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01.11.17
ED. 5737

Maçã mordida

É grande a pressão sobre a diretoria da Apple no Brasil por conta do lançamento do iPhone 8 e iPhone X, que começam a ser vendidos no país até o fim deste mês. A empresa vem de dois anos decepcionantes no mercado brasileiro, com queda de 30% na comercialização do smartphones. Um terceiro ano ruim não será perdoado.

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08.09.17
ED. 5700

Maçã mordida

Nem mesmo um dos mais febris objetos de desejo tem resistido à retração do consumo. A Apple teria amargado uma queda de 30% nas vendas do iPhone no Brasil ao longo do primeiro semestre.

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23.12.16
ED. 5523

Maçã mordida

Nem a Apple escapou do Natal da crise. As vendas do iPhone 7 no Brasil estão cerca de 20% abaixo das estimativas dos norte-americanos. Com um PIB a menos 4,4%, uma lembrancinha de R$ 3,5 mil não é para qualquer um.

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04.11.16
ED. 5489

Safra de maçãs

A Apple pretende abrir mais duas lojas no Brasil. Uma delas ficará na Região Sul. A outra, provavelmente no Rio, na área do Porto Maravilha. Mas dependerá muito do que o novo prefeito, Marcelo Crivella, terá a oferecer em contrapartidas. • Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Apple.

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30.09.16
ED. 5466

Celulares da Xiaomi tocam bem baixinho no Brasil

 A chinesa Xiaomi deve passar como um meteoro pelo Brasil. Apenas um ano após a sua chegada, a gigante asiática da área de tecnologia, com faturamento anual em torno de US$ 25 bilhões, estaria se preparando para deixar o país. Os sinais de despedida vêm dos mais diversos lados. Nos últimos três meses, a empresa teria dispensado mais de uma dezena de funcionários do seu escritório de São Paulo. A produção local de smartphones foi suspensa. De acordo com informações filtradas junto à Vivo, um dos principais parceiros comerciais dos chineses no Brasil, desde junho a Xiaomi vem reduzindo o volume de handsets entregues à operadora. A distribuição de aparelhos para o varejo, notadamente sites de comércio eletrônico como Americanas.com e Submarino, estaria praticamente suspensa. Os novos modelos importados que eram aguardados para meados deste ano sequer chegaram ao Brasil. Procurada pelo RR, a Xiaomi nega que esteja deixando o país. Informa que “apenas decidiu não lançar novos produtos no curto prazo”. A empresa confirma que interrompeu a produção no Brasil devido a mudanças nos incentivos fiscais para a produção local, mas garante que a decisão é temporária. Sobre os cortes de pessoal, a Xiaomi diz que “decidiu centralizar a maior parte do seu know how de marketing e mídia no escritório central, em Pequim”.  Uma das maiores fabricantes de smartphones do mundo e sensação das bolsas asiáticas, com valor de mercado da ordem de US$ 50 bilhões, a Xiaomi chegou ao Brasil com o discurso afiado. Prometia atingir, em poucos anos, o top three do setor, ficando atrás apenas da Samsung e da Apple. Deu tudo errado. No segundo semestre de 2015, os chineses teriam comercializado apenas 35 mil celulares, menos da metade do esperado. Em 2016, mesmo após uma dose extra de investimentos em marketing, a Xiaomi não decolou: de janeiro para cá, as vendas não passaram dos 15 mil aparelhos. Consultada, a empresa informa que não divulga seus números por país. Algumas decisões equivocadas dos asiáticos contribuíram para o mau desempenho. Uma delas, a opção inicial de oferecer smartphones por meio do próprio site e de parceiros quase exclusivos, como a Vivo, em detrimento do varejo convencional.  A se confirmar, a melancólica saída do Brasil talvez seja o primeiro grande fracasso na biografia do empresário chinês Lei Jun, fundador da companhia. Dono de um patrimônio pessoal de mais de US$ 10 bilhões, Jun é chamado de “Steve Jobs chinês” e faz de tudo para alimentar a comparação, a começar pela calça jeans e pela camisa preta que costuma usar na apresentação de seus produtos. Parece uma cor adequada para a passagem da Xiaomi pelo Brasil.

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22.09.16
ED. 5460

Apple no Brasil

 A Apple estaria ultimando a instalação de um centro de pesquisas no Brasil, afirmou ao RR um consultor ligado à empresa. Disse mais: a companhia pretende investir em companhias locais fornecedoras de tecnologia e em startups, como já faz em outros países emergentes. Não é a primeira vez que se fala em investimentos da Apple no Brasil. Portanto, vale um desconto na informação. Mas o mercado brasileiro – o terceiro maior do mundo em download de aplicativos, atrás apenas dos Estados Unidos e da China – bem que está merecendo ganhar sua maçã no mapa mundial de investimentos da Apple. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Apple.

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15.09.16
ED. 5455

O show da Apple

 O iPhone 7, lançado na última quarta-feira nos Estados Unidos, deverá chegar ao Brasil na segunda quinzena de novembro. Como de hábito, a Apple vai usar seus fiéis seguidores como peça de marketing, estimulando-os a fazer longas filas e pernoitar na porta das lojas às vésperas do lançamento. A autoimolação é garantia de mídia na certa. • As seguintes empresas não se pronunciaram ou não comentaram o assunto: Apple.

