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23  resultados para TV Globo

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09.02.18
ED. 5805

Fausto Silva é objeto de cobiça de PSDB e DEM

Como se não bastasse todo o frenesi em torno de Luciano Huck, o nome de outro campeão de audiência emerge em prestigiosos círculos políticos e atiça head hunters de diferentes partidos: Fausto Silva. O RR apurou que emissários do PSDB e do DEM já teriam feito a devida corte ao apresentador, na tentativa de atraí-lo para o seu cast. Pode ter sido apenas um anzol jogado na sua direção, já que a temporada é de pescaria.

Faustão é visto como um blockbuster, capaz de arrastar uma multidão de eleitores e ser um inigualável puxador de votos para o Congresso. Seria pule de dez em uma disputa para deputado federal. O senão fica por conta de eventuais problemas de saúde de Faustão, que podem frustrar as pretensões do PSDB e do DEM. Ontem, o apresentador foi submetido a uma intervenção no Hospital Albert Einstein para a colocação de dois stents. Ao contrário de Luciano Huck, Fausto Silva jamais manifestou publicamente qualquer intenção de enveredar pela política, não publica artigos sobre o assunto na grande mídia e não tem ou pelo menos não exibe relações de amizade no meio.

Outra diferença gritante em relação a Huck: para os padrões atuais, Faustão pouco interage com o público, noves fora, claro, seu canhão dominical – audiência média de 14 milhões de espectadores. Até hoje, não tem perfil nas redes sociais e, para uma celebridade da TV, mantém incomum privacidade sobre sua vida particular. Pois tudo o que, em outras circunstâncias, poderia afastar o dono do “Domingão” da política é justamente o que mais aumenta seu valor de mercado. Nestes tempos em que as siglas têm caçado outsiders por todos os lados – e Luciano Huck é o maior exemplo –, Faustão carrega o goodwill de ser percebido como um “antipolítico”.

Um fato, no entanto, não pode ser desprezado: se, por um lado, o apresentador nunca deixou escapar qualquer desejo de migrar para a vida pública, os discursos de cunho político em seu programa têm se tornado cada vez mais rotineiros e contundentes. O ápice, até o momento, ocorreu justamente durante um quadro com a participação do próprio Luciano Huck, que foi ao ar no dia 7 de janeiro. Ali parecia estar uma chapa “Caldeirão-Domingão”.

O mais curioso neste enredo é a crescente presença do elenco global na cena político-eleitoral. Este papel sempre coube a nomes ligados a emissoras de perfil mais popular – o caso mais célebre, a frustrada candidatura de Silvio Santos à Presidência em 1989. De toda a forma, muito antes do eleitor sacramentar a presença de Faustão no Congresso, imagina-se que seria necessário uma bênção toda especial da Globo. O animador é peça central na programação da emissora, com quem tem um contrato mastodôntico assinado, e é praticamente um ícone dos domingos. Mas será que deputado pode comandar um programa de televisão? Cartas para a redação.

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21.12.17
ED. 5771

É TV aberta, plim, é streaming, plim, plim

Os irmãos Marinho apostam que sintonizaram no ovo de Colombo com a reestruturação estratégica do Grupo Globo. Vão desafiar a tese determinista de que as operações televisivas via streaming (ver RR de 18 de agosto) inviabilizarão a broadcasting (TV aberta) casando os dois modelos, a partir de uma intensificação violenta da produção de fi lmes, programas, séries, novelas, documentários etc. A ideia é que a cinematografia nacional ganhará preferência – ou, no mínimo, se tornará bem mais competitiva – em relação ao similar estrangeiro. O empecilho para que esse passo fosse dado antes, o binômio economicidade e escala, já estaria resolvido. A Globo vai entrar em ritmo de Bolywood. As TVs fechada e gratuita, portanto, ainda continuariam convivendo numa boa por um tempo, e até com certa sinergia, ao contrário de algumas previsões, que cravavam a morte da televisão aberta em um cenário de alto predomínio do streaming.

