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67  resultados para Sky

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09.11.20

Bola na rede

A Conmebol negocia com a Vivo para que o seu canal próprio de TV entre no pacote da operadora. Hoje, a plataforma da Confederação Sul-Americana de Futebol só está na Net e SKY.

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29.10.20

Turbulência portenha

A Anac acompanha, com apreensão, o imbroglio da argentina FlyBondi e da chilena Sky com o governo do presidente Alberto Fernández. Com dificuldades para controlar o fluxo de passageiros em meio à pandemia, a Casa Rosada ameaça suspender as operações no aeroporto El Palomar. Trata-se do hub usado pelas duas companhias de low cost, ambas com voos já vendidos para o Brasil. A Anac teme que a decisão do governo argentino provoque o cancelamento desses voos entre os dois países e um efeito cascata, com a dificuldade de remanejamento de passageiros para outras empresas.

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05.10.20

Voo de volta

A chilena Sky, que recolheu os flaps no início da pandemia, pretende retomar suas operações no Brasil em outubro. A princípio, serão quatro voos semanais. Mas, o RR apurou de boa fonte que a companhia pretende dobrar esse número ao longo de 2021. A Sky quer se aproveitar do período de turbulência da conterrânea Latam, em recuperação judicial nos Estados Unidos.

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05.10.20

Ponto final

Não retornaram ou não comentaram o assunto: Three Gorges, Pão de Açúcar, Sky, Ford e Enel.

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14.08.20

Turbulência

Contratado pela chilena Sky Airlines para liderar uma captação internacional de US$ 100 milhões, o BTG vai ter fazer acrobacias aéreas para consumar a operação. A situação da empresa é preocupante. Segundo o RR apurou, no limite os acionistas da Sky Airlines cogitam até mesmo recorrer ao Capítulo 11, nos Estados Unidos, a exemplo da conterrânea Latam.

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14.08.20

Ponto final

Os seguintes citados não retornaram ou não comentaram o assunto: Palmeiras, Crefisa, Sky Airlines e BTG.

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30.07.20

Bolsonaro e Landim têm nova jogada ensaiada

A tabelinha entre Jair Bolsonaro e Rodolfo Landim, presidente do Flamengo, não se limita à polêmica MP 984, que alterou as regras para a venda de direitos de transmissão do futebol. Landim tem feito gestões junto a Bolsonaro pela mudança da Lei de Acesso Condicionado (SeAC), que regula a TV paga no país. A medida pode virar pelo avesso o concorrido mercado de aquisição de eventos esportivos no país. A principal guinada seria a permissão para que empresas de telefonia celular e operadoras de TV por assinatura possam comprar os direitos de exibição de partidas de futebol.

Aprovada em 2011, a Lei de Acesso Condicionado proíbe a participação cruzada de um mesmo player na produção e na distribuição de conteúdo. Pouco depois, diante da impossibilidade de atuar nas duas pontas, entre outros motivos, a Globo foi forçada a vender sua participação na NET. Se a MP 984 embaralhou o mercado e lançou insegurança jurídica sobre contratos em vigor, ao dar ao mandante a prerrogativa de negociar suas partidas, a alteração da SeAC poderá provocar um rebuliço ainda maior. A mudança abriria as portas desse setor para fortes players estrangeiros que hoje estão fora do game.

Vivo e Claro, por exemplo, poderiam entrar pesado na aquisição dos direitos de transmissão dos principais campeonatos de futebol do país, algo atualmente restrito às emissoras de TV e às plataformas de streaming – estas, por sinal, ainda vivem em um limbo regulatório. Com a alteração da lei, quem também poderia entrar no jogo é a Sky. Ressalte-se que o ex-presidente da operadora de TV por assinatura no país Luiz Eduardo Baptista, o BAP, é o atual vice-presidente de Relações Externas do Flamengo e um dos principais conselheiros de Landim nos assuntos referentes ao tema. À frente da Sky, BAP, muitas vezes, foi um antagonista de interesses comerciais do Grupo Globo. Jair Bolsonaro e Rodolfo Landim vivem uma conveniente simbiose.

Bolsonaro tem o poder de manejar as regras do jogo e, com isso, atender a pleitos do Flamengo; Landim, por sua vez, franqueou ao presidente da República o apoio do clube mais popular do país. O cartola rubro-negro, por sinal, é um expert em se pendurar em personagens dos quais pode obter benefícios imediatos. Foi assim com Dilma Rousseff, quando ele era presidente da BR Distribuidora e ela, ministra de Minas e Energia; foi assim com Eike Batista, de quem foi um dos “cavaleiros da távola do sol eterno”. No jogo atual, a MP 984 e a mudança na SeAC são faces da mesma moeda. Nos dois casos, a possibilidade de contrariar interesses corporativos da Globo parece galvanizar a relação entre Bolsonaro e Landim. O presidente do Flamengo, ressalte-se, recusou-se a vender à emissora os direitos de transmissão dos jogos do clube no Campeonato Carioca. E ainda levou a final da competição para o SBT, hoje uma espécie de “Sistema Bolsonaro de Televisão”. Foi tudo um jogo de cartas marcadas.

