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62  resultados para Ambev

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10.05.22

Universidade Burger

Jorge Paulo Lemann voltou a ser o velho Jorge Paulo com a venda da Eleva, uma escola para príncipes, com mensalidades de até R$ 10 mil? Nada. Jorge Paulo é o mesmo Lemann de sempre, o que compra, junta, reestrutura e vende. No caso do setor de educação, há vantagens adicionais: entre a aquisição e a desmobilização, o bilionário ainda deu uma “marketada” em sua imagem, um lustro ESG colateral aos seus empreendimentos centrais. Seus ativos para valer são os que ora embriagam (Ambev), ora levam à obesidade (Heinz e Burger King). É provável que o empresário compre uma escola para criar um instituto das diversidades ou uma universidade ESG. São bons hedges para quem vem se equilibrando no fio do imposto do pecado, ou seja, o tributo sobre alimentos com açúcares e bebidas alcoólicas que Paulo Guedes ensaia criar desde o início do governo. De  qualquer forma, é melhor um “Jorge Paulo green”, a despeito de intenções marqueteiras.

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09.05.22

Petrópolis aumenta a levedura contra a Ambev no Cade

A concorrência está se unindo contra a Ambev e suas práticas comerciais. Segundo o RR apurou, a Petrópolis, de Walter Faria, estuda se juntar à Heineken no processo movido no Cade contra a cervejeira de Jorge Paulo Lemann e cia. De acordo com a mesma fonte, a fabricante da marca Itaipava pretende entregar, nas próximas semanas, farta documentação com o objetivo de comprovar que a Ambev adota práticas anti-concorrenciais, como venda casada e proibição de que parceiros comerciais comprem bebidas de competidores.

Há pouco mais de um mês, a Heineken protocolou uma petição no Cade acusando a líder do mercado brasileiro de manter contratos de exclusividade com bares e restaurantes em 11 capitais que ferem a legislação antitruste. Dona de aproximadamente 60% do mercado cervejeiro nacional, a Ambev é useira e vezeira em ser acusada de concorrência desleal. Em 2015, a companhia firmou um Termo de Compromisso de Cessação (TCC) com o Cade, comprometendo-se a limitar contratos exclusivos de venda. Na ocasião, foi punida por exigir de comerciantes acordos de exclusividade no âmbito do programa de fidelidade “Tô Contigo”.

Após uma renegociação com o órgão antitruste, a empresa conseguiu reduzir o valor da multa de R$ 359 milhões para R$ 229 milhões, o equivalente a apenas 0,8% da sua receita líquida naquele ano de 2015. Consultada sobre a petição da Heineken junto ao Cade, a Ambev informou que “suas práticas de mercado são regulares e respeitam a legislação concorrencial brasileira.” A empresa afirmou ainda que “em 2020, o Cade atestou que o termo de ajuste de conduta acordado em 2015 estava integralmente cumprido. Mesmo sem ter a obrigação, continuamos monitorando os mesmos indicadores em todas as regiões do país e eles seguem dentro do acordado anteriormente.” Também consultada, a Petrópolis não se pronunciou.

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07.04.22

Fundos de pensão abrem nova frente de batalha contra a Ambev

Previ, Funcef e Economus, fundo de pensão da antiga Nossa Caixa, vão voltar à carga contra a Ambev. Segundo o RR apurou, o trio estuda entrar na CVM com uma nova ação contra a cervejeira de Jorge Paulo Lemann, Beto Sicupira e Marcel Telles. As três fundações, que detinham bônus de subscrição emitidos pela antiga Brahma em 1996, alegam ter direito a convertê-los em ações da própria Ambev.

Somente Previ e Funcef calculam o seu prejuízo em R$ 4 bilhões. Cabe lembrar que o colegiado da CVM já se posicionou favoravelmente à fabricante de bebidas por duas vezes, a última em 2004. Os fundos de pensão, no entanto, acreditam que desta vez têm munição de maior calibre contra a Ambev.

De acordo com a fonte do RR, nos últimos anos a cervejeira teria firmado acordos sigilosos com outros detentores de bônus da Brahma, entre os quais um grande banco, para encerrar ações administrativas e judiciais. No entendimento das fundações, seria uma “confissão de culpa” da companhia. Procurada pelo RR, a Ambev não quis se pronunciar.

