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A convocação da seleção brasileira, ontem, na sede da CBF, correu o risco de pular das páginas esportivas para o noticiário policial. Além do presidente da CBF, Marco Polo Del Nero, que não deixa o Brasil com medo de ser preso pelo FBI, estava presente o ex-deputado e Secretário Nacional de Futebol e Defesa dos Direitos do Torcedor, Gustavo Perrella, um dos donos do helicóptero apreendido, em junho do ano passado, com 445 quilos de cocaína. Sempre próximo a ele também o ministro dos Esportes, Leonardo Picciani, filho do presidente da

Alerj, Jorge Picciani, citado na Lava Jato.

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03.04.17
ED. 5591

Pai e filhos

O presidente da Alerj, Jorge Picciani, está muito, mas muito preocupado mesmo com os rebentos Felipe, Rafael e Leonardo.

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07.02.17
ED. 5555

The Godfather

Jorge Picciani, presidente da Alerj, assumiu a “guarda política” do deputado estadual e ex-secretário de Esportes do Rio Marco Antonio Cabral, filho de Sergio Cabral. E espera que o ex-governador leve esse gesto em conta caso decida contar o que sabe.

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03.02.17
ED. 5553

Um Picciani ao relento

O presidente da Alerj, Jorge Picciani, está particularmente preocupado com o rebento Felipe Picciani. Dos seus três filhos adultos, é o único que não está protegido pelo manto de um mandato parlamentar.

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alerj-rr-5543
20.01.17
ED. 5543

IBP abre fogo contra Alerj

A Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) arrumou mais uma encrenca para o governo Pezão: um contencioso com a cadeia produtiva de petróleo e gás. O IBP vai entrar na Justiça com o objetivo de derrubar um decreto aprovado pela Casa ao apagar das luzes de 2016. O projeto, do deputado André Ceciliano (PT), revogou os efeitos de decreto anterior, no 41142/2008.

Este, por sua vez, trata da isenção e redução da base de cálculo do ICMS em operações no âmbito do Repetro – o regime tributário especial para a exportação e importação de bens destinados a pesquisa e lavra de petróleo e gás. Na prática, a medida aniquila com isenções fiscais para a circulação de equipamentos da indústria do petróleo no Rio em vigor desde 1999. Procurada pelo RR, o IBP confirmou que “estuda as medidas judiciais cabíveis e tomará todas as providências necessárias” contra o decreto.

Na matemática dos deputados, a medida poderá gerar uma arrecadação tributária para o estado superior a R$ 4 bilhões por ano. O número beira a propaganda enganosa, para se dizer o mínimo. A projeção se baseia em uma fotografia congelada, leia-se o volume de investimentos registrado em 2015, que embutia um carry over de projetos aprovados antes do agravamento da crise econômica. Além disso, provavelmente a estimativa não leva em consideração seu efeito autodestrutivo sobre a própria arrecadação fiscal: o corte da isenção automaticamente tira a competitividade da cadeia de fornecedores instalada no estado, inibindo novos desembolsos.

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20.12.16
ED. 5520

Picciani alegra o Natal do Paraguai

Em meio à gastança desenfreada e à criminalização sem limites o Rio de Janeiro está prestes a se tornar uma província tabagista do Paraguai. Quem quiser fumar que procure os camelódromos da cidade. O entusiasta desse estado de contrabando crescente é o presidente da Alerj, Jorge Picciani. Sob seu comando, os deputados da Alerj aprovaram o aumento de dez pontos percentuais na alíquota do ICMS, que passou de 27% para 37%.

O projeto original do governo do estado previa um acréscimo de dois pontos percentuais. Que o cigarro é escalado para pagar uma carga tributária superior, todo mundo sabe. Mas impostos em doses tresloucadas dizimam a arrecadação, o que também todo mundo sabe – e finge não saber. Um exemplo didático: em 1998, o governo do Rio também aumentou a alíquota do ICMS do cigarro exatamente em dez pontos percentuais. Voltou atrás quatro meses depois, quando já contabilizava uma queda na receita fiscal com o produto de 43%.

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alerj-rr-07
07.12.16
ED. 5511

Praça de guerra 1

No início da tarde de ontem, a cúpula da Secretaria de Segurança do Rio chegou a preparar um plano emergencial de evacuação da Alerj, temendo uma invasão do prédio.

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07.12.16
ED. 5511

Praça de guerra 2

Enquanto comandava o primeiro dia de votação do pacote de medidas fiscais do estado, o sempre frio Jorge Picciani não escondeu a apreensão com o que acontecia fora da Alerj. Passou a tarde com um celular sobre a mesa, acompanhando a transmissão ao vivo das bárbaras cenas de violência. Além disso, a todo o instante um assessor vinha ao pé do seu ouvido atualizar as informações sobre os confrontos.

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07.12.16
ED. 5511

Tropa de elite

Que propostas para o Rio que nada! Professores de economia da UERJ que se reuniram ontem com deputados da Comissão de Finanças da Alerj aproveitaram a ocasião para reivindicar o pagamento de seus salários atrasados.

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