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planos
07.11.17
ED. 5740

Gigante da saúde

A Anthem, uma das maiores empresas de planos de saúde dos Estados Unidos, estaria em conversações para comprar a Intermédica – controlada pelo fundo norte-americano Bain Capital. Ainda que de forma indireta, o grupo já “esteve” no Brasil. Em 2015, a Anthem incorporou a Cigna, que comeu o pão que o diabo amassou na breve associação com a Golden Cross.

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21.09.17
ED. 5709

O que eles querem…

A Bain Capital mandou para a UTI os planos de IPO da Intermédica. O que os norte-americanos querem mesmo é vender a empresa de plano de saúde.

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13.07.17
ED. 5660

Quem não tem IPO…

Após suspender a abertura de capital da NotreDame Intermédica, o fundo norte-americano Bain deverá retomar as negociações para a venda do controle da empresa de planos de saúde.

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A NotreDame Intermédica é uma espécie de XP Investimentos dos planos de saúde. Protocolou o pedido de IPO na CVM, mas, a exemplo da corretora, o que quer mesmo é vender um pedaço do capital para um investidor estratégico. Sua controladora, a norte-americana Bain Capital, mantém negociações com três grupos do setor. O candidato mais forte seria a UnitedHealth, dona da Amil.

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02.05.17
ED. 5609

Plano de saúde

A Advent entrou na disputa pela Intermédica, colocada à venda pela Bain Capital.

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26.10.16
ED. 5483

Teuto e Medley chegam ao seu prazo de validade

  A Pfizer e os herdeiros do empresário Valterci de Melo – donos, respectivamente, de 60% e 40% do Teuto – vão anunciar até o início de dezembro a venda do controle do laboratório. Estima-se que a operação, conduzida pelo JP Morgan e pelo BTG, fique em torno de R$ 1 bilhão. Dos seis concorrentes que iniciaram a disputa apenas três entraram na reta final: as gestoras norte-americanas Advent e Bain Capital e a indiana Torrent Pharmaceuticals, já presente no Brasil. A venda do Teuto encerrará uma relação societária esquizofrênica: desde que se uniram, em 2010, a Pfizer e a família Melo vivem num ambiente de hostilidade mútua e alguma dose de paranoia. Os norte-americanos sempre alimentaram a suspeita de que os sócios, à frente da gestão, usaram de artifícios contábeis para inflar os números da companhia e, com isso, aumentar o valor de venda dos seus 40%. Em meio às enfermidades societárias, o Teuto vem apresentando um desempenho financeiro frustrante. Para não perder mercado, abusou de uma agressiva política de preços nas negociações com o varejo – em alguns casos de até 80% –, asfixiando sua rentabilidade. Sua margem Ebitda, que, há dois anos, beirava os 30%, já estaria abaixo dos 15%, o menor índice desde 2012. Procurado, o Teuto não quis comentar o assunto. Torrent, Advent e Bain Capital também não se pronunciaram.  A venda do Teuto terá razoável impacto no mercado de genéricos – segmento responsável por mais de 60% do seu faturamento (R$ 560 milhões no ano passado). O laboratório é o oitavo maior fabricante de medicamentos sem patente do país. Foi exatamente este o fator que atraiu para a disputa a Torrent Pharmaceuticals, que fatura mais de US$ 3 bilhões por ano em todo o mundo. O grupo, que atua há 14 anos no mercado brasileiro apenas importando medicamentos da Índia, está decidido a ter uma produção própria de genéricos no país. O apetite dos indianos pode ser medido pela sua presença nas duas grandes operações de M&A em curso no setor. Além da proposta pelo Teuto, a Torrent também estaria em conversações com a Sanofi Aventis, que teria colocado à venda o controle do Medley – outros candidatos seriam os laboratórios brasileiros Cimed e Aché. Consultada, a Sanofi “não confirma que o Medley esteja à venda”. Cimed e Aché não se pronunciaram.  Esta, sim, seria uma operação capaz de chacoalhar o ranking do mercado brasileiro de genéricos. O Medley é o segundo maior fabricante do país, atrás apenas da EMS . Neste ano, deverá faturar mais de R$ 1 bilhão no segmento. Para o Aché, por exemplo, a aquisição valeria a liderança na venda de genéricos no Brasil, com mais de R$ 1,5 bilhão de receita anual. A exemplo do Teuto, o Medley desperta a cobiça da concorrência mais pela sua estratégica posição de mercado do que exatamente pela performance financeira. O futuro controlador terá trabalho: o laboratório dá prejuízo há dois anos, apesar da profunda reestruturação conduzida pela Sanofi Aventis. Os franceses perderam mais tempo tentando consertar a herança que receberam do que pensando na expansão do negócio. A Medley tinha uma pesadíssima estrutura de custos. Por custos, entenda-se não apenas os corporativos como os de seus controladores. Em um ano, o laboratório teria desembolsado quase R$ 100 milhões para pagar despesas pessoais da família Negão, sua antiga controladora.

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12.08.16
ED. 5432

Plano de saúde

 A Bain Capital estaria em negociações para a compra de uma participação na Hapvida, maior empresa de planos de saúde do Nordeste. A gestora norte-americana já tem um pé fincado no setor por meio da Intermédica . • Procuradas pelo RR, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Hapvida e Intermédica.

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 A operação Boca Livre, que investiga fraudes no uso de recursos da Lei Rouanet, acendeu um sinal de alerta na Bain Capital. A gestora norte-americana – dona da NotreDame Intermédica, “visitada” pela Polícia Federal na ultima terça-feira – teme ter herdado esqueletos que dificilmente uma due diligence encontra.

