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04.12.17
ED. 5758

O “arco da velha” da gestão Cabral

A expectativa entre os procuradores da Operação Calicute é que a prisão de Henrique Alberto Ribeiro, ex-presidente do Departamento de Estradas de Rodagem do Rio (DER-RJ), seja decisiva para desenterrar cobras, lagartos e outros répteis entocados na estatal. O alvo prioritário é o Arco Metropolitano do Rio, uma das maiores obras do DER-RJ no governo de Sérgio Cabral. Ribeiro era responsável pela negociação de contratos com as empreiteiras.

Segundo o RR apurou, há indícios de que recursos teriam sido desviados para financiar campanhas de aliados de Cabral. Procurado, o Ministério Público Federal não se pronunciou até o fechamento da edição. O projeto do Arco Metropolitano começou em R$ 1 bilhão. Ao ser inaugurado, em 2014, havia consumido mais de R$ 2 bilhões em meio a uma teia de aditivos contratuais.

Entre a construção do Arco e manutenção e reparos de rodovias vicinais, o empreendimento envolveu mais de três dezenas de empreiteiras, entre elas Odebrecht, Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa, Delta e Carioca – todas devidamente devassadas pelas Lava Jato. Não custa lembrar que projeto também está na mira do Cade. Com base em acordo de leniência com a OAS, o Conselho investiga a formação de cartel nas obras de construção do Arco Metropolitano que envolveriam 23 empreiteiras.

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08.11.17
ED. 5741

MP mapeia os caminhos entre Andrade Gutierrez e Regis Fichtner

A delação do marqueteiro Renato Pereira ainda vai render. Virão à tona as relações perigosas da Andrade Gutierrez com Regis Fichtner, secretário da Casa Civil do Rio de Janeiro durante o governo de Sérgio Cabral. A colaboração entre ambos ia além das prebendas para lá, caixa dois para cá.

De acordo com a delação de Pereira, sua prestação de serviços a Sergio Andrade era interestadual, com uma ponte para Minas Gerais. Do lado das Alterosas estavam Aécio Neves e Andrea Neves, fregueses contumazes da Andrade Gutierrez. Nessa trama, entram, por exemplo, as investigações sobre o suposto pagamento de propina à empreiteira na construção da Cidade Administrativa, uma das obras mais caras do governo de Aécio – aproximadamente R$ 2 bilhões.

Na procuradoria Sergio Andrade e Regis Fichtner são apontados como pertencentes à “turma do teflon”. Até agora pouca coisa grudou nos dois. Não é por falta de gordura na frigideira. A Andrade Gutierrez já fechou acordo de leniência. Fichtner, por sua vez, foi citado em depoimento de Luiz Carlos Bezerra, apontado como um dos operadores do esquema de Cabral.

Ele afirmou à Justiça ter levado pessoalmente ao ex-secretário dinheiro vivo fruto de propina. A imprensa já noticiou, inclusive, que o próprio Fichtner estaria negociando sua delação, o que, por ora, não se confirmou. Fichtner estava na Casa Civil quando a Andrade Gutierrez participou das obras do Maracanã.

No mesmo período, em 2010, a Cemig, da qual a empreiteira é sócia, aumentou sua participação na Light. Inicialmente, Sérgio Cabral era contrário à hipótese da estatal mineira amplificar seu poder na distribuidora fluminense. Fichtner foi convocado para aparar as arestas. A conta do acerto teria ido para a Andrade Gutierrez. A companhia agiu ainda em consórcio com duas empreiteiras carimbadas no governo Cabral: Carioca e Delta. Segundo o RR apurou, Renato Pereira disse que a articulação e montagem jurídica dos consórcios ficava, na surdina, a cargo de Fichtner. Procurados pelo RR, a Andrade Gutierrez, Regis Fichtner e o Ministério Público Federal não se pronunciaram.

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Mencionado nas delações da Odebrecht e da Andrade Gutierrez, Edison Lobão segue inabalável. Já iniciou sua campanha de reeleição ao Senado pelo PMDB, sempre com as bênçãos de José Sarney.
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Não é só: no Banco do Brasil, já se dá como certo que Marcio Lobão, filho do ex-ministro, terá seu mandato renovado à frente da Brasilcap. “Lobinho” também está citado na Lava Jato. Mas isso não passa de um detalhe.

