Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

planos
21  resultados para Weg

Assuntos sugeridos

Notícias encontradas

27.06.17
ED. 5648

E o vento levou o contrato da Weg

O cancelamento dos projetos de energia eólica de Furnas doeu no bolso dos controladores da Weg. A empresa estava prestes a assinar contrato com a subsidiária da Eletrobras para o fornecimento de 160 geradores em 2018 e 2019, ao valor de R$ 1,6 bilhão. O pior: a Weg não trata o episódio como fato isolado. Já trabalha em um plano de contingência para o esperado aumento da sua capacidade ociosa. O Brasil tem hoje um excesso de energia – resultado da economia em frangalhos. No setor, já se dá como certo, inclusive, que a Aneel ficará por um bom tempo sem realizar novos leilões de energia eólica.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

27.06.17
ED. 5648

Ponto final

Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Weg, Sonae Sierra Brasil, Aliansce, Pátria Investimentos e EcoRodovias.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

28.04.17
ED. 5608

Perda de caloria

O Milestones, uma espécie de “familly asset” dos controladores da Weg, estaria reduzindo sua participação na BRF. Por uma dessas coincidências da vida, o vice-presidente do Conselho da Weg é Nildemar Secches, ex-n° 1 da Perdigão, que foi defenestrado da BRF por Abilio Diniz.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

14.03.17
ED. 5577

Um combustível para a Weg

A Weg já faz planos de aumentar a produção na esteira do novo pacote de concessões de infraestrutura anunciado pelo governo na semana passada. Somente os 35 projetos na área de transmissão de energia vão demandar cerca de R$ 12,8 bilhões em investimentos, a maior parte do bolo para a compra de equipamentos.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

14.03.17
ED. 5577

Ponto final

Procuradas pelo RR, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: GP Investimentos, Rádio Paulista e Weg.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

15.07.15
ED. 5163

Turbinada

A Weg deverá anunciar em breve a instalação de uma fábrica de turbinas para usinas eólicas no Nordeste.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

25.06.15
ED. 5149

Coerência

São tempos de contração na Weg Motores, tanto na física quanto na jurídica. No ano em que três de seus acionistas, Eggon João da Silva, Lilian Werninghaus e Werner Ricardo Voigt, deixaram a lista de bilionários da Forbes, a empresa estaria cortando cerca de 20% do plano de investimentos para 2015, originalmente de R$ 500 milhões.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

23.07.14
ED. 4919

Weg Motores

Os dirigentes da Weg Motores estavam entre os poucos brasileiros que torceram pela Argentina na final da Copa. Interesse próprio. Quem sabe o título não daria uma animada na economia argentina e nas vendas da empresa para o país, que já acumulam queda de 12% no ano?

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

29.04.14
ED. 4860

Ventos chineses

Os chineses da Sinovel Wind Group têm cercado a Weg Motores por todos os lados. Levam a  mão uma proposta de associação para a produção de aerogeradores.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

03.01.14
ED. 4809

ABB aponta suas turbinas na direção da Weg Motores

O epíteto de “empresa 100% nacional” que sempre acompanhou a Weg Motores pode estar com os dias contados. Ao menos no que depender do apetite da ABB. Um dos maiores fabricantes de equipamentos do mundo, o grupo suíço estaria disposto a desembolsar uma fortuna pelo controle da companhia catarinense. O que mais aguça o apetite da ABB é a unidade de energia elétrica da Weg, hoje responsável pelas maiores taxas de crescimento da empresa. No ano passado, a receita com a venda de equipamentos para geradoras subiu 23%, contra 18% do aumento da receita global. Neste ano, o avanço da carteira deve chegar aos 30%. A ABB olha para o fim da década e além. A expectativa é de que até 2020 a demanda por equipamentos elétricos no Brasil cresça 40% na esteira dos grandes empreendimentos hidrelétricos na Amazônia. Se o prazo for esticado para 2024, esse índice sobe para 60%. Com a compra da Weg, a ABB montaria uma máquina de guerra para disputar estes contratos: passaria a ter 13 complexos industriais no país, sete deles herdados da empresa catarinense. E o exterior? Bem, tratando-se do grupo suíço, presente em mais de 100 mercados, as operações da Weg em duas dezenas de países entre fábricas e escritórios comerciais viria quase como um brinde. A ABB sabe que está jogando suas fichas em uma aposta complicada. A Weg está longe de ser uma presa frágil. Trata-se de uma companhia lucrativa, com uma gestão eficiente, uma marca forte e notória inserção internacional. Aparentemente, não tem problemas de sucessão. Os acionistas fundadores Werner Ricardo Voigt e Eggon João da Silva já estão afastados da gestão executiva desde o início dos anos 90. Por sua vez, Décio da Silva, filho de Eggon, conduziu o processo de profissionalização administrativa até 2007, quando também deixou o dia a dia para assumir o comando do Conselho de Administração no lugar do pai. São fatos que tornam a Weg ainda mais valiosa e jogam lá para cima um eventual dote pelo controle.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

