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18.07.22

BC empurra para os bancos a conta do PIX

Entre os grandes bancos, há um incômodo e preocupação com a manifesta disposição do Banco Central de terceirizar a responsabilidade pelos golpes aplicados com o PIX. O próprio presidente do BC, Roberto Campos Neto, já disse que as instituições financeiras devem ser “apertadas” pelas fraudes. O curioso é que o PIX é uma iniciativa do Banco Central.

Os bancos, especialmente os grandes, sempre foram contrários, devido aos riscos de segurança. Mas são eles que estão pagando a conta, e de forma duplicada. Tribunais de Justiça vêm aplicando seguidamente sentenças contra instituições financeiras em situações de golpes digitais contra seus clientes. Além disso, os bancos têm sido obrigados a aumentar investimentos em segurança cibernética na esteira do PIX. As instituições financeiras já desembolsam anualmente mais de R$ 1,5 bilhão com despesas voltadas para a proteção de dados.

Os fatos têm mostrado que a apreensão dos bancos em relação ao advento do PIX tinha de razão de ser. As fraudes já somam, em média, R$ 300 milhões por mês e começam a impactar negativamente o maior predicado do PIX: a confiança dos usuários. As ameaças só se multiplicam. As 400 milhões de chaves cadastradas no sistema estão na mira de hackers. Os vazamentos de dados do PIX são cada vez mais frequentes. Já existe uma espécie de mercado secundário para a compra a venda desses dados entre ciber-criminosos.

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27.06.22

Advent avança sobre o controle da Tok&Stok

A Advent está com um pé na Tok&Stok. Segundo o RR apurou, a gestora norte-americana negocia a compra da participação do Carlyle na rede de móveis e artigos de decoração. A operação mostra o apetite do Advent para um novo ciclo de investimentos no Brasil. A gestora captou US$ 25 bilhões em um novo fundo de private equity. Dessa dinheirama, cerca US$ 5 bilhões estão reservados para a América Latina, sobretudo o Brasil. De acordo com a mesma fonte, grandes fornecedores da Tok&Stok já estariam sendo informados à boca miúda da decisão do Carlyle de vender o controle da companhia. A fracassada tentativa de IPO da rede varejista, no ano passado, foi o tiro de misericórdia para a saída dos norte-americanos. As tratativas passam pela SPX Capital. No ano passado, a gestora assumiu a administração do portfólio do Carlyle no Brasil, incluindo a participação de 60% na Tok&Stok. A princípio, as conversações não envolvem a venda dos 40% restantes, pertencentes ao empresário Regis Dubrule.

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20.06.22

Chocolate quente

O Grupo CRM planeja levar a Kopenhagen e a Brasil Cacau para o exterior. O ponto de partida seria a abertura de lojas nos Estados Unidos. Tudo embalado pelo apetite e pelos dólares do Advent, controlador da CRM. Em tempo: os norte-americanos falam ainda em duplicar o número de lojas no Brasil em cinco anos.

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27.04.22

Especialidade da casa

O Advent estaria em conversações para a compra da operação do Makro no Brasil. Os valores sobre a mesa giram em torno de R$ 3 bilhões. O fundo norte-americano já tem um case de sucesso no varejo brasileiro: comprou o Walmart no país por cerca de R$ 2 bilhões e, três anos depois, vendeu a empresa por R$ 7,5 bilhões.

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18.04.22

Tigre asiático

O RR apurou que a Tigre planeja entrar na China. De acordo com a fonte da newsletter, o projeto passa pela aquisição de uma fabricante local de tubos e conexões. A empresa mira não apenas o consumo chinês, mas a possibilidade de acessar outros mercados asiáticos. O investimento deverá ser o primeiro grande movimento após a chegada do Advent na companhia catarinense. Em fevereiro, os norte-americanos compraram 25% do capital por R$ 1,35 bilhão. A Tigre, ressalte-se, é um caso raro de empresa brasileira multinacional à vera: são 14 fábricas em nove países. No ano passado, fez um de seus principais movimentos no exterior: comprou a Dura Plastic, maior fabricante de componentes de PVC dos Estados Unidos. Procurada, a companhia não quis se pronunciar.

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04.02.22

Boca do caixa

Além de grupos do varejo, a gestora norte-americana Advent também entrou no rol de candidatos à compra do Privalia. A companhia, maior outlet virtual de moda do Brasil, é avaliado em cerca de R$ 1,2 bilhão.

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19.01.22

Fila indiana

A Solvay tem batido à porta de grandes fundos internacionais para vender a sua divisão de produtos químicos no Brasil, a Coatis. Além do Advent e do Apollo, teria procurado também o Carlyle. O negócio é avaliado em torno dos R$ 300 milhões.

