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21.08.20

Barão de Munchausen

Os advogados de Lula vão entrar nos próximos dias com o pedido de anulação da delação premiada de Antonio Palocci. A defesa do ex-presidente vai se agarrar com unhas e dentes ao inquérito da PF conduzido pelo delegado Marcelo Daher. Segundo a investigação, as “revelações” de Palocci contra Lula não passam de um “corta e cola” do noticiário.

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21.11.19

Tiro de festim

O ex-presidente do STJ Cesar Asfor confidenciou a uma fonte do RR que vai entrar na Justiça contra Antonio Palocci. Em sua delação, o ex-ministro acusou Asfor de receber R$ 5 milhões em propina da Camargo Corrêa. O contra-ataque pode até valer para demarcar território, mas, a essa altura, um processo a mais ou a menos vai pesar como caspa sobre os ombros de Palocci.

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10.10.19

Palocci estraga os planos de André Esteves

A recente delação de Antônio Palocci acusando André Esteves de insider information vai mudar os planos do banqueiro. Esteves, que retornou de mansinho no ano passado à posição de sênior partner do BTG, tornou-se um comprador compulsivo de ações do próprio banco, ampliando bastante sua já expressiva participação acionária. O próximo passo seria retornar ao posto de presidente da instituição. A deduração de Palocci, por motivos óbvios, abortou o plano. A decisão foi tomada em reunião informal com os principais sócios. Ganha o BTG.

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08.10.19

Recuo da Lava Jato

A força-tarefa da Lava Jato chegou a cogitar uma acareação entre Lula e o delator Antonio Palocci. A ideia, no entanto, foi engavetada. Com o crescente risco de anulação da sentença no STF, seria uma oportunidade de ouro para o ex-presidente transformar a confrontação em palanque e desancar a “República de Curitiba” e o ex-juiz Sergio Moro.

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03.10.19

Uma testemunha sob medida

Aos olhos da força-tarefa da Lava Jato, a forma como Antonio Palocci construiu sua delação contra a Camargo Corrêa foi bastante conveniente para a empresa. Ao denunciar que a empreiteira teria pagado propina para que a Petros comprasse a sua participação na Itaúsa, Palocci jogou toda a arquitetura do esquema nas costas do falecido ex-ministro Luiz Gushiken. Segundo o RR apurou, os únicos relatos com algum grau de precisão feitos por Palocci em seu depoimento se referem a supostas reuniões entre Gushiken e representantes da Camargo Corrêa. A defesa das herdeiras de Sebastião Camargo vai pintar e bordar com esse álibi do além.

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05.09.19

Um tiro de curva em Lula

Segundo o RR apurou, em sua delação o ex-ministro Antonio Palocci centrou fogo no ex-presidente da Funcef, Guilherme Lacerda. Palocci teria esmiuçado detalhes de desvios de recursos da fundação sob a forma de investimentos em FIPs da área de infraestrutura durante a gestão de Lacerda. Mirar no executivo é atirar em Lula. Guardadas todas as proporções, no quesito longevidade Lacerda foi uma espécie de Henrique Meirelles da Funcef: permaneceu à frente da fundação ao longo dos dois mandatos de Lula, assim como Meirelles no BC.

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22.05.19

Palocci ataca novamente

O juiz Luiz Antonio Bonat, substituto de Sérgio Moro na 13ª Vara Federal de Curitiba, estaria prestes a autorizar a publicação de mais trechos da delação do ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci. O alvo prioritário seria o ex-governador de Minas Gerais Fernando Pimentel, com novas denúncias sobre o esquema de propinas para a compra de Medidas Provisórias no governo Lula.

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15.04.19

Grupo Caoa enxerga o Ministério Público no retrovisor

Como se não bastassem as acusações de Antonio Palocci de que o Grupo Caoa repassou propina ao filho de Lula, o Ministério Público de Goiás também está no encalço da montadora. Segundo informações filtradas do próprio MP-GO, os procuradores reuniram evidências de que a montadora, representante da marca Hyundai no Brasil, teria transferido recursos ilegais ao ex-governador Marconi Perillo em contrapartida à concessão de incentivos fiscais. De acordo com a fonte do RR, os supostos pagamentos teriam se intensificado em 2017, quando a Caoa anunciou um novo pacote de investimentos no estado para a produção de veículos da marca Chery.

O RR enviou uma sériemde perguntas à Caoa, mas a empresa não quis se pronunciar. O MP-GO informou que “Como desdobramento da ação já protocolada questionando a concessão de benefícios fiscais por lei de 2014, há algumas investigações em andamento, que tramitam em sigilo”. Disse ainda “que não há como confirmar o nome de nenhum investigado bem como o objeto da investigação”. O caso Caoa é um combustível a mais nas investigações contra Marconi Perillo por suposto favorecimento a empresas mediante renúncia fiscal.

Em fevereiro, o MP-GO pediu à Justiça o bloqueio de R$ 3,9 bilhões em bens de Perillo para cobrir supostos prejuízos causados aos cofres públicos ao isentar mais de mil companhias de pagar juros  dívidas com o próprio estado. Por meio de sua assessoria, o exgovernador Marconi Perillo informou que o “Programa de Recuperação Fiscal – Regulariza 2014 foi rigorosamente amparado pelas decisões do Confaz”. Afirmou ainda que todos os seus bens “estão devidamente declarados em seu Imposto de Renda, com valor total de R$ 6 milhões”. Em relação à Caoa, Perillo diz que a relação do estado de Goiás com a companhia “sempre se deu no nível institucional”.

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A convocação de Antônio Palocci e Guido Mantega é apenas um aquecimento. O presidente da CPI do BNDES, o deputado tucano Vanderlei Macris, guarda no bolso do colete um pedido de acareação entre os dois ministros da Fazenda do governo Lula.

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14.02.19

Luta inglória

A defesa de Lula tenta anular a convocação de Antonio Palocci como testemunha de acusação do processo que apura possível tráfico de influência do ex-presidente na compra dos caças da Força Aérea. Os advogados levantam a suspeição de Palocci devido aos acordos de delação premiada que ele fechou em ações no âmbito da Lava Jato – nos dois casos usando acusações a Lula como moeda de troca.

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