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05.12.17
ED. 5759

A pós-farsa do pré-candidato Luciano Huck

A declaração do ex-pré-candidato Luciano Huck de que “nunca será político” é uma fraude pré-eleitoral de um pré -projeto de governante minúsculo. O prefixo “pré” cabe como uma luva em qualquer consideração sobre Huck. É uma lorota desenxabida que ele não cogitou a disputa para a Presidência. Ou pré-cogitou, como parece mais pertinente em relação ao pré-preclaro homem público.

O que havia seriam apenas cantos de sereia, inclusive miando dentro dele mesmo. Huck fez voos peripatéticos em torno dos tucanos íntimos Aécio Neves, Armínio Fraga e seu padrasto, Andrea Calabi. Queria beber na fonte dos filósofos de bico longo. Nessa fase, o intrépido pré–pré-candidato dizia que “é hora da minha geração ocupar os espaços de poder”. E nem sequer de longe pré-negava de que era postulante a mandatário da República. Quem cala de propósito mais do que consente.

A verdade é que o entorno político do apresentador pré-pré-governante foi se turvando. Não apenas o político, mas também o afetivo, só para citar Eike Batista, Alexandre Accioly e o próprio Andrea Calabi. Talvez o maior responsável pelo recuo de cócoras tenha sido Aécio, que apoiou o pupilo na primeira hora.

A situação criminal do senador mineiro foi ficando tão ruim que ele se tornou um antiexemplo dos dividendos da política. Impossível recomendar o mano Huck a assumir o seu pré-sonho se ele, o mentor, oscilava entre a liberdade pré-incorrupta e o cárcere. Talvez o desconforto do patrão com a candidatura tenha soado mais alto. Macular tão cedo o Tintim da Rede Globo, campeão da caridade na tela de TV, não renderia resultados para ninguém.

A pós-farsa do pré-candidato Luciano Huck Macular? Pois bem, basta procurar as fotos de Huck e sua quadrilha de amigos no Google, no Instagram, no Facebook. Talvez somente em companhia da ex-pré-primeira-dama ele tenha tido mais fotos publicadas do que com a turma da pesada. Melhor esquentar o Caldeirão e aguardar que a memória coletiva se esmaeça. Por hora Huck é pré-candidato a transformar uma dimensão política pífia em um edifício de integridade pública. Que fique na TV.

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05.09.17
ED. 5698

A volta do gordo

Jô Soares prepara seu retorno às telas. Ainda neste mês, decidirá com a Globo se a volta se dará na TV aberta ou fechada.

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23.08.17
ED. 5689

Efeito Neymar

ESPN e Fox pretendem entrar pesado na disputa pelos direitos de exibição do Campeonato Francês no Brasil. O atual contrato, nas mãos do Grupo Globo, vai até o fim desta temporada. Hoje, a ESPN transmite o torneio em acordo com o SporTV. A emissora norte-americana afirma que “não possui qualquer decisão sobre o futuro da parceria porque os direitos para o próximo período ainda não estão em negociação”. Já a Fox não fala sobre o assunto.

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18.08.17
ED. 5686

A Globo e seus dois futuros

Um relatório produzido por um analista de mercado e obtido pelo RR levanta um cenário até pouco tempo inimaginável: o Grupo Globo vendendo sua operação de TV aberta (public broadcasting). O paper não é de um insider information, mas um documento que levanta hipóteses com base na lógica do mercado. Mas por que motivo o Grupo Globo negociaria sua joia mais valiosa? O analista afirma que, na maioria das economias da OECD, base da sua amostragem, o negócio de public broadcasting é declinante.

O valor de empresas como ABC, NBC e CBS teria caído vertiginosamente. O motivo dessa queda livre é a dificuldade de sustentação dos negócios baseados em receitas de publicidade (“ad revenues”). O raciocínio é simples: as receitas migram para a internet, onde a publicidade pode ser customizada em relação ao consumidor. “Seria uma forma mais focada e eficaz”, enfatiza a fonte. Ou seja, as pessoas estão migrando em massa para a internet porque desejam ter o controle sobre o conteúdo: o que, quando e onde querem assistir (tablet, celular etc.).