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25.10.17
ED. 5732

Cuba e Andrade Gutierrez seriam um Frankenstein improvável

Quando se achava que tudo estava terminando é que se encontra mais. O Ministério Público está fuçando obras da Andrade Gutierrez em Cuba, que, até então, não constavam da lista das “top suspeitas”. De obras em Cuba somente se falava no Porto de Mariel, a cargo da Odebrecht, que representa um dos maiores financiamentos do BNDES no setor de exportação de serviços de engenharia. Segundo a fonte do RR, a suspeição é que a Andrade Gutierrez teria feito uma inusitada triangulação financeira entre países, realocando para projetos em Cuba empréstimos originalmente concedidos pelo BNDES para empreendimentos em Angola. Seria um Frankenstein sem tamanho, uma exótica combinação que envolveria superfaturamento de obra, incompetência, para se dizer o mínimo, do banco de fomento para avaliar empréstimos – uma hipótese na qual o RR não acredita –, e uma estranha troca de chumbo entre dois países de governos ditatoriais. Estranho, mas não impossível. Consultado, o BNDES informou que não financiou projetos da Andrade Gutierrez em Cuba, mas confirmou ter concedido crédito para contratos da companhia em Angola.

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Nota da Redação: a Andrade Gutierrez preferiu não responder às perguntas enviadas sobre o assunto. Ao contrário: seu diretor de comunicação, André Moragas, optou por fazer maledicências e associações desonrosas ao Relatório Reservado, esquecendo-se que procurou o RR em diversos momentos para repassar informações sobre empreiteiras concorrentes. Apesar das grosserias, o RR permanece aberto aos esclarecimentos de Moragas, toda vez que ele assim considerar necessário.

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17.10.17
ED. 5726

Andrade Gutierrez e Camargo Corrêa se unem contra Odebrecht

O oligopólio das empreiteiras vai ruir de vez. Agora, com um confronto aberto no setor de exportação de serviços de engenharia. De um lado do ringue, acusando golpes violentos, encontra-se a Odebrecht, até 2016 disparado o maior player brasileiro deste mercado; do outro, competindo em dupla estão Andrade Gutierrez e Camargo Corrêa. As duas empreiteiras – por sinal, sócias na CCR – pretendem concorrer nesse segmento, agora sem o apoio do BNDES, por meio de consórcio, uma forma de otimizar as condições de financiamento.

Um dos alvos de Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez é Angola, historicamente um importante mercado da Odebrecht. Na semana passada, inclusive, surgiu na imprensa a informação de que a companhia baiana está fechando um pacote de obras no país africano da ordem de US$ 1,8 bilhão, sem detalhes sobre os projetos e, muito menos, a fonte de financiamento. Procuradas pelo RR, Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez negaram a parceria para a exportação de serviços de engenharia. Está feito o registro.

A direção da Camargo Corrêa tem feito um lobby descarado, no Brasil e no exterior, para piorar ainda mais a imagem da Odebrecht. O slogan vai na linha “A reputação é fundamental nos quatro cantos do mundo”. Não é preciso explicar a quem se dirige. Já a Andrade Gutierrez divulgou que em até três anos os contratos no exterior deverão responder por metade do volume de negócios de sua construtora.

A novidade é a combinação entre ambas para isolar a Odebrecht, que teve seu nome mais danificado do que as rivais no mercado internacional. No fim do ano passado, por exemplo, autoridades do Panamá suspenderam um contrato de US$ 1 bilhão com a empreiteira baiana. O governo do Peru, por sua vez, proibiu a construtora de participar de licitações para obras públicas no país. Na teia dos acordos de leniência com os órgãos de controle, Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez se encontram em estágio mais avançado – não obstante o recente recall de suas delações.

A Odebrecht tem a desvantagem de ser a única com o dono preso. Em contraposição, quando o assunto é o ranking das exportações de serviços de engenharia, os baianos sempre estiveram a léguas de distância de vantagem. Segundo estudo do Ipea, entre 2012 e 2016, antes, portanto, do banco praticamente zerar os empréstimos neste segmento, o BNDES financiou um volume de contratos de empreiteiras brasileiras no exterior da ordem de US$ 14 bilhões. A Odebrecht somou US$ 9 bilhões. A Andrade Gutierrez veio bem atrás, com US$ 2,8 bilhões. A Camargo Corrêa, então, comeu poeira, com US$ 441 milhões.

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09.10.17
ED. 5721

Se correr o bicho pega

Não fosse o medo de que a iniciativa pareça uma desfeita aos órgãos reguladores de fiscalização, Camargo Corrêa, Odebrecht e Andrade Gutierrez teriam se reunido para pedir uma arbitragem internacional sobre o seu acordo de leniência no Brasil. Do jeito que está, vivem em um looping com decisões divergentes e alternadas do Ministério Público Federal, Ministério da Transparência, Advocacia-Geral e Tribunal de Contas da União. Nem os mais corruptos merecem essa tortura.