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09.03.16
ED. 5323

Celular da Microsoft no Brasil chama, chama e ninguém atende

  A Microsoft prepara-se para interromper a produção e comercialização de smartphones das marcas Nokia e Lumia no Brasil. De acordo com uma fonte próxima à empresa, em recente reunião com executivos do grupo nos Estados Unidos, a própria presidente da subsidiária brasileira, Paula Bellizia, teria defendido o fim da venda de handsets e a saída em definitivo deste mercado. Os motivos para a decisão são variados, a começar pelo mau desempenho do negó- cio. No ano passado, a comercialização de smartphones da companhia caiu mais de 20%, quase o dobro do declínio do mercado em geral, em torno de 12%. Ninguém melhor do que a executiva para reconhecer as limitações concorrenciais da Microsoft neste segmento. Até julho do ano passado, ela comandava a Apple no Brasil, empresa que disputa palmo a palmo com a Samsung a liderança do mercado de smartphones.  O mais curioso é que o share do Windows Phone, sistema operacional que concorre com o iOS (Apple) e Android (Google), cresceu em 2015 no Brasil, saindo de 3,9% para perto de 5,5%. No entanto, esse avanço se deveu basicamente às vendas de outros aparelhos que usam o sistema, como Samsung e LG. Se dependesse do santo de casa, ou seja, as marcas Nokia e Lumia, provavelmente a participação de mercado do Windows Phone no Brasil seguiria lá atrás.  O consenso na Microsoft Brasil é que a empresa deve se concentrar na produção de softwares e na venda de PCs e consoles de video game, o Xbox. Mesmo porque os resultados obtidos no core business também não são nada alvissareiros. No ano passado, as vendas de programas, por exemplo, caíram em torno de 15%. Nem mesmo o lançamento mundial do Windows 10, o novo sistema operacional da companhia e grande aposta comercial dos norte-americanos, foi capaz de frear a queda. Procurada pelo RR, a Microsoft não comentou o assunto.

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21.09.15
ED. 5210

Nova gestão da Microsoft deleta até pensamento

A executiva Paula Bellizia, depois de um pit stop no comando da Apple, desembarcou na presidência de sua antiga casa, a Microsoft , com uma missão prioritária: passar a única fábrica da companhia para frente. Paula vem vestida para matar – empregos e salários – e para vender. O comprador preferido é a chinesa Flextronics, parceira mundial da Microsoft. Os orientais têm uma operação no Brasil, mas ainda aquém das suas ambições. Ela se resume a duas fábricas em Manaus e uma em São Paulo. Mesmo assim, a Flextronics é líder na fabricação de produtos eletrônicos para terceiros no Brasil. Com a aquisição da planta da Microsoft, ela se capacitaria a disparar no ranking e se tornar forte fornecedora da própria empresa norte-americana, ou seja, compra a fábrica e o mercado. Até chegar a esse ponto, Paula vai ter de luzir e lipoaspirar a companhia. É importante subir o valor do ativo. Do lado das vendas, a Microsoft está enfrentando uma queda nas vendas de PCs, que nos primeiros meses do ano chegou a 20% em relação a 2014. O resultado terá impacto direto na comercialização do Windows 10, recentemente lançado, mas apenas para atualizações dos usuários dos sistemas operacionais anteriores. Paula Bellizia aposta que o produto é o melhor caminho para tirar o foco da queda na demanda dos smartphones e dos consoles. Tanto os celulares Lumia e Nokia quanto o Xbox têm apresentado crescimento bem abaixo das metas e da performance do ano passado. A expansão nas vendas está em média 50% inferior à do ano passado. A produção de celulares foi reduzida em mais de 70% e a planta está quase exclusivamente restrita à fabricação de consoles Xbox. Paula vai rodar a manivela do aumento da produtividade e colocar para funcionar o software da sangria dos postos de trabalho. O enxugamento do quadro de pessoal, iniciado no ano passado, já detonou quase mil vagas, sendo que 80% nos meses de junho e julho de 2015. Segundo um dirigente do Sindicato dos Metalúrgicos do Amazonas, restaram em torno de mil empregados dos mais de dois mil trabalhadores da empresa. Os contratos com fornecedores serão renegociados e os financiamentos alongados. Paula pretende colocar no colo da Flextronics, no fim deste ano, uma fábrica reluzente. Se conseguir, merece uma medalha entregue por Bill Gates.

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03.07.15
ED. 5155

A ex-Apple Paula Bellizia

 A ex-Apple Paula Bellizia assume a presidência da Microsoft no Brasil com o desafio de recuperar o bom e velho ritmo de vendas de softwares. No último ano fiscal, a receita cresceu 20%. Visto a olho nu, trata-se de um índice expressivo. Só que os norte-americanos estão mal-acostumados. Mesmo com a economia aos solavancos, não se conformam com uma performance tão distante da registrada nos últimos dois anos, quando as vendas de softwares no país cresceram, em média, 40%.

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12.06.15
ED. 5140

Sai de baixo

A Apple promete uma estratégia de preços arrasa-quarteirão para o lançamento de seu serviço de streaming no Brasil, previsto para o próximo dia 30.

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28.05.15
ED. 5130

Maçã mordida

É dura a vida na Apple. Que o diga a presidente da companhia no Brasil, Paula Bellizia. A executiva entregou um aumento de 40% nas vendas de iPhone em 12 meses. Recebeu de volta uma reprimenda dos norte-americanos, que esperavam uma alta de 60%. Será que eles têm lido os jornais brasileiros?

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