A antítese disso tudo seria o public broadcasting, cuja programação mais específica, ficaria restrita a transmissão de esportes, entregas de prêmios etc. Segundo o analista, “no Brasil, esse movimento de transferência ad revenues para a internet está acontecendo com um lapso de tempo. Então, o valor das empresas de public broadcasting ainda se encontra na era pré-internet”. O analista conclui dizendo que o timing da família Marinho vender a emissora de TV é hoje. Destaca que a Globo é um forte gerador de fluxo de caixa, mas que ele já estaria em queda.

Nas demonstrações financeiras, pode se observar que, em 2016, o grupo teve um lucro líquido de R$ 1,95 bilhão, uma boa redução em relação a 2015 (R$ 3,06 bilhões). “A regra de ouro de uma operação de M&A é que o valor da empresa para o comprador é maior do que para o vendedor. Por essa ótica, para alguns players globais a Globo em maior valor do que para os Marinho. Isto porque esses players têm plataformas multimídia de distribuição de conteúdo, que otimizariam tremendamente a operação de distribuição da Globo”.

O RR consultou uma alta fonte da Globo sobre o assunto. A informação bateu e ricocheteou. Disse o interlocutor que não há, nem nunca houve gestão para mudança constitucional em relação ao acesso do capital estrangeiro ao setor de radiofusão – condição precípua para a venda da TV aberta. Informou que a queda do resultado da empresa ocorreu em um momento de crise generalizada, e que, neste ano, ela deve ser revertida. Adiantou que vêm sendo desenvolvidos novos produtos na internet e o aumento da audiência está maior do que há muitos anos. Garantiu ainda que a emissora está investindo na abertura de mais estúdios no Projac. Finalmente, frisou que não existe qualquer ideia, intenção ou plano de venda. Ficam registradas “a versão oficial” e o pensar desejante do mercado.

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21/01/18 9:13h

Venda da Globo a estrangeiro: “analista de mercado” copiou/ colou nossos artigos 🤣 - Duplo Expresso

disse:

[…] 🤣 Por Romulus Viva o gênio que inventou o Ctrl “c” + Ctrl “v”, não é mesmo?? A Globo e seus dois futuros 18.08.17 RELATÓRIO […]

13.04.17
ED. 5599

SBT, Record e Rede TV cabem cada vez mais numa só tela

O mais novo reality show da TV brasileira exibe os esforços de três emissoras para ganhar fôlego e algum poder de resistência diante não apenas de sua maior concorrente, mas também de outras mídias. SBT, Record e RedeTV pretendem dar um escopo mais amplo à Simba Content, joint venture criada para negociar a venda de seus respectivos conteúdos entre as operadoras de TV paga. As tratativas passam pelo compartilhamento de infraestrutura (estúdios e equipamentos) e produções conjuntas (tanto para TV aberta quanto fechada).

Outra medida cogitada é uma parceria na venda de publicidade, notadamente para o conteúdo produzido de forma associada. SBT, Record e RedeTV enxergam esse comensalismo como uma forma de reduzir a abissal distância para a Globo e, ao mesmo tempo, frear a perda de receita para novos meios, como TVs a cabo, redes sociais, serviços de streaming etc. Ainda que este nível de compartilhamento mais avançado provoque, como efeito colateral, alguma perda de individualidade e autonomia nas decisões e estratégias.

No ano passado, o trio faturou aproximadamente R$ 3,2 bilhões. A Globo, por sua vez, teve uma receita cinco vezes superior à soma das concorrentes: R$ 15 bilhões. Se bem que, a esta altura, talvez a emissora dos Marinho seja o menor dos problemas. No ano passado, a Netflix faturou cerca de R$ 1,3 bilhão, 30% a mais, por exemplo, do que o SBT. Consultada, a Simba informou que sua prioridade “é negociar com as operadoras para que elas remunerem a joint venture, assim como já fazem com outras emissoras nacionais e estrangeiras.” Posteriormente, a companhia vai definir como investir a receita em conteúdo. Segundo a Simba, o percentual será superior aos 20% do faturamento fixados pelo Cade.