Previ, Funcef e Economus também não se manifestaram. A CVM, por sua vez, informou que “até o momento, não recebeu reclamação com o teor objeto da demanda”. Além do front regulatório, a batalha se desenrola nos tribunais, onde a AmBev também saiu em vantagem. O STJ deu ganho de causa à cervejeira, entendendo que os bônus não deveriam ser convertidos em ação. Agora, os fundos de pensão tentam reverter essa decisão no STF.

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03.11.21

Mudanças no cardápio societário

Os filhos de Carlos Wizard, sócios minoritários da IMC (International Meal Company), estariam procurando um comprador para suas participações na empresa. A saída seria mais um indicativo do fortalecimento do principal acionista da companhia, a UV Gestora, de Lucas Rodas, genro de Beto Sicupira. Nos últimos meses, nomes ligados a Sicupira e, consequentemente, a Rodas chegaram na IMC. Luiz Edmond, ex- CEO da AmBev, assumiu uma cadeira no board. Já Alexandre Santoro tornou-se presidente da empresa. Santoro foi executivo da antiga ALL, quando controlada por Sicupira, Lemann e Marcel Telles.

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18.10.21

Tirando onda

Segundo o RR apurou, a Heineken estuda formas de capitalizar sua decisão de não aumentar os preços de seus produtos no último trimestre do ano. Uma das ideias sobre a mesa é o lançamento de uma campanha publicitária. Seria uma estocada com endereço certo: a AmBev reajustou os valores de suas cervejas em outubro.

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05.10.21

Cerveja gelada

A Heineken está rondando a cervejaria paraense Cerpa, que por muito tempo esteve na mira da AmBev.

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25.05.21

Um pé fora da BR Distribuidora

Após reduzir sua participação em Vale, Ambev e Petrobras, entre outras, a Previ estaria se preparando para zerar sua participação na BR Distribuidora, de pouco mais de 3%.

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29.04.21

Burger King e IMC podem dividir a mesa

O Burger King, de Jorge Paulo Lemann, Beto Sicupira e Marcel Telles, e a International Meal Company (IMC), leia-se Carlos Wizard, estariam negociando uma combinação de ativos. Segundo informações apuradas pelo RR, as hipótese sobre à mesa iriam desde uma associação da rede de hambúrgueres com uma das marcas operadas pela IMC – a exemplo da KFC, Pizza Hut e Viena – à fusão entre os dois grupos. Neste último caso, muito provavelmente caberia ao Burger King, que tem o dobro de tamanho, ensanduichar a IMC. O M&A daria origem a um grupo de fast food com 1,3 mil restaurantes e faturamento somado de R$ 3,3 bilhões.

Ressalte-se que a trinca Jorge Paulo Lemann, Marcelo Telles e Beto Sicupira já tem uma “cabeça de ponte” na IMC. A UV Gestora, um dos acionistas do grupo, pertence ao investidor Lucas Rodas, genro de Sicupira. A interseção não se limita a Rodas. Por sua influência, dois nomes ligados a Lemann chegaram recentemente à empresa. Luiz Edmond, ex-CEO da AmBev e da Anheuser Busch, tornou-se conselheiro. Já novo CEO da IMC, Alexandre Santoro, foi executivo da antiga ALL, quando a operadora ferroviária era controlada pelo 3G Capital, de Lemann e cia.

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12.05.20

Agenda fora de hora

Jair Bolsonaro comprometeu-se com parlamentares do Amazonas – à frente o senador Eduardo Braga – em conceder um novo aumento do crédito tributário sobre o IPI para os fabricantes de refrigerantes da Zona Franca. Em fevereiro, Bolsonaro assinou decreto estipulando um benefício de 8%. A indústria, que reúne dos pesos-pesados AmBev e Coca-Cola a fabricantes locais, como Amazon e Magistral, quer um aumento gradativo dos créditos até 16%. Trata-se de uma agenda cheia de arestas: o Ministério da Economia já foi contrário ao decreto de fevereiro. Imaginem em relação à extensão do benefício…

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05.02.20

Vírus das redes sociais ataca a AmBev

Por mais inusitado que possa parecer, o coronavírus está dando trabalho à área de comunicação da AmBev. A incansável e cruel fábrica de memes das redes sociais e do WhatsApp tem produzido farto material associando a doença à cerveja Corona, comercializada pela empresa. No Google, as consultas vinculando a bebida à enfermidade também dispararam. É o que mostra a ferramenta Google Trends. Na semana de 26 de janeiro a 1 de fevereiro, as buscas com os termos “Corona”, “cerveja” e “vírus” associados atingiram a marca de 100 pontos, o pico na escala de medição do contador.

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