28.03.13
ED. 4616

Weg

Estão devagar, quase parando, os planos da Weg de expandir sua fábrica de motores na andia. Os recorrentes prejuízos têm sido uma ducha de água gélida. Consultada, a empresa não se pronunciou especificamente em relação a  questão.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

26.09.12
ED. 4495

Rede elétrica

A Weg Motores quer desbravar o mercado africano. A empresa pretende ampliar sua operação na africa do Sul, de olho, principalmente, em Angola e Moçambique.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

09.07.12
ED. 4439

Al mare

A norueguesa Norwegian Cruise Line, terceira maior operadora de cruzeiros do mundo, incluiu o Brasil em sua rota de investimentos internacionais. A companhia pretende iniciar suas operações no país no início de 2013, a princípio com três navios.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

26.04.12
ED. 4389

Weg prepara um arrastão na Europa

O presidente da Weg Motores, Harry Schmelzer Jr., olha para a Europa como uma ave de rapina para a sua presa. O executivo recebeu sinal verde dos acionistas controladores para aproveitar a crise econômica no continente e a consequente liquidação de ativos no setor industrial. O objetivo é montar um colar de empresas na Europa. A Weg estaria em negociações para a compra de dois fabricantes de motores, um da Itália e outro na austria – os catarinenses já têm uma planta industrial no país. Trata-se apenas do aquecimento. De acordo com informações filtradas junto a  própria Weg, seu principal alvo é a divisão de aerogeradores da espanhola M. Torres Olvega. As duas empresas, ressalte-se, são sócias em uma joint venture. Procurada pelo RR, a WEG não se pronunciou até o fechamento desta edição. O avanço na Europa é tratado pelos acionistas da Weg como um movimento vital do ponto de vista geoeconômico. Além de fornecer ao próprio continente, a empresa pretende montar uma base de produção capaz de atender a  africa. Entre os diversos segmentos de atuação do grupo, a fabricação de aerogeradores é uma de suas grandes apostas. A Weg quer aproveitar os bons ventos do aumento do uso da energia eólica, inclusive no Brasil.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

05.12.11
ED. 4300

Weg vai Á s compras na hora da xêpa

A Weg está transformando o limão azedo da crise econômica mundial em uma doce limonada. Após anunciar a compra da norte-americana Eletric Machinery e da austríaca Watt Drive, a empresa catarinense prepara- se para novas aquisições no exterior. Está em negociações com uma fabricante de motores industriais da Itália e outra de Portugal, onde a companhia já tem uma fábrica, na cidade do Porto. A intenção da empresa é anunciar ao menos uma destas aquisições ainda neste ano. Mais uma vez, a Weg pretende surfar na depreciação dos preços dos ativos no setor, notadamente na Europa. Com o recente desembarque nos Estados Unidos e na austria e a iminente entrada na Itália, a Weg passará a ter operações fabris em nove países – além de Portugal, a empresa está presente na Argentina, México, China, andia e africa do Sul. Além da expansão das fronteiras internacionais, o plano estratégico da companhia prevê também uma maior diversificação do portfólio no exterior, notadamente na produção de equipamentos para o segmento de geração elétrica. As vendas fora do Brasil deverão representar em 2011 cerca de 40% do faturamento total da Weg.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

23.08.11
ED. 4230

Weg Motores

Entrou água no projeto da Weg Motores de construir uma fábrica de aerogeradores no Brasil. A espanhola M. Torres Olvega Industrial, sua sócia no empreendimento, não tem demonstrado a mesma vontadeem colocar a mão no bolso

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

01.06.11
ED. 4172

Recompra da Weg

A ação da Weg anda tão baratinha que a empresa pretende fazer nova recompra de papéis no segundo semestre.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

26.04.11
ED. 4146

Rumo ao altar

Parceria é mero eufemismo. No que depender do apetite da Rolls-Royce, o acordo operacional com a WEG Motores para a produção de equipamentos destinados a  exploração de petróleo vai se transformar em uma joint venture, dividida meio a meio.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

18.01.11
ED. 4081

Rolls Royce

A Rolls Royce e a Weg Motores costuram uma parceria para a produção de equipamentos usados na montagem de turbinas usadas na área de exploração de petróleo. É o coeficiente de nacionalização obrigatória dando o ar da sua graça.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

