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33  resultados para Cervejaria Petrópolis

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11.01.18
ED. 5784

PF aperta o cerco à Petrópolis

A Polícia Federal está puxando o fio da meada do suposto esquema de doações ilegais de campanha que teria sido montado pela cervejaria Petrópolis no Nordeste. Segundo o RR apurou, há indícios de que o novelo se espalhe por outros três estados da região, além de Pernambuco, Bahia e Ceará, citados na primeira fase da Operação Caixa 3. Um deles seria Alagoas. As doações teriam como contrapartida empréstimos feitos pelo Banco do Nordeste à cervejaria de Walter Faria. Procurada, a Polícia Federal informou que “não se manifesta sobre investigações”. Já a Petrópolis disse que “está à disposição para qualquer esclarecimento, a fim de auxiliar nas investigações e elucidar os fatos.”

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10.08.17
ED. 5680

“Arena Sérgio Moro”

Segundo o RR apurou, a cervejaria Petrópolis estaria negociando a redução dos valores do contrato de naming & rights da arena Itaipava Fonte Nova, em Salvador. Procurada, a empresa nega a mudança no contrato. Está feito o registro. No ano passado, apertada pela crise, a Petrópolis já fez um primeiro e duro ajuste nos valores. De acordo com a fonte do RR, o contrato teria caído de R$ 76 milhões para algo perto de R$ 20 milhões. A Fonte Nova, diga-se de passagem, é uma Arena marcada pela Lava Jato: tem o patrocínio da Petrópolis, citada na Operação, e é administrada por OAS e Odebrecht.

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09.03.17
ED. 5574

Heineken sobe a temperatura do mercado cervejeiro

A aquisição da Brasil Kirin é o ponto de partida do grande projeto de expansão da Heineken no mercado brasileiro, que passa por expressivos investimentos em distribuição, expansão da rede de re-venda e consolidação de ativos. A companhia adotará uma estratégia de marketing mais agressiva, focada nos pontos de venda, com o intuito de disputar espaço consumidor a consumidor. Não é para menos: cada ponto a mais de market share no setor significa uma receita anual próxima dos R$ 800 milhões.

No entanto, para matar a sede dos holandeses no mercado brasileiro só mesmo com novas aquisições. Neste caso, todos os caminhos apontam na direção da Petrópolis. A companhia é vista como uma presa enfraquecida por uma conjunção de fatores. Habituada a disputar a vice-liderança do setor, a fabricante da Itaipava ficou em uma posição difícil. Com aproximadamente 13% de share, viu a Heineken abrir uma boa distância ao saltar de 9% para 17%. Outro ingrediente nessa levedura é a Lava Jato.

O avanço das investigações sobre Walter Faria e a Petrópolis fragiliza a companhia e pressiona o empresário a deixar o negócio. Ressalte-se que os problemas fiscais de Faria vão muito além da Lava Jato. Uma eventual aquisição da Petrópolis pela Heineken criaria uma circunstância até pouco tempo inimaginável, com o surgimento de um concorrente capaz de arranhar a condição de quase monopolista da Ambev.

Até porque a cervejeira de Jorge Paulo Lemann e cia. tem contribuído para esse cenário com seus próprios erros estratégicos. Há sete anos, segundo a Nielsen, a Ambev dominava 70% das vendas de cerveja no Brasil. De lá para cá, seu market share caiu para 66%. Há controvérsias. De acordo com os dados do Sistema de Controle de Produção de Bebidas (Sicobe), da Receita Federal, sua participação não passa de 58%. No caso de compra da Petrópolis, a Heineken passaria a ser uma “Meia Ambev”, com 30% do mercado.

A Ambev corre sério risco de ver essa diferença cair ainda mais caso não resolva problemas crônicos. Segundo relatório do analista Carlos Laboy, do HSBC Securities, divulgado no dia 2 de março, a “estratégia de marketing adotada pela companhia nos últimos anos fracassou no sentido de convencer os consumidores sobre o valor e a diferença das marcas”. Na sua avaliação, a “empresa se recusa a admitir as falhas mercadológicas, se limitando a classificar a situação como temporária”.

