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planos
17.10.17
ED. 5726

Head hunter

Uma empresa de mídia paulista estuda “profissionalizar” sua gestão. Não, não é a Abril, que, no passado, tentou algo parecido com o ex-Santander Fabio Barbosa. Mas o modelo é mais ou menos o mesmo.

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22.09.16
ED. 5460

Bertelsmann quer seu nome na capa da Companhia das Letras

 A Bertelsmann, um dos maiores conglomerados de mídia da Europa, está em conversações para comprar o controle da Companhia das Letras. A aquisição é peça-chave na estratégia do grupo alemão de montar uma operação integrada nas áreas de educação e editorial no Brasil. Mais uma vez, a Bertelsmann tem a seu lado a inglesa Pearson, também parceira na compra de universidades no país – ver RR edição de 19 de agosto. Segundo a fonte do RR, muita próxima dos britânicos, as tratativas com as famílias Schwarcz e Moreira Salles, controladoras da Companhia das Letras, começaram há pouco mais de um mês. Os alemães teriam apresentado uma oferta de compra de 10% do capital da editora, o que elevaria sua participação para 55%. A Bertelsmann e a Pearson são sócias da Companhia das Letras por intermédio da Penguin Random House. Pela proposta, o restante das ações permaneceria nas mãos da holding Schwarcz. Segundo a fonte do RR, está em jogo uma transação de R$ 50 milhões, com previsão de pagamento integral em dinheiro. Procurada, a Companhia das Letras nega a venda do controle.  Mas não é o valor presente o que mais tem atraído os Schwarcz e os Moreira Salles para o negócio. Pesa mais o interesse da Bertelsmann e da Pearson de integrar a Companhia das Letras na rede mundial da Penguin Random House. A empresa é a maior editora de livros do mundo, com 15 mil títulos publicados anualmente e faturamento de quatro bilhões de euros. No plano desenhado pelos alemães, a Companhia das Letras passará a ser uma empresa internacional, com presença em diversos mercados da América Latina, como Argentina, Chile e Honduras, incluindo aquisições de editoras locais. A expansão deverá triplicar para R$ 750 milhões em três anos o faturamento da empresa brasileira. Com esse resultado, a Companhia das Letras chegará perto da terceira colocada no ranking das editoras de livros, a Abril Educação , dona da Ática e Scipione . • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Bertelsmann.

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11.12.15
ED. 5267

Escalada

 O argentino Jorge Fontevvechia, que já comprou mais de uma dezena de títulos da Editora Abril, ataca em outra frente. Quer ter uma emissora de TV no Brasil.

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17.11.15
ED. 5249

Primeira página

 O empresário argentino Jorge Fontevecchia – dono da Editorial Perfil, uma estrela em ascensão no mercado sul-americano – acaba de comprar 17 títulos da Editora Abril .

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07.10.15
ED. 5222

Time to study

O fundo inglês Apax, que esteve perto de se associar à Abril Educação, estica o olho na direção da CNA – escola de idiomas controlada por Luiz Nogueira da Gama Neto

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07.05.15
ED. 5115

O nome Abril Educação está com os dias contados

O nome Abril Educação está com os dias contados. Maior acionista, a Tarpon Investimentos planeja alterar a marca da companhia, com o claro propósito de desvincular o negócio da antiga gestão e do grupo editorial comandado pelos Civita.

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18.03.15
ED. 5082

Editora Abril tem candidato para a Petrobras

 Dependendo de onde parte a versão, o ex-presidente da Abril Mídia, Fabio Barbosa, foi simplesmente demitido ou saiu com o objetivo de se preparar para o eventual troca troca que se prenuncia na Petrobras e no BNDES. As análises combinatórias são múltiplas. Barbosa, que já foi do Conselho da estatal, poderia ir para o lugar de Aldemir Bendine. Este, por sua vez, assumiria o posto de Luciano Coutinho no banco. Numa outra configuração, o exn º 1 da Abril iria diretamente para o BNDES, em substituição a Coutinho. Só uma hipótese está descartada: Fabio Barbosa voltar para a Abril.  Ressalte-se que o próprio Lula gosta muito de Fabio Barbosa, que já esteve cotado para assumir a Fazenda e o BC em diferentes momentos da gestão petista. Por outro lado, não custa lembrar que Barbosa estava ao lado de Giancarlo Civita quando Veja publicou, no fim de semana do segundo turno das eleições, a polêmica capa “Eles sabiam de tudo”. Entre tantas interrogações, há ao menos duas certezas: as mudanças só começarão quando Bendine entregar o fatídico balanço da Petrobras; assim como é garantido que, ainda neste ano, pelo menos uma das duas presidências, a da Petrobras ou do BNDES, terá outro nome. Garantido mesmo? Bem, a esta altura, não há sequer garantia de que a presidente Dilma Rousseff irá concluir seu mandato.

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