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anac-rr-5656
07.07.17
ED. 5656

Decisão do STF abre novo embate entre aeroportos e Anac

A disposição das prefeituras do Rio, Guarulhos e Campinas de cobrar IPTU sobre a área construída dos aeroportos vai aumentar as turbulências no relacionamento das concessionárias privadas com o governo federal. O RR apurou que o HNA Group (recém-chegado ao Galeão), a Gru Airport (Guarulhos) e a Aeroportos Brasil (Viracopos) vão exigir da Anac o reequilíbrio financeiro de seus respectivos contratos como forma de ressarcimento caso sejam forçadas a pagar o imposto municipal. As operadoras alegam que não foram alertadas do risco de cobrança do IPTU por ocasião dos leilões de privatização. Portanto, não consideraram esta variável nos estudos de viabilidade econômica dos empreendimentos.

A celeuma nasceu no STF. Segundo entendimento recente da Suprema Corte, os aeroportos privatizados não têm direito à isenção no IPTU concedida aos terminais estatais. As concessionárias pensam diferente. Consultada pelo RR, a Aeroportos Brasil afirmou que “não se enquadra na obrigatoriedade de pagamento do IPTU por entender que a atividade exercida é uma concessão de serviços públicos”.

A Gru Airports vai pelo mesmo caminho e diz que “recebeu o aeroporto de Guarulhos para a concessão de serviços públicos”. O HNA Group não se pronunciou. O fato é que, se a conta pousar na sua mesa, as operadoras vão repassá-la para a Anac. A decisão terá um impacto nada desprezível para as concessionárias.

A Rio Galeão, por exemplo, vai arcar com uma despesa adicional estimada em aproximadamente R$ 61 milhões. Com a arrecadação fiscal em frangalhos, as administrações municipais não vão deixar esse avião passar. As Prefeituras de Guarulhos e Campinas confirmaram ao RR que já iniciaram os estudos para a cobrança do IPTU de seus aeroportos. A Prefeitura do Rio não comentou o assunto.

O imbróglio ganha ainda mais dimensão se lançado a valor futuro. O governo já manifestou a intenção de privatizar todos os 56 aeroportos hoje administrados pela Infraero, dividindo-os em blocos por região. Significa dizer que, neste modelo, uma mesma concessionária teria de arcar com a cobrança do IPTU em mais de uma cidade.

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inframerica-rr-5544
23.01.17
ED. 5544

Inframérica joga duro para arrancar o waver da Anac

Além da dificuldade em colocar as PPIs na rua, o governo ainda tem de se desdobrar para manter as concessões já em vigor. Responsável pelo Aeroporto de São Gonçalo do Amarante, na região metropolitana de Natal (RN), a Inframérica, leia-se a argentina Corporación América, está jogando pesado para pressionar a Anac a autorizar o reequilíbrio econômico-financeiro da operação, no valor de R$ 1 bilhão. A companhia ameaça devolver a concessão se a agência não aceitar o pedido, na prática uma licença para atrasar investimentos, diferir o pagamento da outorga por um prazo maior e reajustar tarifas em um cronograma diferente do previsto no edital. A Inframérica usa de todos os instrumentos de pressão. Os argentinos teriam congelado o plano de investimentos do aeroporto à espera de uma resposta da agência. O argumento é que, como está, a conta não fecha. Procurada pelo RR, a Anac disse desconhecer o risco de devolução da licença, mas não respondeu se concorda ou não com o pleito da Inframérica. Esta, por sua vez, afirmou que “não pretende entregar a concessão do aeroporto”. Mas confirmou o pedido de reequilíbrio financeiro, “um direito assegurado no contrato de concessão”.

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corporacion-rr-07
07.11.16
ED. 5490

Os loopings da Corporación América

  As relações entre o governo e a argentina Corporación América, que administra os aeroportos de Brasília e de São Gonçalo do Amarante (RN), passam por um período de turbulência. O motivo é a súbita pressão da companhia para que a ANAC reduza o valor de outorga do terminal potiguar. A justificativa dos argentinos  é que existe um   desequilíbrio econômico-financeiro na concessão da ordem de R$ 1 bilhão. Pode até ser. Mas o timing do pedido de revisão do contrato foi muito mal recebido na Casa Civil e na Secretaria de PPIs, responsáveis pela formatação dos novos leilões do setor.  A Corporación América recorreu à ANAC pouco depois de ter recebido um importante afago de Brasília. Os editais elaborados pela equipe de Moreira Franco, secretário das PPIs, não terão qualquer cláusula de barreira. Ou seja: grupos que já mantêm participação em outros consórcios poderão participar livremente das futuras licitações. O governo atendeu a um pleito dos investidores, a começar pela própria Corporación Américas. Não satisfeitos com a mão, agora, ao que parece, os argentinos querem o braço inteiro.

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18.03.16
ED. 5330

Mudança

 Por questões de custo, o governo estuda transferir para Brasília a sede da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), hoje localizada no Rio de Janeiro. Caso a medida se confirme, entre as agências reguladoras, apenas a ANP e a Anac seguiriam fora da capital federal. Procurada, a ANS nega a transferência.

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07.07.15
ED. 5157

Escala no Brasil

A iraniana Kish Air vai solicitar a  Anac autorização para operar um voo semanal entre São Paulo e Oriente Médio. Trata-se de uma peça na estratégia da companhia de se instalar em outras cidades da América Latina e ganhar escala na região.

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