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09.01.17
ED. 5534

Petrópolis busca seu prêmio de consolação

A Petrópolis vem mantendo conversações para a compra da cervejaria Cerpa, do Pará, controlada pela família Seibel. A empresa está avaliada em aproximadamente R$ 600 milhões. A investida da Petrópolis é uma reação, ainda que mais modesta, à iminente venda da Brasil Kirin para a Heineken – conforme antecipou o RR na edição de 24 de agosto do ano passado. Caso a operação se confirme, os holandeses vão assumir a vice-liderança do mercado cervejeiro nacional, tomando o lugar da empresa de Walter Faria.

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27.04.16
ED. 5356

Zelotes

 A CPI do Carf fecha o cerco aos empresários Carlos Alberto de Oliveira Andrade e Walter Faria. A comissão já solicitou a quebra dos sigilos bancário e fiscal dos donos do Grupo Caoa e da cervejaria Petrópolis .

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16.03.16
ED. 5328

Walter Faria prepara o trono para a filha

  Na segunda maior cervejeira do país, a palavra “sucessão” ainda é pronunciada com extrema cautela, quase aos sussurros – mesmo porque são muitas as leveduras que podem interferir na fermentação deste processo. No entanto, salta aos olhos dos executivos da companhia a rápida ascensão de Giulia Faria, filha de Walter Faria, no comando do Grupo Petrópolis. Em um espaço de tempo razoavelmente curto, a empresária de 24 anos teria ampliado seu raio de ação na gestão dos negócios, ainda que, em alguns casos, dividindo espaço com outros diretores ou com o próprio pai. Antes restrita à área de marketing, onde deu seus primeiros passos na Petrópolis há pouco mais de dois anos – hoje, todas as campanhas publicitárias passam pelo seu crivo –, Giulia estaria à frente dos planos de expansão da empresa em novos segmentos, notadamente o de cerveja premium. Walter Faria também a teria encarregado de buscar novas marcas no exterior, sobretudo nos Estados Unidos. Se o objetivo do empresário é submeter a filha a uma espécie de vestibular de gestão, deu-lhe uma prova na qual executivos bem mais experientes já fracassaram. A Petrópolis praticamente inexiste no segmento de cervejas premium, no qual a empresa acumula alguns fracassos. O mais recente foi a tentativa de uma parceria com a SABMiller para engarrafar marcas da companhia no país. No meio do caminho, a cervejaria sul-africana foi comprada pela AmBev e as negociações viraram espuma.  Gradativamente, Walter Faria também teria dividido com a herdeira a responsabilidade de capitanear a expansão territorial da Petrópolis, com foco no mercado nordestino. Ao lado do pai, Giulia Faria vem participando das negociações com prefeitos na escolha do local que abrigará a terceira fábrica da empresa na região – o Ceará é o candidato mais forte. Em dois anos, a cervejaria instalou suas duas primeiras unidades industriais no Nordeste, uma em Alagoinhas (BA) e outra em Itapissuma (PE). Aquele é um pedaço do mapa estratégico para o grupo: no ano passado, a empresa teve um crescimento na região superior a sua performance no restante do país. Em pouco mais de um ano, pulou de 9% para 15% de share, tomando mercado principalmente da Brasil Kirin.  Procurada, a Petrópolis nega que exista qualquer processo de sucessão em curso. Afirma também que Giulia segue circunscrita ao marketing. Talvez o marketing tenha engolido outras áreas da empresa, o que explicaria a constante presença da executiva em reuniões das quais não costumava participar, com distribuidores, bancos e possíveis parceiros. A escalada de Giulia Faria na gestão da Petrópolis suscita diferentes interpretações mesmo entre privilegiados espectadores do processo. Há quem diga que tudo acontece dentro do tempo natural das coisas, de acordo com os planos e o ritmo traçados por Walter Faria. Neste caso, sequer passaria pela cabeça do empresário deixar a linha de frente da gestão, mesmo porque a Petrópolis tem suas sutilezas e particularidades – caso, por exemplo, das relações comerciais com os distribuidores, um caminho cheio de atalhos e trilhas que só o patriarca sabe percorrer. Para outros, no entanto, tudo se deu de forma rápida demais. É como se Walter Faria tivesse a firme preocupação de acelerar o ciclo de maturação da herdeira, antevendo um tempo, neste momento de ciladas mil para o empresariado brasileiro, em que ele próprio possa não estar pessoalmente à frente dos negócios.

