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30.10.15
ED. 5238

Um solução indiana para Abreu Lima

 O nome do bilionário indiano Venugopal Dhoot tem sido pronunciado de forma cada vez mais recorrente na Petrobras. Nem tanto pela já anunciada disposição do magnata em investir US$ 2,5 bilhões em seus dez blocos de petróleo e gás no país – um deles, o SEAL-M-426, em Sergipe, uma parceria com a própria estatal. O interesse da Petrobras reside na intenção da Videocon Industries, controlada por Dhoot, de verticalizar sua operação no Brasil, a começar pela área de refino. A direção da companhia enxerga no empresário um sócio em potencial para a refinaria de Abreu Lima, uma das cabeças de burro que a Lava Jato enterrou na estatal.  Nos cálculos mais conservadores, ainda falta pelo menos US$ 1,5 bilhão para que a Abreu Lima possa entrar em operação com a capacidade originalmente prevista de 230 mil barris/ dia. Esse investimento só se viabilizará com a presença de um parceiro. A Petrobras não quer e, sobretudo, não pode dispender sozinha dessa cifra, que representa 10% do seu orçamento para a área de abastecimento no perí- odo 2015-2019.

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