Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

planos
22.06.16
ED. 5395

Classificados

 A incorporadora Viver , do fundo norte-americano Paladin, entregou à Alvarez & Marsal a missão de buscar um novo investidor. Procurada, a Viver confirma a contratação da consultoria para revisar o plano estratégico, reestruturar dívidas e “outros serviços”.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

 Entre os acionistas da Sete Brasil, o BTG foi o principal artífice do pedido de recuperação judicial da empresa protocolado na última sexta-feira. Foi o banco quem levou para dentro da companhia a consultoria Alvarez & Marsal.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

18.02.16
ED. 5309

Sete Brasil é um território partido ao meio

 A Sete Brasil vive sua Guerra da Secessão. O RR apurou que um grupo de acionistas, encabeçado por Previ, Funcef e BTG, estaria se articulando para entrar na Justiça contra a Petros, também sócia da empresa. O objetivo seria impedir o fundo de pensão de votar nas próximas reuniões de Conselho. A alegação é de que existe um conflito de interesses por conta do duplo chapéu da Petrobras – sócia e maior cliente da Sete Brasil. Puro jogo de cena. A manobra teria como finalidade abrir caminho para a aprovação do pedido de recuperação judicial da companhia. Hoje, entre os maiores acionistas, a Petros seria o único contrário à medida. Procurada, a Sete Brasil disse desconhecer o assunto. Ressalte-se que a empresa contratou os préstimos da consultoria Alvarez & Marsal, sinônimo de recuperação judicial.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

28.10.15
ED. 5236

Recuperação judicial é um vulto nos corredores da PDG

   A PDG está no meio de um fogo cruzado, em que o fato e a versão ricocheteiam pelas paredes do mercado sem que se saiba ao certo quem é quem. Desde a última quinta-feira, circula pelas mesas de operação a informação de que a incorporadora está prestes a entrar com um pedido de recuperação judicial. A PDG já teria, inclusive, contratado os serviços da consultoria norte-americana Alvarez & Marsal, especializada em recuperação judicial. Há até um número mágico sobre a mesa: a RJ contemplaria aproximadamente R$ 4 bilhões em dívidas com bancos e fornecedores. Fato ou versão? O RR entrou em contato com a PDG, que não quis se pronunciar sobre o assunto.   Tiros de um lado, tiros de outro: entre os investidores há quem aposte que a informação sobre o pedido de recuperação judicial não passaria de um blefe, um balão de ensaio soprado pela própria PDG, com o deliberado objetivo de forçar um amplo acordão para a repactuação de seu passivo. A ideia de a companhia entrar em RJ sempre causou calafrio entre seus credores. Diante da extrema fragilidade da incorporadora e das condições adversas do mercado imobiliário, o regime especial poderia ter um efeito contrário e lançar a companhia em uma espiral sem volta: com uma dívida líquida de R$ 6 bilhões, o equivalente a cinco vezes o montante de recursos em caixa, a PDG teria cada vez mais dificuldades para financiar seus empreendimentos, as vendas de imó- veis desabariam e a empresa muito provavelmente definharia de vez, sem honrar seus compromissos. O fim deste círculo vicioso seria uma montanha de escombros, que soterraria indiscriminadamente acionistas e bancos. Uma renegociação com as instituições financeiras afastaria este risco e, ao mesmo tempo, livraria os acionistas da PDG de um novo aporte de capital.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.