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15.12.15
ED. 5269

Credit Suisse prepara o terreno para chineses

  O Credit Suisse, um dos principais credores da Imcopa, vestiu o figurino de adviser e saiu em busca de um comprador para a cooperativa agrícola. Entre os candidatos, está a chinesa Cofco, uma das maiores tradings de grãos da Ásia. A Imcopa, no entanto, é uma lavoura cercada de riscos. A companhia paranaense carrega uma dívida de R$ 1 bilhão. Além disso, está no meio de um rumoroso litígio. Seus credores tentam provar na Justiça que a cervejaria Petrópolis comprou, na calada da noite, uma participação na cooperativa e, por esta razão, é responsável por uma parcela do passivo – ver RR edição de 8 de outubro. O Credit Suisse não retornou nem comentou o assunto.

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08.09.15
ED. 5201

Red Bull bate suas asas sobre a Globalbev

O diretor-geral da Red Bull na América Latina, Pedro Navio, tomou duas latinhas de energético e partiu com tudo na direção da Globalbev. Em jogo, a compra da terceira maior empresa do segmento no país, fabricante das marcas Flying Horse e Extrapower. Controlada pelo investidor mineiro Bernardo Lobato, a companhia tem entre seus acionistas João Paulo Diniz e Henrique Pinto, ex-controlador da construtora Tenda. No ano passado, faturou cerca de R$ 500 milhões. A investida sobre a Globalbev tem uma motivação principal: a Red Bull está sedenta para comprar mercado – neste caso os aproximadamente 8% do segmento que estão nas mãos da empresa paulista. Foi a mesma razão que há pouco mais de um ano levou o grupo austríaco a sondar a TNT, divisão de energéticos da Cervejaria Petrópolis. Neste momento, a grande missão de Pedro Navio, há quatro anos no comando da Red Bull na América Latina, é recuperar o share no Brasil, disparadamente a maior operação da companhia na região. O grupo ainda detém, com folga, a primazia do mercado brasileiro, com 50% das vendas de energéticos. Mas, no fim da década passada, chegou a ter mais de 60% do segmento. * As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Red Bull e Globalbev.

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22.06.15
ED. 5146

Colarinho

 A cervejaria Petrópolis, que tem forte presença no futebol e desde 2013 associa sua marca a  Copa do Brasil, já teria sinalizado a  CBF que não pretende renovar o contrato de patrocínio da competição. Será um efeito do Fifagate?

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08.08.14
ED. 4931

Bar da casa

Walter Faria quer se sentar no seu próprio botequim. A Cervejaria Petrópolis planeja montar uma rede de bares no modelo da Devassa, controlada pela Brasil Kirin.

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28.07.14
ED. 4922

Credores da Imcopa abrem guerra pela venda do controle

Há uma rebelião em curso na Imcopa, uma das maiores produtoras de soja do Brasil. Os principais credores, entre os quais figuram HSBC, Credit Suisse e ING, estariam pressionando o empresário Frederico Busato Junior a vender a companhia paranaense. Na visão dos bancos, a transferência do controle para um grande grupo do setor, com maior escala de produção e notória capacidade de captar recursos no exterior, é condição sine qua non para a empresa sair da recuperação judicial e quitar sua dívida, superior a R$ 1 bilhão. Os próprios credores vestiram o figurino de adviser. Segundo o executivo de um dos bancos envolvidos na operação, haveria conversações com as norte-americanas ADM e Cargill. Ressalte- se que, no fim do ano passado, a Penido Holdings, companhia de investimento criada pelos fundadores da construtora Serveng Civilsan, apresentou uma proposta pelo controle da Imcopa. Na ocasião, o grupo chegou a esboçar um plano para a quitação dos passivos incluídos na recuperação judicial, da ordem de R$ 300 milhões. No entanto, as tratativas não andaram. Além de óbices de ordem jurídica e financeira, a operação esbarrou na recusa dos credores, que, a quela altura, já defendiam a venda da Imcopa para uma trading agrícola puro sangue. A recuperação judicial da Imcopa se desenrola sobre terrenos pantanosos. As relações entre os bancos e Frederico Busato Junior se deterioraram muito em razão dos sinuosos negócios entre o empresário e um personagem – chave de todo este enredo: Walter Faria, dono da Petrópolis. Desde 2008, a cervejaria e a Imcopa mantém uma parceria cercada de névoa. Oficialmente, as duas empresas sempre sustentaram ter apenas um acordo comercial para o fornecimento de soja, utilizado pela Petrópolis na produção de bebidas. No entanto, os bancos acusam Faria de ser acionista oculto da Imcopa e, portanto, corresponsável pelo passivo da companhia. Desde o ano passado, travam uma batalha jurídica contra o empresário, de quem cobram o pagamento de aproximadamente R$ 530 milhões em dívidas da processadora de soja. A temperatura subiu ainda mais no início do ano, quando a Petrópolis anunciou o arrendamento das duas plantas industriais da Imcopa. Na visão dos bancos, a operação é mais uma evidência de que Faria seria muito mais do que um mero parceiro comercial da empresa. Entre os credores da Imcopa também há articulações para a suspensão do contrato de arrendamento das fábricas a  Petrópolis. A avaliação é que a simples presença de Walter Faria no negócio inibe o interesse dos candidatos a  compra da companhia.

