhão feita pelos sócios no início do ano passado não deu nem para a partida. A empresa tem um passivo de R$ 600 milhões para um patrimônio líquido de R$ 100 milhões. Nos últimos dois anos, perdeu mais de R$ 700 milhões. Procurada pelo RR, a Lupatech não comentou o assunto.

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09.03.16
ED. 5323

Votorantim

O Banco Votorantim tem reduzido substancialmente a oferta de crédito para a compra de veículos. Logo agora que a instituição sai das cordas e volta a dar lucro não é hora de brincar com essa tal de inadimplência. Procurada pelo RR, o Banco Votorantim não comentou o assunto.

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22.11.13
ED. 4783

Esteves acha um atalho para o Banco Votorantim

 É impressionante como Eike Batista, ou melhor, como a débâcle de Eike Batista faz bem a André Esteves. O banqueiro foi muito bem remunerado para ser adviser de uma reestruturação que sequer chegou a entregar. Só na venda da MPX, teria embolsado aproximadamente R$ 50 milhões, isso para não falar do valor intangível do acesso a s mais intestinas informações do Grupo EBX – um conhecimento que pode ter mil e uma serventias. No entanto, nessa curiosa e bem recompensada convivência, o maior dos ganhos obtidos por Esteves não deverá vir pelo seu figurino de conselheiro. Por vias transversas, Eike tem tudo para ser o responsável pela consumação do maior e mais cobiçado projeto do banqueiro: ser sócio, a um só tempo, da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil. O “X” da questão é a execução da garantia dada pelo Banco Votorantim ao empréstimo de US$ 228 milhões do BNDES a  OSX. Ao que tudo indica, o pagamento da carta-fiança, anunciado nesta semana, foi a gota d’água na conflituosa sociedade entre o BB e os Ermírio de Moraes, sócios no Votorantim. O desembolso dos US$ 228 milhões praticamente aniquilou qualquer possibilidade de o banco fechar o último trimestre do ano no azul e interromper a longa sequência de prejuízos. Somando-se os balanços de 2011 e de 2012, as perdas chegam a impressionantes R$ 2,2 bilhões. Nos noves primeiros meses deste ano, o déficit acumulado é de R$ 633 milhões. Ressalte-se que a direção do Votorantim teria aprovado a concessão da carta-fiança sem a anuência do BB. O resultado não poderia ser outro. Segundo fontes ligadas a  instituição, a situação acicatou de tal forma o relacionamento entre as partes que já se dá como certo o rompimento – leia-se a saída dos Ermírio de Moraes, que, aliás, querem deixar esse barco não é de hoje. Neste caso, todos os caminhos levam na direção do BTG Pactual. Há tempos que André Esteves se movimenta para fincar sua bandeira no Votorantim – ver RR edição nº 4.374. Desta forma, o dono do BTG fecharia seu tão sonhado Grand Slam bancário, tornando- se parceiro da Caixa, por meio do Banco Pan (o antigo PanAmericano), e do BB, no Votorantim. A partir daí, as derivações não têm limite. Esteves poderia, por exemplo, criar uma holding onde penduraria suas participações nos dois bancos. O passo seguinte? Bem ao estilo do BTG, que tal um IPO desta futura empresa? O disfarçado incesto da banca pública – o banqueiro privado fecha os vértices do triângulo com o BB e a CEF – deixará André Esteves em posição privilegiadíssima no setor. A interseção societária com o BB e a Caixa significará o acesso a dois dos maiores canais de distribuição do varejo bancário no Brasil: a dupla soma mais de oito mil agências. A operação, diga-se de passagem, viria em um momento oportuno. O Pan não é o sofrido Banco Votorantim, mas o BTG também tem suado para colocar a casa em ordem. Um caso emblemático é área de crédito imobiliário. Nem mesmo a coabitação societária com a Caixa tem sido suficiente para alavancar o negócio. Muito pelo contrário. Nos últimos meses, o Banco Pan reduziu a oferta de recursos e adotou critérios mais rigorosos para a concessão de empréstimos, inclusive com a suspensão de uma leva de contratos que já estavam pré-aprovados.

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