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19.06.17
ED. 5642

CCR pega um metrô em São Paulo

Enquanto o trem do PPI não parte – se é que partirá –, os “maquinistas” da CCR estão debruçados sobre os editais de privatização da linha 5 do Metrô de São Paulo e da chamada Linha 17, o monotrilho de 7,7 quilômetros que ligará Congonhas ao Morumbi. Os leilões serão realizados no dia 4 de julho. A propósito: a CCR é hoje uma espécie de selo indireto de idoneidade de seus dois maiores acionistas, Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez, por ora alijados das licitações públicas.

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13.06.17
ED. 5639

China Gezhouba deságua no setor de saneamento

O setor de saneamento será a porta de entrada no Brasil de uma das maiores empreiteiras chinesas: a China Gezhouba Group Company (CGGC). Uma hidra com negócios em construção civil, energia e transporte e mais de US$ 30 bilhões em ativos, a CGGC está em conversações com a Prefeitura de Cuiabá para assumir a concessão de saneamento na capital mato-grossense. A operação, pertencente à CAB Ambiental, leia-se Galvão Engenharia, está sob intervenção do município desde o ano passado por descumprimento de contrato.

Nos últimos meses, cresceram as chances de a Prefeitura decretar a caducidade do contrato e realizar nova licitação. A CGGC está na primeira fila. Já teria se comprometido a assumir o plano de investimentos de R$ 1,5 bilhão. Procurada pelo RR, a Prefeitura informou que já exigiu da CAB a comprovação de capacidade técnica e operacional para gerir a concessão. Sobre a CGGC, não se pronunciou. Por ora, a profecia da invasão de empreiteiras chinesas no Brasil no rastro da Lava Jato não se consumou.

O desembarque tem se dado na base do conta-gotas, com interesses ainda razoavelmente restritos. É o caso da CGGC, que está abrindo um escritório em São Paulo e chega de olho em dois segmentos: energia e saneamento. Além de Cuiabá, está em negociações com o governo de São Paulo para assumir a PPP de São Lourenço. Constituída originalmente pela Camargo Corrêa e pela Andrade Gutierrez, a PPP é responsável pela construção do novo sistema para o abastecimento hídrico da capital paulista. Trata-se de um projeto de R$ 900 milhões.

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23.05.17
ED. 5624

Escondidinho

Manguinhos, Alemão, Rocinha, Maracanã… No recall da Andrade Gutierrez, o Ministério Público quer encurralar o dono da empreiteira, Sérgio Andrade, no Rio de Janeiro. Andrade, muito liso, até agora se esgueirou da operação. Mas a farra que fez nas obras da cidade merece uma comenda de “grande corruptor do Rio”. Sérgio Andrade dá um documentário.

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17.05.17
ED. 5620

Andrade e Gutierrez

A distinta senhora Angela Gutierrez, acionista da Andrade Gutierrez e integrante do Conselho de Administração da empreiteira, tem vivido dias de muita ansiedade com o recall da Lava Jato. Apesar de não ter nada a ver com as lambanças em sua companhia, não consegue confiar no seu sócio Sérgio Andrade.

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11.05.17
ED. 5616

Andrade Gutierrez é entrave à venda da Usina de Santo Antônio

Os demais acionistas da Usina de Santo Antônio estão convictos de que as duas vozes contrárias à venda da hidrelétrica, na verdade, são uma só: a da Andrade Gutierrez. Na condição de sócia da Cemig e detentora de uma espécie de golden share invisível desde os tempos de Aécio Neves/Antonio Anastasia, a empreiteira estaria pressionando a estatal mineira a também recusar a oferta da chinesa State Power Investment Company (SPIC) pelo controle da geradora. Os asiáticos avaliaram a usinaem cerca de R$ 8 bilhões. Segundo fonte que participa da negociação, a Andrade Gutierrez não fecha negócio por menos de R$ 10 bilhões. A Cemig, que, a princípio, era favorável à proposta, subitamente também teria recuado. Consta, inclusive, que os representantes da distribuidora não teriam participado das últimas reuniões com a SPIC. Sem a unanimidade, a venda não sai, para irritação do comando de Furnas, principal acionista da hidrelétrica e maior interessada na operação.