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17.05.16
ED. 5370

Interodonto tira o sorriso da Bain Capital

 A Interodonto tornou-se um dente careado entre os ativos da Bain Capital no Brasil. Há quase um ano, a gestora norte-americana procura um comprador para a deficitária carteira de planos dentários herdada com a aquisição da Intermédica – esta, sim, um aço do setor de medicina de grupo. Nesse intervalo, o ativo tem se depreciado ainda mais. Depois de dois anos seguidos de crescimento, ainda que residual, a carteira de clientes caiu 10% em 2015 e deverá repetir a performance neste ano. A Interodonto já chegou a representar mais de 30% do faturamento total do grupo – rebatizado de Notre Dame Intermédica. Neste ano, segundo informações filtradas junto à própria empresa, não deverá corresponder sequer a 15% da receita total.  Ao menos no seu plano estratégico, a Bain Capital já fez o “write off” do negócio. A Interodonto deverá receber neste ano um volume de investimentos 70% inferior ao do ano passado, da ordem de R$ 60 milhões. Os norte-americanos vão desembolsar o mínimo do mínimo, o suficiente para manter a operação de pé, à espera de um comprador. Em tempo: enquanto isso, a Intermédica vai bem, obrigado. O faturamento de 2015 bateu nos R$ 2,5 bilhões, com crescimento de 20%. Procurada pelo RR, a Notre Dame não comentou o assunto.

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10.03.16
ED. 5324

Saúde coletiva

 Em mais uma medida para arrumar a casa da Intermédica e colocá-la entre as líderes do setor de seguro saúde, o fundo americano Bain Capital decidiu zerar os planos individuais da companhia. A participação dos coletivos já representa mais de 90% da carteira. O restante deverá ser vendido. Procurada pelo RR, a Intermédica não comentou o assunto.

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 Os estrangeiros marcham a passos cada vez mais largos na área de saúde. É o caso da Bain Capital, que administra mais de US$ 70 bilhões em ativos. Dona da Intermédica, a gestora norte-americana estaria em negociações para a compra de mais uma companhia de medicina de grupo no país: o Grupo Empresarial Centro Clínico Gaúcho, que atua em Porto Alegre e mais sete cidades do estado. Com cerca de 220 mil beneficiários, o plano de saúde fatura por ano algo em torno de R$ 300 milhões. Consultado, a Centro Clínico Gaúcho informou que mantém relações comerciais com a Intermédica, mas garantiu que seu controle não está à venda.  A aquisição se encaixaria com precisão cirúrgica na estratégia traçada pela Bain Capital para expandir a atuação da Intermédica. O receituário dos norte-americanos prevê a aquisição de operadoras de médio porte com razoável presença regional. Era o caso da Paulista Santamália, de 260 mil clientes, comprada no ano passado. É o perfil também de uma importante companhia de medicina de grupo do Nordeste que está na mira da Bain Capital. Caso a negociação com a Centro Clínico Gaúcha seja selada, a Intermédica chegará à marca de R$ 3,5 bilhões de faturamento e mais de três milhões de vidas, tornando-se um dos cinco maiores grupos do setor no país. Ultrapassará, de uma vez só vez, a Unimed Paulistana, em gravíssima situação financeira, e a cearense Hapvida.  A intenção da Bain Capital é avançar também no processo de verticalização da Intermédica, com a expansão de sua rede própria de atendimento, hoje composta por oito hospitais e 54 clínicas. No ano passado, aliás, os norte-americanos cancelaram o registro da seguradora Notre Dame, também de sua propriedade, e transferiram toda a carteira de clientes da empresa para a Intermédica. Pela legislação brasileira, empresas de seguro-saúde não podem ter hospitais próprios. A  Intermédica não retornou o assunto.

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02.09.15
ED. 5198

Bain Capital crava os caninos na Interodonto

Os norte-americanos da Bain Capital estão rangendo os dentes. O bruxismo reflete a aflição da gestora de recursos com os resultados da Interodonto – operadora de planos odontológicos herdada com a aquisição da NotreDame Intermédica no ano passado. É bem verdade que a empresa de saúde dental ajudou a ampliar a base de beneficiários do grupo, que rompeu a marca de um milhão de clientes. A quantidade, no entanto, não se transformou em rentabilidade. A margem de lucro da Interodonto gira em torno dos 5% sobre o faturamento – já foi superior a 8%. Sua participação relativa no negócio tem caído mês após mês: no início do ano representava quase 30% do faturamento total da NotreDame; hoje, esse número já está perto dos 20%. Resultado: esse é um dente que está prestes a cair. A Bain Capital já estaria em busca de um comprador para a Interodonto. Como isca, asseguraria ao novo controlador o direito de permanecer utilizando o balcão de vendas da NotreDame para oferecer seus planos odontológicos. Dois candidatos naturais ao negócio seriam a Odontoprev e a Amil, líder e vice-líder do mercado. Donas, respectivamente, de uma carteira com oito e dois milhões de clientes, as duas empresas arrancariam da Interodonto ganhos de escala que a NotreDame não consegue capturar. A julgar pela conjuntura, a Bain Capital sabe que o negócio tende a piorar. No médio prazo, a retração da economia e a consequente redução do número de empregos formais terá um impacto sobre toda a operação da NotreDame. No caso da venda de seguros-saúde, em que as margens se mantêm num nível aceitável, dá para segurar; o mesmo não se aplica à Interodonto. * A Interodonto não comentou sobre os resultados recentes.

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