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Marc Lemann, filho de Jorge Paulo Lemann e sócio da agência de marketing esportivo Go4It/ Adventures, tem sido procurado por outros investidores para entrar na onda das SAFs (Sociedades Anônimas de Futebol).

Em tempo: se papai quisesse, poderia comprar Flamengo, Corinthians e Atlético-MG de uma só tacada. Se o valuation somado dos três fosse de R$ 3 bilhões, ou algo como US$ 550 milhões, isso representaria apenas 3% da fortuna de Lemann, estimada em aproximadamente US$ 19 bilhões.

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14.12.21

Venda do controle parece ser o melhor remédio para a DPSP

Os acionistas da Drogaria Pacheco São Paulo (DPSP) vêm mantendo conversações com grupos do setor e fundos internacionais para a venda do controle da companhia. Segundo a fonte do RR, entre os candidatos estariam a Pague Menos, maior varejista farmacêutica do Norte e Nordeste, e o Advent. Trata-se de um negócio avaliado em R$ 12 bilhões, capaz de chacoalhar as prateleiras do setor.

Em caso de aquisição da DPSP, a Pague Menos, do empresário Deusmar Queirós, chegaria a quase R$ 20 bilhões em faturamento, encostando na líder do mercado, a Raia Drogasil, com receita de R$ 22 bilhões. Procuradas, DPSP, Pague Menos e Advent não se pronunciaram. A DPSP vem de uma temporada de solavancos. Em 2020, cresceu apenas 1,6%, bem abaixo do setor (quase 9%).

A performance decepcionante foi fundamental para a saída do então CEO do grupo, Marcelo Doll, que deixou o cargo em julho. Mais do que isso: aumentou a efervescência entre os mais de 20 acionistas da DPSP, oriundos da Drogaria Pacheco e da Drogaria São Paulo, que deram origem ao grupo. Dentro da própria empresa, há quem diga que eles talvez só venham a se entender quando não estiverem mais sob o mesmo teto.

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25.10.21

Por que tanta histeria com um teto que já tinha caído?

A tentativa do mercado de capturar o governo é o óbvio ululante, como diria Nelson Rodrigues. As discussões sobre a busca de recursos adicionais para financiar o Auxílio Brasil – extensão do Auxílio Emergencial, Bolsa Família ampliada ou coisa que valha – vêm sendo feitas publicamente desde o início do ano. Portanto, ninguém deveria ter sido surpreendido com o pedido de waiver ao Congresso para liberação dos recursos fora do teto. Ainda mais com o advento dos precatórios. O fato é que o teto sempre esteve jurado de morte desde que nasceu. Era só uma questão de tempo.

E o valor de R$ 30 bilhões para pagar a assistência aos mais pobres está a milhões de anos luz de arranhar o equilíbrio fiscal. Talvez a medida fosse mais bem aceita se estivesse associada a algum lastro com realização futura, incluindo na conta os precatórios que ficarão fora do espaço aberto no teto. No lugar do condicionamento à aprovação da reforma do IR, que não vingou, o funding estaria vinculado, por exemplo, à securitização da dúvida ativa. A medida exigiria uma nova Emenda Constitucional para evitar judicialização futura.

Mas, a aprovação dessa PEC seria bem mais fácil, pois estados e municípios têm interesse em transformar sua dívida ativa em moeda de pagamento. De qualquer forma, o mercado rugiria. Como dizia o saudoso engenheiro Eliezer Batista, não contem com a compreensão do capital financeiro para uma política econômica soberana porque ele é covarde, apátrida e cruel. Não é bem a questão dele ser bom ou mal. É a sua natureza. O mercado interpreta os fundamentos da economia. O ponto é quando ele se manifesta em função de análises racionais ou quando seu posicionamento carrega fortes dosagens de manipulação.

Na última sexta-feira, alguns celerados de instituições financeira previam que já na próxima reunião do Copom (dias 26 e 27 de outubro), o BC vai dobrar a aposta em relação ao aumento da taxa Selic. A majoração da taxa de juros saltaria de um ponto para dois pontos percentuais, atravessando a já ousada projeção de 1,5 ponto percentual que algumas casas bancárias vinham praticando. A Selic dispararia, portanto, de 6,25% para 8,25% em uma única reunião do Copom.

As candinhas do mercado buzinam que cresceu muito a percepção de insolvência. Ora, insolvência de quem? Do Estado brasileiro? Com mais de US$ 320 bilhões de reservas cambiais? Além de ativos físicos com qualidade internacional, no valor de mais de R$ 1 trilhão. Coisa de louco. A circunstância exige parcimônia e coragem do presidente do BC, Roberto Campos Neto. Os próximos dias serão histéricos. Se a área econômica se deixar ser conduzida, aí, sim, a herança de Paulo Guedes será a condescendência. Mesmo que tenha feito apenas uma migração suave do regime fiscal de forma a atender gastos emergenciais.

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19.10.21

Duelo hospitalar

A Advent também estaria na disputa para a compra do Grupo Santa, uma das principais redes hospitalares do Centro-Oeste. Seu principal concorrente é a Rede D ́Or – ver RR de 10 de agosto.

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13.10.21

Advent no páreo

O Advent está na disputa por uma das maiores empresas de tecnologia do Brasil. E mais o RR não diz.

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01.10.21

Voz de comando

Como é do seu estilo, o empresário Chaim Zaher voltou à Yduqs (antiga Estácio) com sede de mandar. Teria como aliado o Advent, outro importante acionista da companhia.

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30.08.21

Portas escancaradas

Os irmãos Paulo e José Roberto Garcia estariam com conversações com o Advent para a venda de parte da Kalunga. O mundo dá voltas. Em 2013, a gestora tentou comprar uma participação na rede varejista, mas encontrou as portas fechadas.

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21.07.21

Braskem na mira

A chinesa Sinopec entrou na disputa para comprar a participação da Odebrecht na Braskem, avaliada em cerca de R$ 14 bilhões. Seria a primeira investida dos chineses na indústria petroquímica brasileira. Também estão no páreo nomes como Advent e Lyondellbasell.

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01.06.21

Coalizão química

O Advent e empresa petroquímica Indorama, da Índia, estariam costurando uma parceria para a compra conjunta da Oxiteno. Estima-se que a companhia de especialidades químicas do Grupo Ultra esteja avaliada em torno de US$ 1,5 bilhão.

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01.06.21

Ponto final

Não retornaram ou não comentaram o assunto: Dongfang, Indorama, Advent e Hidrovias do Brasil.

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