Silvio Santos, Edir Macedo e a dupla Marcelo de Carvalho e Amilcare Dallevo têm mantido conversas quase semanais desde o início de março, quando o “homem do Baú” retornou de sua temporada de férias na Flórida. Na paralela, ocorrem também reuniões entre os executivos das emissoras e o ex-BTG Marco Gonçalves, que assumiu o comando da Simba Content. A ideia é que todas as operações em parceria fi quem penduradas na joint venture. Neste momento, SBT, Record e Rede TV estão no meio de uma batalha com as operadoras de TV por assinatura. A Vivo já concordou em pagar pelo conteúdo. As negociações com Net, Claro, Embratel e Oi prosseguem. Segundo a Simba, a Sky foi a única que, até agora, não aceitou negociar.

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14.03.17
ED. 5577

Encontro com Fátima

Fátima Bernardes é hoje o sorriso mais bem pago do Brasil. Seus rendimentos publicitários já representam seis vezes o salário na Globo. Quando vê os números, Fátima só lamenta não ter deixado o jornalismo antes.

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10.03.17
ED. 5575

A volta do gordo

Jô Soares pretende voltar às telas no início de 2018. Mas, a princípio, os planos da Globo para o ex-apresentador passam por trás das câmeras, com a encomenda de uma minissérie.

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10.02.17
ED. 5558

Quando a geopolítica e a mídia se encontram

A visita do coronel televisivo Phelippe Daou Jr. ao ministro chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Sérgio Etchegoyen, no início da tarde de ontem, não foi um encontro protocolar entre um concessionário televisivo e o observador-mor da programação nacional. Há mais de geopolítica no papo entre os dois do que suspeita a vã filosofia. Daou Jr., colocada as enormes ressalvas, repete em parte a trajetória de Roberto Marinho. Seria um “Dr. Roberto do Norte do país”.

Assim como o falecido patriarca das Organizações Globo, filho do proprietário do jornal O Globo, Euclides Marinho, Daou Jr. é sucessor de Phelippe Daou, de quem herdou a Rede Amazônica de Rádio e Televisão (RART). A RART, como não poderia deixar de ser, é afiliada da TV Globo. Daou pai é um capítulo na história da conglomeração local, regional e nacional da mídia radiofônica e televisiva no país. É imperador das comunicações na Amazônia, Pará, Rondônia, Amapá e Acre. Foi tríplice laureado pelos militares, ganhando as condecorações de Amigo da Marinha, Exército e da Base Aérea Nacional.

A RART conseguiu acesso ao sistema de satélite na gestão de Antônio Carlos Magalhaes no Ministério das Comunicações pagando “valor simbólico” à Embratel. A justificativa da benemerência era o lema de então das Forças Armadas: “Integrar para não entregar”. O empresário era um agente integrador. A conversa de Daou Jr. com o general Etchegoyen pode ter tido diversos outros motivos, mas será sempre uma operação de informação. Afinal, a consciência da população nortista tem um valor estratégico inestimável.

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06.02.17
ED. 5554

A minirreforma nas mídias sociais

A reforma microeconômica ou “minirreforma monetária” que o BC está implantando, com medidas no compulsório bancário, crédito direcionado, mudanças nas regras dos cartões de crédito etc. vai chegar às novelas de TV. Até aí, morreu Neves, porque Ilan Goldfajn já anunciou, e a TV Globo agradece encarecida. Mas a agenda da “cidadania e educação financeira” será estendida também para as redes sociais. A compreensão no BC é que hoje as redes são o veículo que melhor atinge a população em uma campanha como a pretendida. Entretanto, há problemas de comunicação a serem enfrentados: como ensinar o cidadão a reduzir o spread bancário sem culpabilizar as instituições financeiras por se apoderarem deles? E pior: como se proteger dos hackers, que podem colocar como postagem do Banco Central recomendações capazes de levar o sistema, no limite do paroxismo, a uma crise bancária? Todo cuidado é pouco com essa mídia.

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21.09.16
ED. 5459

TV de valor

 O Valor Econômico vai estrear na televisão. Mais especificamente na Globonews. A iniciativa faz parte dos planos do Grupo Globo com a aquisição do periódico. A ideia é carrear o elevado prestígio do jornal para o programa televisivo.