10.08.10
ED. 3982

Weg investe sob a batuta do novo velho presidente

Afinal, quem comanda a gestão executiva da Weg Motores: o presidente, Harry Schmelzer Jr., ou o nº 1 do Conselho de Administração e acionista da empresa, Décio da Silva? Entre os próprios diretores da empresa, Schmelzer passou a ser visto como uma figura decorativa. O novo plano de investimentos internacionais da Weg, recém-aprovado, reforça o seu isolamento. Segundo uma fonte próxima aos fundadores da empresa ? Werner Voigt e Eggon da Silva, este último pai de Décio da Silva ?, o executivo foi alijado das discussões internas que culminaram na nova estratégia. Todos os projetos levam a assinatura de Décio da Silva, que ocupou a presidência executiva por 18 anos e desde 2008 está a  frente do Conselho. A segregação de Schmelzer envolve não apenas a elaboração, mas também a execução dos projetos. Silva vem comandando pessoalmente as negociações para a compra de ativos no exterior, empurrando Schmelzer para uma posição de coadjuvante. Assim teria sido na recente aquisição de 51% da sul-africana Zest Group e de 50% da fabricante de transformadores mexicana Voltran. Procurada pelo RR – Negócios & Finanças, a Weg garantiu que Schmelzer está diretamente envolvido nas aquisições internacionais da companhia. Funcionário de carreira da Weg, Schmelzer sempre teve uma boa relação com os acionistas majoritários e seus herdeiros. No entanto, de acordo com a mesma fonte, o modo como o novo planejamento estratégico foi elaborado reflete a insatisfação dos acionistas com a gestão de Schmelzer, sobretudo durante a crise de 2008. Desde então, Schmelzer tem passado por um processo de esvaziamento, que se acentuou com as mudanças na diretoria da companhia feitas no início do ano ? ver RR ? Negócios & Finanças edição nº 3.853. Décio da Silva assinaria não apenas as novas aquisições como também os planos da empresa de retomar a construção de fábricas no exterior. Além da planta já anunciada para a andia, a empresa pretende entrar na Rússia e Turquia. Mira também o Oriente Médio, de onde a Weg pretende atingir também o mercado asiático. O investimento previsto passa dos R$ 500 milhões, número que sobe para R$ 700 milhões se contabilizados também os projetos de expansão no Brasil. É praticamente a soma do que a companhia desembolsou nos últimos dois anos: R$ 750 milhões.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

22.02.10
ED. 3899

Weg Motores deixa no ar novas mudanças na gestão

A recente reestruturação administrativa da Weg Motores teve diversos vencedores e um perdedor: o presidente da empresa, Harry Schmelzer. A criação de novas diretorias divididas por unidades de negócio garantiu a ascensão de alguns executivos e, em contrapartida, reduziu o poder de Schmelzer, que teria perdido influência sobre algumas áreas, entre elas a de energia. O redesenho tem sido visto dentro da Weg não como ato final, mas como um rito de transição. Os acionistas estariam preparando o terreno para outras mudanças, incluindo a substituição do próprio Schmelzer. Na bolsa de apostas para o eventual substituto de Harry Schmelzer, já despontam os nomes de Siegfried Kreutzfeld, nº 1 da unidade de motores, e de Sergio Schwartz, vice-presidente do grupo. Schwartz, por sinal, foi o executivo que saiu mais fortalecido da recente dança das cadeiras. Deixou a diretoria internacional e, na vice-presidência, passou a ter sob sua jurisdição as áreas de finanças, controladoria, TI e o departamento jurídico. Consultada pelo RR – Negócios & Finanças, a Weg, por meio de sua assessoria de imprensa, negou mudanças na presidência. Harry Schmelzer tem uma biografia de respeito na Weg. Está há mais de 30 anos na empresa, onde começou como estagiário, O executivo é muito ligado aos controladores do grupo. Ele assumiu o comando há dois anos levando sobre os ombros o peso de uma história. Nunca antes a presidência havia sido entregue a um executivo não pertencente a  família Silva, uma das fundadoras do grupo. O empresário Eggon João da Silva comandou a companhia desde a sua fundação, no início da década 60, até o fim dos anos 80. Em 1989, passou o cetro para seu filho, Décio da Silva, que ficou no cargo até 2008, quando a família decidiu profissionalizar a gestão. No entanto, o calendário da economia mundial não ajudou Schmelzer. Poucos meses após a sua nomeação, eclodiu a crise global. O executivo teve de tourear a queda nas vendas, sobretudo das exportações, cortes de investimentos e uma desgastante negociação com os funcionários para a redução dos salários. Os resultados da Weg em 2009 sinalizaram uma recuperação. Ainda que o Ebitda e a receita líquida tenham recuado, respectivamente, 18,4% e 6,4% em relação a 2008, o lucro ficou praticamente empatado ? R$ 548 milhões no ano passado, contra R$ 560 milhões no exercício anterior. Ainda assim, os controladores da empresa estariam descontentes com o rumo de alguns negócios, caso das unidades de energia e de motores.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.