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24.04.14
ED. 4857

Trama cervejeira

A Kirin, dona da Schincariol, e a Petrópolis estão envolvidas em um enredo de traição, vazamento de informações e rompimento com uma antiga parceira da cervejaria de Itu. Os japoneses se sentem roubados por Walter Faria na distribuição do mercado nordestino.

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14.03.14
ED. 4830

Polichinelo

Pergunta que não quer calar entre os credores da Incopa: a cervejaria Petrópolis que anunciou o arrendamento das unidades da processadora de soja é a mesma que, apesar de todas as evidências em contrário, sempre garantiu não ter qualquer vínculo com a empresa e muito menos responsabilidade sobre o seu passivo de R$ 1 bilhão?

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24.01.14
ED. 4824

Cerca Lourenço

Há cerca de um mês, emissários da cervejaria Calrsberg teriam se encontrado com Walter Faria, dono da Petrópolis. A conversa girou em torno de um acordo para a distribuição de cervejas do grupo europeu no Brasil. Mas não é difícil imaginar aonde os dinamarqueses efetivamente querem chegar com esse papo de parceria operacional.

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07.01.14
ED. 4811

Imcopa

A assembleia de credores da Imcopa marcada para o próximo dia 15 vai ferver. Os bancos, liderados por HSBC, Credit Suisse e ING, acenam com novos documentos que comprovariam a venda do controle da processadora de soja para a Petrópolis, de Walter Faria. Com isso, a cervejaria passaria a ser responsável por toda a dívida da Imcopa, na casa de R$ 1 bilhão – só com os três bancos, os débitos passam dos R$ 500 milhões. Oficialmente, a Petrópolis alega ter feito apenas uma parceria comercial com a empresa paranaense.

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30.07.13
ED. 4701

Jeito brasileiro

Walter Faria, dono da Cervejaria Petrópolis, encontrou um jeito inusitado de se aproximar da paraense Cerpa sem assustar seu controlador, Konrad Karl Seibel. Faria propôs um acordo de compartilhamento de produção e de logística. O negócio abriria o mercado fora da Amazônia para a Cerpa, que tem marcas premium, como a Cerpa Export, com boa aceitação em grandes capitais do país. Em troca, descortinaria uma janela para, quem sabe, uma futura aquisição. Consultadas, a Cerpa e a Petrópolis não se manifestaram.

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27.06.13
ED. 4678

Clientes da Imcopa avançam sobre Walter Faria

A inusitada investida do cervejeiro Walter Faria no agronegócio está saindo cada vez mais caro. Além da movimentação dos credores da Imcopa para jogar no colo de Faria o passivo da cooperativa paranaense, na casa de R$ 1 bilhão, outros esqueletos ameaçam sair do armário e aterrorizar o empresário. Um grupo de empresas internacionais que mantinha contratos de importação de derivados de soja com a Imcopa alega não ter recebido a totalidade dos produtos adquiridos. A dívida chegaria a US$ 200 milhões. Os supostos atrasos teriam sido decorrentes da redução da capacidade de processamento das duas unidades da Imcopa, no rastro da crise financeira que resultou no pedido de recuperação judicial. Procurada, a Imcopa negou qualquer atraso ou dívida referente a contratos de exportação. A Petrópolis, de Walter Faria, afirmou não ter recebido qualquer cobrança neste sentido. Pode até ser. No entanto, desde que os caminhos da cervejaria e da cooperativa agrícola se cruzaram, está difícil identificar o que é fato e o que é versão. A relação entre ambas é cercada por densa neblina. Mesmo com a interveniência da Justiça, seis meses após o pedido de recuperação judicial os próprios credores da Imcopa não teriam obtido acesso aos detalhes do acordo com a Petrópolis. Há quem diga que Walter Faria discretamente teria comprado uma participação na companhia paranaense.