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25.04.16
ED. 5354

Pequenas grandes cenas da TV brasileira

 – A investida de Carlos Sanchez e de Lírio Parisotto na área de mídia não ficará restrita à aquisição dos jornais e emissoras de rádio e TV da RBS em Santa Catarina. Sanchez, dono do laboratório EMS, e Parisotto, fundador da Videolar, miram agora na TV Bahia. A emissora, também afiliada da Rede Globo, pertence aos herdeiros de Antonio Carlos Magalhães. Ressalte-se que Tereza Magalhães, uma das filhas da ACM, desistiu da disputa judicial com a família pelo espólio do ex-governador baiano, o que impedia a venda de qualquer empresa. Procurada, a TV Bahia nega a venda do controle.  – O apresentador Carlos Massa, o Ratinho, teria apresentado uma proposta pelo controle da TV Alterosa, de Minas Gerais, afiliada do SBT. A emissora atravessa uma delicada situação financeira, assim como outras empresas dos Diários Associados. Há cerca de dois meses, os funcionários chegaram a fazer uma paralisação de quase uma semana, devido a atrasos no pagamento de salários. Ratinho, aliás, já é mais sócio do que empregado de Silvio Santos. Por meio da Rede Massa, é dono de retransmissoras do SBT no Paraná.  – J. Hawilla jogou a toalha. O empresário, que por muito tempo resistiu à ideia de vender o melhor dos seus negócios, procura um comprador para a TV Tem. Hawilla, que tenta, sem sucesso, passar à frente a agência de marketing esportivo Traffic, precisa se capitalizar com certa urgência. Nos próximos meses, terá de pagar US$ 150 milhões à Justiça norte-americana dentro do acordo de cooperação para se livrar do escândalo do Fifagate. A TV Tem, que opera em quatro cidades do interior de São Paulo, fatura por ano mais de R$ 1,2 bilhão. As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Grupo Massa, TV Alterosa e TV Tem.

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16.12.15
ED. 5270

Silvio Santos e Edir Macedo entram em sintonia na Rede TV

Enquanto o polêmico projeto de regulação da mídia segue trancado no fundo da gaveta de Eduardo Cunha, está no ar um redesenho do mercado de TV aberta no Brasil. Além do notório interesse da norte-americana Turner em adquirir até 30% da Band, Silvio Santos e Edir Macedo estariam negociando a compra em conjunto da Rede TV. O controle seria igualmente repartido entre os dois empresários. Ressalte-se que as três emissoras anunciaram recentemente uma joint venture para a venda de sua programação a concessionárias de TV a cabo – ao que tudo indica, uma antessala para uma operação bem maior. Procurado, o SBT disse “não confirmar a negociação”. Record e Rede TV não se pronunciaram.  Em termos de disputa direta pela audiência, a venda da Rede TV ao SBT e à Record não teria maior impacto sobre o setor – até porque, na prática, as três permaneceriam como emissoras independentes. Não obstante o susto que andou levando recentemente, com seguidas perdas de share para a novela Dez Mandamentos, da Record, a Globo seguirá no Olimpo da TV aberta. Segundo o Ibope, de janeiro para cá, a emissora foi líder de audiência em 95% do tempo. Significa dizer que, na média, nos 1.440 minutos de um dia, a Globo fica na frente durante 1.368 minutos. SBT, Band, Rede TV e Record se engalfinham por apenas 72 minutos na dianteira.  O grande ganho de Silvio Santos e Edir Macedo com a compra da Rede TV viria da possibilidade de tirar um concorrente do caminho, automaticamente herdar seu pedacinho no bolo da receita publicitária do setor (R$ 67 bilhões no total, a números de 2014) e ter maior poder de barganha na negociação com os anunciantes. Haveria ainda algumas vantagens periféricas. A aquisição permitiria a Silvio Santos ter um balcão televisivo a mais no momento em que acaba de relançar o baú da felicidade – há quem diga que o próprio Edir Macedo seria um sócio discreto da empreitada. Macedo, por sua vez, teria o tão sonhado segundo canal de TV aberta para rechear a programação com cultos da Igreja Universal, sem sacrificar em demasia a grade e a estratégia comercial da Record.  Nos últimos anos, SBT, Record, Band e Rede TV têm se unido na tentativa de reagir ao poderio da Globo. A medida de maior impacto foi a formação do consórcio que trouxe para o Brasil a alemã GfK, um dos maiores institutos de opinião da Europa. Desta maneira, o quarteto conseguiu quebrar a hegemonia do Ibope na medição da audiência no Brasil. Mas este pool não é um monolito. Se, fora dele, exista um oponente em comum, dentro todos continuam brigando contra todos. Neste caso, SBT e Record são os predadores e a Rede TV aparece como a presa mais frágil. Faz algum tempo que a emissora de Amilcare Dallevo e Marcelo de Carvalho convive com insistentes rumores sobre sua venda. Há pouco mais de um ano, por exemplo, o apresentador Ratinho chegou a abrir conversações para a compra da empresa, mas teria desistido por conta do passivo trabalhista.