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29.10.19

Capital reputacional na corda bamba

Observatório

Por Ivana Quirce, publicitária, analista reputacional e gestora de marcas digitais.

Era fevereiro de 2012 quando a Melissa inaugurou sua primeira loja-conceito fora do Brasil. A Galeria Melissa New York, situada em um prédio do fim do século XVII, no descolado bairro do Soho, estava na lista dos projetos mais importantes da marca. Havia sido maturado ao longo de quatro anos e consumido, à época, R$ 4 milhões. O novo passo da Melissa era o símbolo concreto da sua globalização e o prenúncio da abertura de novas lojas em mercados da Europa e da Ásia.

A ideia de convidar duas blogueiras com grande audiência nas redes para cobrir a inauguração fazia todo o sentido e era parte da estratégia de comunicação. Afinal, a Melissa passou a ser uma lovemark depois de um bem-sucedido processo de reposicionamento, iniciado no fim dos anos 1990. Seus modelos viraram peça de estilo desenhada por fashionistas, objetos de desejo e até de luxo, como os sapatos cravejados de cristais swarovsky que custam alguns milhares de reais. O escorregão da Melissa foi ter convidado blogueiras que nunca falavam da marca em suas postagens e uma delas já havia admitido não gostar de usar plástico no pé. O deslize desencadeou uma forte reação negativa das melisseiras nas redes sociais.

Meninas que se dedicavam exclusivamente a divulgar os calçados se disseram decepcionadas, traídas e ofendidas e afirmaram que deixariam de consumir produtos da marca. Da revolta das seguidoras nasceu a hashtag #melissafail que ficou entre os trending topics do Twitter. A revolta dos fãs cresceu como uma avalanche e se voltou para os negócios da marca, como o questionamento dos altos preços dos sapatos e a disseminação da ideia de que eram produtos caros e excludentes. Como uma lovemark, a Melissa estava acostumada a colher, no mundo digital, declarações de admiração da sua legião de fãs e se declarou surpresa com as manifestações de fúria. O episódio dá uma mostra singela do que pode acontecer com a reputação de uma empresa depois de uma atitude bem intencionada, mas mal conduzida.

E não estamos aqui falando de falhas em produtos ou serviços, corrupção ou fraude. Da mesma forma como as mídias sociais ajudaram a construir a reputação da Melissa, bastou um simples deslize para arranhá-la. A empresa agiu rápido para reverter o quadro, soltou um comunicado, pediu desculpas, mas o fato ficou no histórico, é só dar uma googlada… Em uma sociedade interligada em rede, consumidores e empresas estão cada vez mais conectados, a mensagem sai do controle corporativo, o discurso do cliente se amplifica e ganha poder, as crises de imagem tornam-se difíceis de gerir. Uma pesquisa recente desenvolvida pela consultoria Aon, em parceria com a empresa norte-americana de análise de dados Pentland Analytics separou em dois grupos – os vencedores e os perdedores – empresas que passaram por uma crise de reputação. O estudo mostra que a tendência das empresas que em 2018 conseguiram ter sucesso no gerenciamento de uma crise de reputação é de valorização acionária de 20% nos próximos anos.

Aquelas que foram vencidas pela crise tiveram 30% de desvalorização dos seus papéis. Ainda de acordo com a pesquisa há um dado que impressiona: o impacto de uma crise sobre o valor das empresas é o dobro, tanto para vencedores quanto perdedores, na era digital quando comparado ao prejuízo que amargavam no período pré-mídias sociais. Como agem os vencedores? De acordo com a pesquisa, eles respondem rápido, quanto maior a demora, maior a perda de confiança; respondem globalmente, compartilham com todos os públicos as respostas enviadas, não fazem esclarecimentos de forma fragmentada; são decisivos, há o envolvimento direto do líder da empresa para tomar decisões efetivas no saneamento do problema; fazem reparações, assim não apenas reconhecem seus erros, mas compensam os atingidos por eles. A lição que fica é que não há mais espaço para amadorismo ou improviso no cuidado da reputação de empresas em um mundo conectado. É preciso melhor governança da comunicação, mais planejamento e habilidade para antecipar cenários de risco. O contrário disso pode ser mortal.

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22.10.18

Fora do ar

A inesperada saída do todo-poderoso Luiz Eduardo Baptista da presidência da Sky no Brasil estaria ligada a desentendimentos com a controladora AT&T/Time Warner devido à suspensão do IPO da empresa. Procurada, a empresa confirmou a saída de Baptista para “se dedicar a projetos pessoais”.

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02.10.18

Pressão contra Disney e Fox

As operadoras de TV por assinatura, à frente NET/Claro e Sky, fazem pressão sobre o Cade para que ele vete a compra dos canais Fox, incluindo Fox Sports, pela Disney no Brasil. O grupo norte-americano já é dono da ESPN.

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