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19.02.16
ED. 5310

Mendes Junior deixa o metrô passar

  Por vias oblíquas, a Lava Jato desembocou no metrô paulista. O Palácio dos Bandeirantes já dá como certa a necessidade de uma nova licitação para a conclusão das obras do monotrilho da linha 17 ao longo da Avenida Jornalista Roberto Marinho, um dos projetos viários mais encruados da cidade. O mais provável é que a concorrência seja realizada no segundo semestre, o que empurraria a retomada dos trabalhos para 2017.  Mesmo que indiretamente, é mais um projeto de infraestrutura abalroado pelo petrolão. Convocada pelo governo paulista para tocar o empreendimento, de R$ 260 milhões, a Mendes Junior – segunda colocada na licitação em parceria com a construtora Heleno & Fonseca – já teria sinalizado que não vai pegar este trem andando. Falta-lhe fôlego para assumir a operação. Atropelada pela Lava Jato – o herdeiro Sergio Mendes Cunha já foi condenado a 19 anos de prisão –, a empreiteira se contorce para concluir os projetos em andamento. Consultado, o Metrô paulista informou que poderá abrir novo processo licitatório caso “os segundos colocados não tenham interesse” em assumir a obra.  A própria postura do governo paulista não ajuda a desatar o nó do projeto. Que o digam a Andrade Gutierrez e a CR Almeida. Vencedoras da concorrência e responsáveis pelas obras, as duas construtoras entraram com uma ação na Justiça para rescindir o contrato. O Metrô de São Paulo não estaria cumprindo uma série de cláusulas do contrato, algo que a concessionária nega. Procurado pelo RR, a Mendes Junior não comentou o assunto.

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03.07.15
ED. 5155

Empreiteiras precisam de garantia para as concessões

As maiores empresas de construção pesada do país estariam se articulando para levar ao governo uma reivindicação que pode ser decisiva para o êxito ou não do novo programa de concessões. Segundo fonte de uma das empreiteiras, é necessário um instrumento legal e definitivo capaz de separar as companhias da interdição de seus controladores e gestores, medida que revogaria os óbices para a participação nos próximos leilões de infraestrutura. A alegação é que a falta de uma garantia firme praticamente inviabilizará sua presença nas licitações. Nas atuais circunstâncias, as empresas de construção pesada terão notórias dificuldades para obter financiamento e atrair investidores para os consórcios. Afinal, quem vai apostar em um cavalo sub judice ou com o risco de ser alvejado por alguma delação? Ainda não há uma definição da figura jurídica que poderá fundamentar tal decisão. O certo é que se trata de uma negociação complexa, tanto do ponto de vista político quanto legal, que terá de passar por diversas esferas, como Poder Executivo, notadamente o Ministério da Justiça e a Casa Civil, Ministério Público e Judiciário. Imagina-se que o próprio governo tenha o maior interesse na matéria. Difícil que o novo programa de concessões saia do chão sem a participação de Odebrecht, Camargo Corrêa, Andrade Gutierrez, Queiroz Galvão e de boa parte das 300 grandes e médias empresas de construção pesada no Brasil. Onde o governo vai encontrar investidores dispostos a desembolsar quase R$ 200 bilhões em 15 concessões rodoviárias, 11 aeroportos, cinco ferrovias e 45 terminais portuários? As empreiteiras estão num voo a s cegas. Até o momento, sua participação no programa de concessões tem sido objeto de declarações assimétricas ou mesmo dúbias. Recentemente, o juiz Sergio Moro disse que as empreiteiras citadas no escândalo não estão proibidas de firmar contratos com a administração pública, mas – sublinhe-se o “mas” – falou também que o futuro plano de concessões pode ser uma nova fonte de corrupção para as construtoras reincidirem em crimes. Uma frase como esta não passa despercebida a bancos, agências de fomento, empresas de classificação de risco ou investidores internacionais. Quando confrontado com as declarações de Moro, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, limitou-se a dizer, com certa timidez, que era “descabido” lançar suspeitas sobre o plano de concessões. Pouco, muito pouco. Mesmo porque, segundo notícias na mídia, o próprio Moro chegou a considerar que, no caso da Odebrecht, o ideal seria a suspensão de todos os contratos e atividades da construtora. O risco é que a declaração indique o embrião de uma jurisprudência. Qualquer restrição a  presença das grandes e médias empreiteiras nos próximos leilões é interferir diretamente no futuro destas companhias. Investir em infraestrutura é um processo em cadeia: novos projetos aumentam a curva de retorno dos empreendimentos já em curso graças a  captura de sinergias. Portanto, caso as construtoras venham a ser impedidas de entrar nos novos leilões, tal restrição terá impacto na performance de concessões das quais elas já participam. Ou seja: cassar o porvir das empresas de construção pesada também significa alijar o seu presente e o seu passado.

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