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24.06.13
ED. 4675

Vai sair coelho dessas redes sociais

As informações abaixo fazem parte de uma análise reservadíssima sobre os incitadores das manifestações nas redes sociais. O RR não está autorizado sequer a localizar a fonte, mas ela é altamente respeitável. Chega dar um frio na espinha: “Nenhum movimento, seja ele qual for, nenhum perfil brasileiro teria força para comandar esse povo e fazê-lo sair do computador e ir a s ruas. Isso é estratégia contratada.” “Nenhum perfil teria como disseminar milhões de “compartilhar” de um só post em segundos, a não ser o Anon Mundial.” “Nenhum perfil teria como derrubar o Facebook – saiu do ar por duas horas em oito países, incluindo o Brasil – quando quiseram parar com o “compartilhar”, a não ser o Anonymous mundial.” “E, por fim, desde a primeira passeata, o Anonymous posta fotos exclusivas (eles na rua) com texto em inglês e com “encaminhar” para vários jornais, revistas e emissoras de TV, de New York Times a CNN. Além disso, quando não transmitiu as passeatas, a Globo exibiu ao vivo manifestações em São Paulo por meio de um celular via Twitter e Facebook. Mais de um milhão de pessoas assistiram.”

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14.06.13
ED. 4669

Bem, amigos

Galvão Bueno quer usar todas as suas mumunhas e prestígio junto a s Organizações Globo para colocar sua marca de vinho no merchandising da TV. Quem sabe uma novela? É só um pequeno bônus, um agradozinho!

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24.05.13
ED. 4655

Leilão de telefonia divide governo em duas faixas

O laboratório de decisões do Palácio do Planalto está diante de uma escolha de Sofia. O dilema diz respeito ao timing do leilão das licenças de telefonia na frequência de 700MHz, que promete uma das mais acirradas disputas do setor desde a privatização do Sistema Telebrás, em 1998. A questão é como harmonizar a licitação e o calendário eleitoral. No governo, há dois sistemas distintos de pesos e medidas para se aferir os possíveis ganhos e riscos inerentes a  operação. Uma corrente defende a realização do leilão antes do pleito de outubro. A própria presidente Dilma Rousseff estaria inclinada a antecipar o leilão. Ressalte-se o “inclinada”, até porque se ela já tivesse se decidido nem sequer haveria facção contrária. Dilma trabalharia com o raciocínio de que o leilão traz a reboque uma mais-valia econômica e política com impacto eleitoral positivo. Seguindo esta linha, o governo usaria e abusaria do direito de capitalizar os benefícios gerados pela licitação, alardeando o papel do Estado como indutor de pesados investimentos em infraestrutura e de um salto qualitativo nos serviços de telecomunicações. Por esta ótica, as cifras da operação também seriam um trunfo eleitoral. a€s vésperas do pleito de outubro, a presidenta poderia propagandear a arrecadação de mais de US$ 22 bilhões para os cofres públicos. Este é o valor estimado pelo Ministério das Comunicações caso todas as licenças sejam arrematadas. A nova frequência é tratada no governo como uma espécie de “pré-sal das telecomunicações”. A licitação é considerada a derradeira porta de entrada para importantes grupos internacionais sem presença no Brasil, caso, por exemplo, de Vodafone, Verizon e Sprint. As grandes operadoras de telefonia móvel do país – Vivo, Claro, Oi e TIM – também deverão desembarcar com tudo na disputa. A faixa de 700MHz é fundamental para a expansão do 4G. No entanto, alguns dos assessores mais próximos de Dilma Rousseff tentam demovê- la dessa ainda tênue preferência pelo leilão da faixa de 700MHz antes das eleições. Para a turma do “não mexe nisso agora”, os possíveis ganhos com esta decisão seriam residuais se comparados a  taxa de risco político embutida na licitação. A concessão das novas licenças pressupõe que o governo dê ordem de despejo aos canais de TV aberta e UHF que hoje operam na faixa de 700MHz. Ou seja: as principais emissoras do país, notadamente Globo, Record, Band e SBT, teriam de acelerar a migração para um novo espectro. Isso, ressalte-se, justamente no momento em que elas pressionam o governo a adiar de 2016 para 2020 o prazo final para a transferência da TV analógica para a TV digital. Por que Dilma Rousseff, que já não conta com a simpatia da grande mídia, compraria o risco de cutucar os mais poderosos grupos de comunicação do país apenas para antecipar o leilão em alguns metros? Realmente, por quê?

