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7  resultados para TPG

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09.03.17
ED. 5574

O fadeout da TPG no Brasil

A californiana Texas Pacific Group (TPG) decidiu exercer a opção de converter 12,8 milhões de ações da Rumo Logística em títulos da Cosan e da Cosan Logística – as três empresas são controladas por Rubens Ometto. Não significa, no entanto, que a gestora dos norte-americanos Jim Coulter e David Bonderman será sócia das duas companhias. Cosan e Cosan Logística acertaram com a TPG o pagamento da conversão em dinheiro, ao preço do fechamento médio dos últimos 20 dias. Nada mais conveniente para o atual momento da gestora no Brasil. Com US$ 56,7 bilhões em ativos, a TPG está em fase de desinvestimento no país.

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17.02.16
ED. 5308

TPG faz um plano de saúde na Hapvida

  O Texas Pacific Group (TPG), que administra US$ 80 bilhões em recursos, vem mantendo negociações para a compra de uma participação na cearense Hapvida. Trata-se da maior empresa de medicina de grupo do Norte e Nordeste, com mais de três milhões de vidas e faturamento de R$ 3 bilhões. Segundo o RR apurou, o médico Candido Pinheiro Lima, fundador da companhia, seguirá como acionista majoritário. Já há algum tempo a porta da Hapvida está entreaberta para a chegada de novos sócios. No ano passado, a empresa chegou a contratar o BTG e o Credit Suisse para conduzir seu IPO, mas a operação não resistiu às condições adversas do mercado.  No fim do ano passado, o TPG fez uma dupla oferta pelo controle dos hospitais Santa Joana e Memorial São José, em Recife, mas foi superado, respectivamente, pelo empresário Edson Bueno e pela Rede D´Or. Sem o aperitivo, os norte-americanos decidiram partir para o prato principal. Como prato principal entenda-se a oportunidade de ter uma participação relevante na maior operação integrada do setor no Norte e Nordeste. Além da gestão de planos de saú- de, a Hapvida congrega duas dezenas de hospitais, 70 clínicas e uma rede com mais de 100 laboratórios. Procuradas pelo RR, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto:  TGP e Hapvida.

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29.07.15
ED. 5173

Sócios da Positivo Educação divergem até no acordo

Se há um consenso entre as várias famílias que controlam a Positivo Educação é de que o momento é oportuno para passar adiante o negócio. Até aí morreu Neves. A questão é a qual preço. A empresa está entre as dez maiores do setor, reúne 30 mil alunos, colégios, universidade, lucro anual entre R$ 100 milhões e R$ 150 milhões desde 2010 e taxa de crescimento de receita superior a 20%. A ânsia vendedora se explica pela acelerada consolidação do setor educacional no país, com a entrada em massa de grandes grupos internacionais que não param de comprar. A preocupação dos sócios da Positivo, à  frente o fundador Oriovisto Guimarães, tendo como fiel escudeiro seu filho Lucas, é perder o bonde. Aliás, melhor seria dizer continuar perdendo o bonde. Oriovisto se reuniu com uma trinca de gestoras norte-americanas pesopesado – Texas Pacific Group (TPG), General Atlantic e Carlyle, que juntas administram nada menos do que US$ 280 bilhões em ativos. De sobra, ainda houve conversa com o fundo Gera, de Jorge Paulo Lemann. Pena que pode ter sido tudo à  toa. As mesmas famílias que querem vender não se entendem sobre o valor a ser cobrado. Todos os interessados ofereceram em torno de R$ 1 bilhão, mas o montante é considerado café pequeno pelos sócios Samuel Lago e Rodrigo Formighieri e seus respectivos parentes. O dilema é que ninguém tem maioria absoluta do capital, bastante pulverizado. Os maiores acionistas têm 15% cada um. O desentendimento sobre valores mais parece uma sina ou uma saga familiar. Há dois anos, a história se repete. Oriovisto tem tentado usar sua ascendência, digamos, histórica, para convencer os sócios a encontrar um denominador comum. Contratou o BTG Pactual para fazer uma reestruturação na gestão da companhia, profissionalizar tudo e apresentar uma proposta financeira. Procurada pelo RR, a Positivo limitou-se a dizer que “não tem conhecimento de tais informações”. O banco deve apresentar uma solução que idealmente precifique melhor o ativo e atenda às expectativas de todos os sócios controladores. A solução mais desenhada é fazer uma oferta privada (private placement) com base em um valuation acima de dez vezes o Ebitda. A opção seria uma alternativa ao IPO, defendido por sócios anteriormente. Parece simples, não? Mas vá fazer os “positivos” se entenderem. Até hoje essa foi uma missão inglória.