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06.06.13
ED. 4663

“Petrocola”

A cervejaria Petrópolis tem planos de lançar ainda neste ano um refrigerante no sabor “cola”. Em um primeiro momento, a distribuição ficará restrita a s regiões Norte e Nordeste, não por coincidência onde Walter Faria tem apostado a maior parte de seus cifrões – vide os contratos de naming & rights com os novos estádios de Salvador e Recife.

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18.12.12
ED. 4551

Petrópolis preenche os vazios no mapa

Noves fora o assédio sobre a Petrópolis, notadamente da Heineken -ver RR nº 4.492- , Walter Faria já elegeu sua prioridade para 2013: preencher os espaços que faltam no mapa comercial da cervejaria. O objetivo é garantir, até o fim do próximo ano, a distribuição em todo o território nacional. Para isso, o plano de investimentos da Petrópolis prevê a construção de três a cinco fábricas nas regiões Sul, Nordeste e Norte. A expansão industrial será acompanhada por um pacote de investimentos em logística. Os maiores vazios no sistema de distribuição da cervejeira estão concentrados justamente nessas três regiões. De acordo com fontes ligadas a  companhia, o desembolso deve ficar perto dos R$ 800 milhões. Procurada, a Petrópolis informou que, “até 2020, pretende estar em 100% do território nacional, mas ainda estuda em quais cidades instalará suas novas fábricas.” Walter Faria considera esta ofensiva territorial absolutamente estratégica para consolidar a posição da Petrópolis no segundo lugar do ranking, a  frente da Schincariol. Aliás, por vias oblíquas, a cervejeira de Itu é um personagem importante na expansão da Petrópolis. Faria vem cercando distribuidores da Schincariol que andam insatisfeitos com a gestão da japonesa Kirin. Gente, aliás, que o empresário, no passado um dos maiores revendedores da companhia, conhece muito bem. Do jeito que a coisa anda, daqui a pouco ninguém se lembra da folha corrida fiscal de Faria. Coisinha desimportante.

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01.10.12
ED. 4498

Heineken

A Heineken voltou a  carga para comprar a Cervejaria Petrópolis, de Walter Faria. Representantes das duas empresas teriam se reunido na semana passada. A Heineken informou que “não comenta especulações de mercado” e negou o encontro. Já a Petrópolis informou que não está a  venda.

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01.06.12
ED. 4414

Cerpa no Sudeste

A paraense Cerpa vai construir sua primeira fábrica no Sudeste. Petrópolis, na Região Serrana do Rio, é a mais forte candidata. É onde está sediada a cervejaria Petrópolis, do polêmico Walter Faria. Outra unidade será instalada no Nordeste. Consultada, a Cerpa não se pronunciou até o encerramento desta edição.

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27.03.12
ED. 4367

Petrópolis quer fazer da tampinha uma fidelidade milionária

As ideias de Walter Faria entraram em ebulição. Depois de comprar 50% da paranaense Electra, que atua em geração de energia, notadamente por meio de PCHs, o dono da Petrópolis prepara sua incursão em um empreendimento igualmente inusitado. Faria quer fazer da cervejaria a ponte para uma empresa de fidelidade. A iniciativa é, no mínimo, ousada, pois megamarcas, como a Coca- Cola, jamais enveredaram por esse setor. No momento, estão sendo estudados mecanismos para a implementação da ideia, tais como o tipo de serviço ou de produto que poderia ser permutado a partir do consumo de um determinado número de garrafas ou latinhas de cervejas da Petrópolis. O modelo de participação deve ser o mais simples possível: troca das chapinhas ou dos puxadores de metal das embalagens nos pontos de venda estabelecidos. O consumidor receberia um comprovante que permitiria sua conversão em serviços e/ou produtos da própria Petrópolis ou de outras empresas. Tudo começou com o laboratório de novas ideias fervescentes de Faria querendo resgatar as antigas promoções de troca direta de determinado volume de cervejas por uma unidade ou mesmo por um brinde. Pensou-se também na boa e velha raspadinha das tampinhas. Mas alguém lembrou dessa tal fidelidade. Os modelos de negócio nesse setor ensejam, inclusive, a possibilidade de futuro IPO, caso o negócio dê certo. Não por acaso, a intenção é criar uma empresa separada, uma espécie de “Petrópolis Fidelidade”, o que facilitaria uma eventual abertura de capital. Feitas as devidas ressalvas das diferenças entre os empreendimentos, é bom lembrar que a Multiplus, empresa de fidelidade do grupo TAM, foi negociada originalmente em mercado com um valor maior do que o da própria companhia aérea. A expectativa é de que a sinergia entre a operação de fidelidade e a venda de cerveja jorre espuma para tudo quanto é lado. Afinal cada 1% de market share nesse setor significa R$ 300 milhões de receita. Walter Faria quer sair na frente porque acha que o pioneiro do negócio vai ter uma fila correndo atrás. No seu caso particular, conta com seu notório conhecimento de como transformar as operações mais rentáveis com um jeitinho todo especial.