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24.05.13
ED. 4655

The Sun of Pará

O empresário paraense Rômulo Maiorana Jr. quer ser uma espécie de “Murdoch no Tucupi”. Dono do Grupo ORM, entre outros negócios repetidor da Rede Globo no Pará, Maiorana tem se movimentado para comprar emissoras de rádio e TV no Amazonas e no Tocantins.

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28.06.12
ED. 4432

Fox e Band ensaiam tabelinha na TV

Rupert Murdoch começa a esticar seus tentáculos na mídia brasileira. Quatro meses após entrar nas telas do país, a Fox Sports tem se movimentado para expandir suas operações. O grupo retomou as conversações com a família Saad para uma parceria com a Band Sports. Ambas chegaram a ensaiar um acordo no fim do ano passado, mas, na ocasião, a Fox preferiu concentrar o foco nos preparativos finais para a entrada de seu canal de esportes no país. Procuradas, as duas emissoras negaram a negociação. No entanto, segundo uma fonte ligada a  Fox, o acordo envolveria a produção conjunta de conteúdo para exibição nos dois canais. Entre os executivos da News Corp e a família Saad, há um entendimento de que Band Sports e Fox Sports têm mais sinergias do que pontos de atrito. Esta complementaridade se deve a s diferentes programações e, sobretudo, pelo fato de ambas não disputarem os direitos de exibição dos mesmos eventos esportivos. Além da dobradinha com a Band, a Fox estuda operações em outras mídias no Brasil. Um dos projetos é a transformação de seu site em um grande portal, mezzo jornalístico, mezzo comercial. A ideia é aproveitar a internet para vender artigos esportivos, notadamente relacionados aos eventos transmitidos pela emissora. Não vai reinventar a roda. Portais congêneres, como Globo Esporte e Lancenet, mantêm “lojinhas” em seus sites.

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09.04.12
ED. 4376

RBS 1

O Grupo RBS prepara o lançamento de um canal a cabo especializado em esportes. Para os Sirotsky, a parte mais complicada do projeto é costurar com todo o cuidado uma espécie de pacto de não agressão com o SporTV, da Globosat.

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05.03.10
ED. 3908

NA

Com as portas da TV Globo fechadas por causa do acordo com sua concorrente Sony, a Panasonic negocia com a Record uma parceria tecnológica para transmissões em 3D.

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11.02.10
ED. 3892

Horário nobre

Após uma série de investimentos na mídia impressa, o empresário J. Hawilla, dono da Traffic, quer agora uma emissora de TV aberta de abrangência nacional. Hawilla, ressalte-se, já é sócio de uma repetidora da Globo no interior de São Paulo.

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09.02.10
ED. 3890

TV Saúde

A Globosat estuda lançar novos canais, entre eles um voltado a  área de saúde e qualidade de vida.

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