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29.07.15
ED. 5173

Só Neeleman enxerga a TAP em céu Azul

 A pressa com que David Neeleman expandiu seus negócios de aviação tem deixado um rastro de dúvidas na Azul. A maior oposição vem da Texas Pacific Group (TPG), que lidera um grupo de minoritários disposto a questionar o projeto de Neeleman de usar a Azul para capitalizar a TAP, comprada por ele no mês passado e com dívida de um bilhão de euros. O principal acionista da companhia aérea brasileira tem uma proposta pronta para que a Azul se torne sócia do consórcio Gateway, novo controlador da voadora portuguesa. Se depender de Neeleman, a Azul será uma das maiores sócias da TAP. A operação tem não somente o apoio como o incentivo explícito da United, que tem 5% da Azul. O grupo norte-americano enxerga na operação o caminho mais rápido para a internacionalização da empresa brasileira, que passaria a ter uma operação própria na Europa. Difícil será convencer o TPG, que enxerga mais dúvidas do que certezas na operação, em função dos números ruins da TAP. A Azul teria que necessariamente se capitalizar. Pelos cálculos do fundo, a brincadeira não sairia por menos de R$ 1,5 bilhão. David Neeleman tenta convencer os sócios com a ideia de atrair o BNDES para o financiamento, já que seria a terceira aérea brasileira a ter presença forte no exterior. Terá que gastar muita lábia, pois o banco tem estado arredio a operações de tão grande risco.

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08.08.12
ED. 4461

Headhunter

A KKR, que alistou em suas fileiras Henrique Meirelles, parece ter feito escola. O private equity norte- americano TPG também quer um nome de impacto para ser uma espécie de conselheiro-mor no país. Já sondou Fabio Barbosa, hoje no Grupo Abril.

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23.02.12
ED. 4355

TPG Capital

O fundo de private equity TPG Capital tem planos de investir em infraestrutura no Brasil. Um dos alvos dos norte- americanos são os futuros leilões do setor elétrico.

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07.05.10
ED. 3916

Samuel Zell constrói um teto para a Gafisa e a BFRE

Além da fusão entre a PDG Realty e a Agre, há outra grande construção societária em curso no mercado imobiliário brasileiro. O engenheiro responsável pela edificação é o norte-americano Samuel Zell. Ele costura a associação entre a Gafisa e a Brazilian Finance & Real Estate (BFRE), controlada pelo Grupo Ourinvest. Zell está nas duas pontas: detém 14% da Gafisa, da qual é o principal acionista individual, e 20,7% da BFRE. Na prancheta, há dois possíveis desenhos para a operação. Um deles passa pela criação de uma joint venture. O segundo modelo, mais provável, prevê a incorporação da BFRE pela Gafisa. Neste caso, Zell aumentaria sua participação no negócio, incorporando ações da Ourinvest e do fundo TPG-Axon, dois dos principais sócios da Brazilian Finance. Em contrapartida, ambas teriam uma presença significativa na Gafisa, sobretudo a Ourinvest. Não obstante a diferença de tamanho entre ambas, as duas empresas poderão estabelecer uma relação de comensalismo no mercado imobiliário. A BFRE, que teve receita de R$ 240 milhões e lucro de R$ 60 milhões em 2009, se juntará a uma das maiores construtoras do país, o que aumentará substancialmente seu cacife para a captação de recursos. Já a Gafisa, que faturou mais de R$ 3 bilhões no ano passado, passará a ter do seu lado uma empresa tarimbada na estruturação de fundos de investimento e detentora de uma razoável carteira de crédito no setor. Terá ainda acesso ao balcão da financeira BM Sua Casa. Subsidiária da BFRE, a empresa é especializada no crédito habitacional para a população de baixa renda. Nos planos de Samuel Zell, a associação com a Gafisa funcionará como uma espécie de tubo de ensaio. Zell pretende transformar a BFRE em uma alavanca financeira não apenas para a construtora, mas para seus demais negócios no Brasil. Sócio da administradora de shoppings BR Malls e da Bracor, especializada na construção de plantas industriais, Zell tem planos de criar uma holding para agrupar suas participações societárias no país ? ver RR & Finanças edição nº 3.810.

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