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30.12.11
ED. 4319

Petrópolis mistura suco e cerveja no mesmo balcão

Em meio a s conversações com a Heineken, que está sedenta para se associar a  cervejaria Petrópolis – ver RR nº 4.255 -, o empresário Walter Faria prepara sua entrada em novos segmentos do mercado de bebidas. A empresa vai lançar no primeiro semestre de 2012 uma linha de sucos prontos. Faria vai embalar o novo empreendimento como parte de um projeto ainda maior: transformar a Petrópolis em um grande grupo integrado da área de bebidas, com presença nos segmentos de alcoólicos e não alcoólicos. No setor, esta posição é sinônimo de melhores negociações com o varejo. Neste primeiro momento, a cervejaria vai investir cerca de R$ 120 milhões na produção de sucos prontos, que inclui a montagem de uma linha industrial, provavelmente na fábrica de Boituva (SP). A estimativa da Petrópolis é que o faturamento da nova unidade de negócios chegue a R$ 200 milhões no primeiro ano de operação. Em sua estratégia comercial, Faria aposta boa parte de suas fichas em repetir na área de sucos o que fez na venda de cervejas: tirar mercado da Schincariol, dona da marca Fruthos. Entre as principais fabricantes do setor, o empresário considera a companhia recém-comprada pela japonesa Kirin como o player com mais fragilidades. Além disso, na condição de ex-distribuidor da Schin, Faria conhece todos os calos da empresa de Itu. Mas nem tudo são flores no caminho da Petrópolis. Faria pisará em um campo minado. Terá de enfrentar concorrentes com muito mais musculatura financeira, recall e experiência de sobra do setor, caso, por exemplo, da Coca-Cola, dona das marcas Sucos Mais e Del Valle. A Petrópolis não dispõe de um cardápio tão amplo de produtos e de fôlego para praticar uma política de preços mais baixa quanto os grandes players do segmento.

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22.11.11
ED. 4291

Heineken mergulha no colarinho da Petrópolis

A espuma da venda da Schincariol para a Kirin nem sequer baixou e já há mais um negócio de alto teor alcoólico em fermentação no mercado cervejeiro. A Heineken partiu com toda a sede ao pote para a aquisição da Petrópolis, controlada pelo polêmico empresário Walter Faria. As conversações teriam sido deflagradas há cerca de um mês. A Heineken está disposta a comprar apenas metade do capital da Petrópolis, mantendo os outros 50% nas mãos de Faria. A rigor, ambos passariam a dividir o controle de uma holding ainda a ser criada – provisoriamente batizada pelos holandeses de -Cervejaria Brasil-. Todas as garrafas de Walter Faria, leia-se as marcas e as quatro fábricas da Petrópolis, seriam agrupadas neste novo engradado societário. Procurada pelo RR, a Heineken informou que -não comenta especulações de mercado-. Já a Petrópolis garantiu que -não tem qualquer intenção de negociar sua participação-. A fonte do RR, que acompanha a operação grudada a  mesa de negociações, crava um valor em torno de R$ 6,5 bilhões para a transferência de 50% da cervejeira da Região Serrana do Rio. A cifra já embute uma inflação no preço dos ativos do setor decorrente justamente da venda da Schincariol. Para efeito de comparação, trata-se de um valor próximo ao que a Kirin pagou por 100% da empresa. O eventual ágio na venda da Petrópolis tem duas fortes razões. Além de ser a segunda colocada do mercado, atrás apenas da AmBev, a empresa se tornou automaticamente a noiva mais cobiçada do setor após a venda da Schincariol. O modelo de negócio idealizado pela Heineken deve ser enxergado como uma maneira de contornar a resistência de Walter Faria a  venda integral da Petrópolis. O empresário tem a pretensão de se manter no negócio de braços dados com uma grande cervejeira internacional. No entanto, ao viver sob o mesmo teto com os holandeses, terá de se adequar a novos tempos. A Heineken inevitavelmente esquartejará a Petrópolis com o detalhismo de um anatomista. O bisturi certamente apontará para os sinuosos procedimentos da empresa – notadamente no que se refere a  sua engenharia fiscal, a s práticas trabalhistas e ao relacionamento com distribuidores. A compra da Petrópolis seria um passo fundamental para o crescimento da Heineken no Brasil. Somando-se a antiga operação da Femsa, comprada no início do ano, e a fabricante da Itaipava, os holandeses passariam a ter 19% de market share, mais do que o dobro da participação da Schin, em torno de 9%. No que depender do ímpeto da Heineken, esta diferença logo será ampliada. O grupo já sinalizou a Walter Faria o interesse em investir pesado para acelerar o plano de investimentos da Petrópolis, que prevê a construção de cinco fábricas.