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Marc Lemann, filho de Jorge Paulo Lemann e sócio da agência de marketing esportivo Go4It/ Adventures, tem sido procurado por outros investidores para entrar na onda das SAFs (Sociedades Anônimas de Futebol).

Em tempo: se papai quisesse, poderia comprar Flamengo, Corinthians e Atlético-MG de uma só tacada. Se o valuation somado dos três fosse de R$ 3 bilhões, ou algo como US$ 550 milhões, isso representaria apenas 3% da fortuna de Lemann, estimada em aproximadamente US$ 19 bilhões.

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14.12.21

Venda do controle parece ser o melhor remédio para a DPSP

Os acionistas da Drogaria Pacheco São Paulo (DPSP) vêm mantendo conversações com grupos do setor e fundos internacionais para a venda do controle da companhia. Segundo a fonte do RR, entre os candidatos estariam a Pague Menos, maior varejista farmacêutica do Norte e Nordeste, e o Advent. Trata-se de um negócio avaliado em R$ 12 bilhões, capaz de chacoalhar as prateleiras do setor.

Em caso de aquisição da DPSP, a Pague Menos, do empresário Deusmar Queirós, chegaria a quase R$ 20 bilhões em faturamento, encostando na líder do mercado, a Raia Drogasil, com receita de R$ 22 bilhões. Procuradas, DPSP, Pague Menos e Advent não se pronunciaram. A DPSP vem de uma temporada de solavancos. Em 2020, cresceu apenas 1,6%, bem abaixo do setor (quase 9%).

A performance decepcionante foi fundamental para a saída do então CEO do grupo, Marcelo Doll, que deixou o cargo em julho. Mais do que isso: aumentou a efervescência entre os mais de 20 acionistas da DPSP, oriundos da Drogaria Pacheco e da Drogaria São Paulo, que deram origem ao grupo. Dentro da própria empresa, há quem diga que eles talvez só venham a se entender quando não estiverem mais sob o mesmo teto.

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25.10.21

Por que tanta histeria com um teto que já tinha caído?

A tentativa do mercado de capturar o governo é o óbvio ululante, como diria Nelson Rodrigues. As discussões sobre a busca de recursos adicionais para financiar o Auxílio Brasil – extensão do Auxílio Emergencial, Bolsa Família ampliada ou coisa que valha – vêm sendo feitas publicamente desde o início do ano. Portanto, ninguém deveria ter sido surpreendido com o pedido de waiver ao Congresso para liberação dos recursos fora do teto. Ainda mais com o advento dos precatórios. O fato é que o teto sempre esteve jurado de morte desde que nasceu. Era só uma questão de tempo.

E o valor de R$ 30 bilhões para pagar a assistência aos mais pobres está a milhões de anos luz de arranhar o equilíbrio fiscal. Talvez a medida fosse mais bem aceita se estivesse associada a algum lastro com realização futura, incluindo na conta os precatórios que ficarão fora do espaço aberto no teto. No lugar do condicionamento à aprovação da reforma do IR, que não vingou, o funding estaria vinculado, por exemplo, à securitização da dúvida ativa. A medida exigiria uma nova Emenda Constitucional para evitar judicialização futura.

Mas, a aprovação dessa PEC seria bem mais fácil, pois estados e municípios têm interesse em transformar sua dívida ativa em moeda de pagamento. De qualquer forma, o mercado rugiria. Como dizia o saudoso engenheiro Eliezer Batista, não contem com a compreensão do capital financeiro para uma política econômica soberana porque ele é covarde, apátrida e cruel. Não é bem a questão dele ser bom ou mal. É a sua natureza. O mercado interpreta os fundamentos da economia. O ponto é quando ele se manifesta em função de análises racionais ou quando seu posicionamento carrega fortes dosagens de manipulação.

Na última sexta-feira, alguns celerados de instituições financeira previam que já na próxima reunião do Copom (dias 26 e 27 de outubro), o BC vai dobrar a aposta em relação ao aumento da taxa Selic. A majoração da taxa de juros saltaria de um ponto para dois pontos percentuais, atravessando a já ousada projeção de 1,5 ponto percentual que algumas casas bancárias vinham praticando. A Selic dispararia, portanto, de 6,25% para 8,25% em uma única reunião do Copom.

As candinhas do mercado buzinam que cresceu muito a percepção de insolvência. Ora, insolvência de quem? Do Estado brasileiro? Com mais de US$ 320 bilhões de reservas cambiais? Além de ativos físicos com qualidade internacional, no valor de mais de R$ 1 trilhão. Coisa de louco. A circunstância exige parcimônia e coragem do presidente do BC, Roberto Campos Neto. Os próximos dias serão histéricos. Se a área econômica se deixar ser conduzida, aí, sim, a herança de Paulo Guedes será a condescendência. Mesmo que tenha feito apenas uma migração suave do regime fiscal de forma a atender gastos emergenciais.

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