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06.09.11
ED. 4240

Schincariol

Em meio a  batalha familiar e ao imbróglio jurídico deflagrados pela venda da Schincariol, Adriano Schincariol ainda tem sido obrigado a rastrear os passos de um inimigo figadal. Walter Faria, dono da Cervejaria Petrópolis, vem assediando distribuidores da Schin, sobretudo no Nordeste. Adriano tem informações, inclusive, de que Faria estaria disseminando boatos sobre cortes na rede de revenda da cervejaria de Itu, como forma de cooptar os distribuidores. Ao saber das acusações de assédio feitas por Adriano, Walter Faria teria dito: -O frangote tem que, primeiro, cuidar da bagunça na sua casa para depois falar dos outros-.

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05.08.11
ED. 4218

Cola fiscal

Haja ginástica tributária! Walter Faria acha que dá para beliscar o mercado da Coca- Cola e da Pepsi. A cervejaria Petrópolis pretende lançar um refrigerante para disputar o chamado mercado de colas. O investimento deve girar em torno de R$ 50 milhões.

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09.06.11
ED. 4178

Petrópolis

O polêmico empresário Walter Faria vai pisar no Norte do país. A Cervejaria Petrópolis construirá uma fábrica no Pará, que atenderá a todos os estados da região.

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10.05.11
ED. 4156

Garrafa quebrada

Adriano Schincariol aguarda com apreensão a divulgação do próximo relatório da Nielsen, referente ao mês de abril. São grandes as chances de que, pela primeira vez, a Schincariol tenha sido ultrapassada no ranking nacional pela cervejaria Petrópolis.

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19.01.11
ED. 4082

SAB Miller

A SAB Miller convidou diretores da Petrópolis para conhecer suas fábricas na Inglaterra e nos Estados Unidos. Para todos os efeitos, o que está por trás da beer trip é um acordo futuro para a importação de marcas da cervejaria de origem sul-africana.

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14.10.10
ED. 4027

Comary vira energético da concorrência

A Comary despejou um barril de energéticos nos seus números e, de uma hora para outra, virou objeto de cobiça dos grandes do setor. Com fábrica em Teresópolis (RJ), a companhia produz a tradicional catuaba Selvagem e outros produtos que estão entre os líderes do setor. O desempenho chamou a atenção e a Cervejaria Petrópolis, que estava sozinha olhando os números da Comary, a cada dia que passa ganha mais e mais concorrentes na disputa. Entre eles, está a Red Bull e a Diageo, dona da Smirnoff Ice. A Petrópolis ainda está na dianteira por conta da proximidade logística, já que ambas têm fábrica na cidade serrana fluminense. Porém, Red Bull e Diageo apostam no seu poder de fogo para jogar para escanteio a companhia cervejeira. Enquanto os concorrentes se assanham para seu lado, a Comary segue seu plano de expansão, incluindo a ampliação da fábrica e o lançamento de produtos que mexem diretamente nos interesses da Red Bull e da Diageo. Um dos grandes exemplos é o Red Hot Light, um energético sem açúcar e preço cerca de 20% mais baixo. A política da empresa é observar o movimento sem dizer sim ou não. Prefere ver o circo pegar fogo e subir o passe em proporções estratosféricas. O faturamento, que bateu em R$ 126 milhões em 2008, deverá fechar este ano na faixa de R$ 250 milhões, com lucro superior a 20%.

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24.09.10
ED. 4014

Petrópolis chama Schincariol para um duelo

O mercado cervejeiro está prestes a assistir a um duelo que periga ficar conhecido como o “clássico dos vitupérios”. O epíteto não diz respeito a  voracidade dos adversários, mas sim a  insistência em denunciar-se mutuamente a  Receita Federal como sonegadores. De um lado, a Petrópolis; do outro, a Schincariol. O empresário Walter Faria, dono da cervejaria fluminense, pretende construir quatro fábricas nos próximos três anos. A meta é aumentar a capacidade de produção da Petrópolis, dona da marca Itaipava, de 2,2 bilhões para 3,5 bilhões de litros por ano. E o que a Schincariol tem a ver com essa história? Faria aponta todas as suas armas na direção de Itu. Tem repetido a fornecedores, distribuidores, credores que, com as novas fábricas, vai desbancar a Schincariol do posto de segunda maior cervejeira do país até 2013. Atualmente, o market share da Petrópolis é de aproximadamente 9,5%. A participação da concorrente gira em torno dos 11,5%. A disputa comprova o dístico popular de que o ex-parceiro é sempre o pior inimigo. Por muito anos, Walter Faria foi um dos maiores distribuidores da Schincariol. Sempre foi visto pelo mercado como um dos arquitetos da heterodoxa política fiscal da companhia. A ruptura entre Faria e os Schincariol foi traumática e, desde então, o relacionamento entre ambos é dos mais belicosos, repleto de acusações e suspeições de parte a par te. No início deste ano, surgiram na mídia informações de que a Schincariol estaria comprando a Petrópolis. Faria não tem dúvidas de onde partiu o disparo. Ao todo, Walter Faria vai sacar do coldre cerca de R$ 500 milhões. As novas fábricas da Petrópolis serão instaladas na Bahia, Maranhão, Amazonas e Rio Grande do Sul, o que tornará a logística da cervejaria capaz de atender a qualquer mercado do país. Com os novos parques fabris, a diferença de produção para a Schincariol cairá de 2,3 bilhões para um bilhão de litros. Faria aposta que conseguirá compensar este hiato e ultrapassar a concorrente com os investimentos na estrutura logística e o aumento do número de distribuidores.

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08.06.10
ED. 3937

Imcopa recorre Á  espuma financeira de Walter Faria

A peregrinação do empresário Frederico Busato em busca de um novo sócio caminha para um epílogo inusitado. Walter Faria, dono da cervejaria Petrópolis, é candidato a  compra de uma participação na Imcopa, uma das mais tradicionais tradings agrícolas da Região Sul. Estima-se que o aporte poderá passar dos R$ 100 milhões. O controle permaneceria nas mãos de Busato, mas Faria pretende ter participação direta na gestão. O dono da Petrópolis aposta suas fichas no transporte e exportação de soja, um dos principais negócios da trading paranaense. Consultada pelo RR – Negócios & Finanças, a Imcopa negou qualquer negociação para a venda do controle. No entanto, o RR apurou que, nos últimos meses, além de Walter Faria, Busato teria mantido conversas com multinacionais do setor, como Louis Dreyfus, Glencore e a japonesa Nidera. A Imcopa tem um peso expressivo no mapa do agronegócio. Com capacidade para processar mais de dois milhões de toneladas de soja por ano, faturou cerca de R$ 2 bilhões em 2009. No entanto, desde 2008, tem passado por alguns solavancos financeiros. A companhia carrega uma dívida de aproximadamente US$ 500 milhões. Em 2008, teve um prejuízo da ordem de R$ 130 milhões. No ano passado, precisou renegociar o prazo de pagamento dos juros relativos a US$ 92 milhões em eurobônus, emitidos em 2006. Se consumada, a negociação com Walter Faria terá efeitos colaterais para a Imcopa. É de se imaginar, por exemplo, que a trading acabe atraindo para si os holofotes da Receita Federal. Trata-se do preço pago por qualquer companhia que se associe a um empresário com o currículo de Walter Faria. Preso pela Polícia Federal por supostas práticas de sonegação, Faria é visto na indústria de bebidas com um benchmarking em heterodoxia fiscal.

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01.02.10
ED. 3884

NA

A cervejaria Petrópolis, do polêmico empresário Walter Faria, pretende entrar no mercado de água mineral por meio de aquisições. Um dos alvos é a baiana Dias D?avila.

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